Assaltos a casas são os que mais terminam em latrocínio, diz estudo

Marco Antônio Carvalho e José Maria Tomazela

Em Sorocaba

  • Antonio Gaudério/Folhapress

Casos de assaltos a residência que acabam em morte são mais comuns do que se imagina. Segundo estudo do Instituto Sou da Paz, esse é o tipo de roubo mais frequente em que há latrocínios: 1 em cada 255 casos ante, por exemplo, a probabilidade em ocorrências contra estabelecimentos comerciais (1 em cada 655) ou cargas (1 em 11.466).

A comerciante Maria de Lourdes Ferreira, de 56 anos, teve a casa, em Sorocaba, invadida por três ladrões. "Eles me levaram para dentro. Tentei ganhar tempo e levei coronhada. Deram muitos socos no meu marido, achei que iam matar."

Angélica Arbex, da Lello, diz orientar funcionários para que nunca reajam. "Isso mata mesmo." Para evitar problemas, os funcionários devem se informar sobre os tipos de roubo.

Síndico profissional em 11 condomínios paulistanos, Sylvio - que também preferiu não divulgar o sobrenome - elenca os mais comuns, com base na própria experiência e de colegas: 1) invasão por quem se passa por prestador de serviço, como de TV a cabo; 2) mulher que passa mal e é socorrida por homem, que pede ajuda no prédio; 3) jovens que se dizem moradores e são liberados sem checagem; 4) ligação externa para liberar acesso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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