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O mito da guerra necessária

Robert Kagan*

O presidente Barack Obama recentemente defendeu o combate americano no Afeganistão como uma "guerra de necessidade", e não uma "guerra de escolha". Ele pegou emprestada essa distinção supostamente clara de Richard Haass, presidente do Conselho de Relações Exteriores e autor de um recente livro sobre o assunto. Haass rapidamente corrigiu o presidente, provando como essa distinção é de pouca ajuda. O Afeganistão é uma "guerra de escolha", escreveu no dia 21 de agosto para o "The New York Times", "uma escolha do Obama". Soldados acompanham a eleição de Obama pela TV, na base militar de Fortress (Afeganistão)

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