Obama se diz um 'prisioneiro das selfies'

Em Milão

  • Alessandro Garofalo/Reuters

O ex-presidente americano Barack Obama explicou nesta terça-feira (9) o alívio que sente ao se ver livre das medidas de segurança impostas ao inquilino da Casa Branca e disse que agora é um "prisioneiro das selfies".

Convidado de honra em uma cúpula mundial sobre alimentação em Milão, no norte da Itália, Obama recebeu o caloroso aplauso das cerca de 3.500 pessoas que pagaram entre 650 e 850 euros (entre R$ 2.250 e R$ 2.950)  para poder ouvi-lo ao vivo.

Vestindo um terno azul marinho sem gravata, conversou em uma roda de perguntas e respostas em um ambiente relaxado, dirigida por Sam Kass, seu ex-cozinheiro e conselheiro em temas de nutrição.

O ex-presidente confessou que atualmente se sente "prisioneiro das selfies" e disse: "Posso passear em qualquer lugar, desde que não me importe em fazer uma selfie a cada dois passos".

Obama também disse que os anos de presidência o ensinaram a ser "menos angustiado": "Quando você é presidente dos Estados Unidos, comete erros todos os dias (...) e metade do país pensa que você é um idiota", brincou.

Afirmou, ainda, que não sente falta das medidas de segurança. "Você vive no que poderíamos chamar de uma bolha. É uma prisão muito bonita".

"Não tem liberdade de movimento, nem mesmo para dar um passeio ou se sentar em um café, porque sempre há alguém da segurança ao seu redor", comentou Obama.

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