Boxe brasileiro está pronto para ganhar medalhas, diz chefe da delegação

Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

O boxe brasileiro está pronto para garantir medalhas nos Jogos Olímpicos. A certeza é do chefe da delegação, Otilio Toledo. Ele supervisionou, nesta segunda-feira (25), um treino da seleção de boxe, no Forte de São João, na Urca, onde treina o Time Brasil.

A boxeadora Adriana Araujo conquistou um bronze em Londres 2012 e espera conquistar uma  medalha na Rio 2016 Fernando Frazão/Agência Brasil

"O boxe está preparado para ter um bom desempenho e conquistar medalha nos Jogos Olímpicos. Não quer dizer que vão alcançar medalhas, mas todos estão preparados para dar o melhor de si e ter um bom desempenho", disse Otilio, ao final do treino.

Otilio, que é cubano e vive há 20 anos no país, considera como principais adversários do Brasil os atletas de Cuba, do Cazaquistão, dos Estados Unidos, da Inglaterra, Irlanda, do Uzbequistão e da China.

O chefe da delegação brasileira disse que o Brasil tem melhorado no boxe, mas não considera que a modalidade esteja no auge. Segundo ele, é possível superar as três medalhas obtidas pelo boxe em Londres, em 2012, uma de prata e duas de bronze. A Olimpíada na Inglaterra foi a melhor campanha da história da modalidade e as primeiras medalhas desde o bronze com Servílio de Oliveira na Cidade do México em 1968.

"Eu ainda quero mais, mas está bem acima do que foi há 15 anos. Em relação a Londres, está bastante equilibrado. É possível [superar Londres]. Vai depender do sorteio dos adversários, pois podemos cair em uma chave fácil ou em uma muito difícil."

Expectativa do chefe da delegação brasileira de boxe, Otilio Toledo, é que o Brasil conquista mais que três medalhas na modalidade na Rio 2016 Fernando Frazão/Agência Brasil

Em Londres, uma das surpresas foi a boxeadora Adriana Araújo, que conquistou uma medalha de bronze, a primeira na história do boxe feminino brasileiro. Ela diz estar preparada para novamente garantir medalha para o Brasil.

"Minha expectativa é a melhor possível, com bastante ânimo de conquistar uma nova medalha, de preferência uma de ouro. Quero dar continuidade aqui no Rio ao meu trabalho. Estou tranquila e não encaro isso [lutar em casa] como uma pressão. Estou treinando para dar o melhor de mim", disse Adriana.

As outras duas medalhas conquistadas pelo Brasil no boxe em Londres foram com os irmãos Yamaguchi (bronze) e Esquiva Falcão (prata), que se tornaram profissionais em 2014.

 

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