Pirelli nega 'meio de campo' para levar chineses à Inter

MILÃO, 25 FEV (ANSA) - A Pirelli negou nesta quinta-feira (25) que esteja trabalhando para fazer sua principal acionista, a estatal química chinesa ChemChina, investir na Inter de Milão, clube do qual é patrocinadora.   


Segundo um porta-voz da fabricante de pneus, os boatos sobre isso são "totalmente destituídos de fundamento". De acordo com rumores da imprensa italiana, o magnata indonésio Erick Thohir, dono do clube nerazzurro, contratou o banco Goldman Sachs para achar um comprador para a sociedade.   


Oficialmente, o bilionário diz que o objetivo é apenas encontrar um "parceiro" para investir na equipe. Thohir adquiriu, em novembro de 2013, 70% das ações da Inter, em uma operação de 250 milhões de euros. No entanto, os resultados em campo não corresponderam às expectativas. De lá para cá, o time de Milão não venceu nenhum título.   


Já a ChemChina entrou na Pirelli em agosto passado. A gigante do setor químico possui 65% de uma holding criada especialmente para comandar a fabricante de pneus, a Marco Polo Industrial, que, por sua vez, detém 26,2% do capital da companhia italiana.   


Os outros 35% são divididos entre bancos e investidores da Itália e a petrolífera russa Rosneft.   


Atualmente, a Pirelli negocia a renovação por mais cinco anos de seu contrato de patrocínio com a Inter. O vínculo entre os dois já dura duas décadas. (ANSA)
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