Exclusivo para assinantes UOL

O Vaticano está à procura de um acordo histórico com o governo comunista da China

Yi Zheng Lian*

  • Tony Gentile/Reuters

Em 1º de fevereiro, no mesmo dia em que novas regulações repressivas à religião entraram em vigor na China, o Vaticano se curvou a Pequim. Após resistir por muito tempo, o papa finalmente concordou em reconhecer vários bispos designados pelo Partido Comunista chinês, até mesmo afastando para a ocasião dois de seus próprios nomeados com longo serviço.

Veja também

UOL Cursos Online

Todos os cursos