Número de mortos em atentado com carro-bomba em Aleppo ultrapassa 100

No Cairo

  • Ibrahim Yasouf/ AFP

    Fumaça negra sobe em região de explosão de carro-bomba, em Aleppo

    Fumaça negra sobe em região de explosão de carro-bomba, em Aleppo

 A Defesa Civil da Síria informou ter retirado mais de 100 corpos do local onde um carro-bomba explodiu neste sábado (15) nos arredores da cidade de Aleppo em uma área onde estavam cerca de 5 mil pessoas retiradas dos redutos xiitas de Fua e Kefraya.

Em sua página no Facebook, os também chamados "capacetes brancos" disseram que também estão prestando assistência a mais de 50 feridos.

A ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos calculou anteriormente em 43 o número de mortes no atentado na região de Rashidin, onde as vítimas esperavam desde ontem para serem levadas a seu destino final, como parte de um acordo entre o governo de Bashar al Assad e a oposição.

As pessoas evacuadas saíram ontem pela manhã dessas cidades, sitiadas há mais de dois anos por várias facções islâmicas e insurgentes, entre elas a Organização de Liberdade do Levante (aliança da ex-filial síria da Al Qaeda).

Pouco depois do ataque, que ainda não teve autoria reivindicada por nenhum grupo, foi retomado o processo de retirada dos moradores de Fua e Kefraya, e dos da cidade de Madaya, que fica nos arredores da capital síria, Damasco, e está sitiada pelas forças governamentais.

Os ônibus que transportam os moradores retirados de Madaya começaram a sair da região de El Ramusa, nos arredores de Aleppo, rumo à província de Idlib, controlada pelos insurgentes. Já o comboio de Fua e Kefraya pretende entrar na cidade de Aleppo, dominada pelo governo sírio.

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