Informações sobre o álbums
  • editoria:Geral
  • galeria: Sem-teto enfrentam desconforto de ocupações
  • link: http://noticias.uol.com.br/album/120313sem-tetos_album.htm
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  • timestamp: 20120319232942
    • Ocupação [32965]; sem-teto [28759];
    • Embu das Artes [35537]; São Paulo [5110]; Sudeste [46294];
Fotos
Mesmo com dificuldades de andar e com o cansaço expresso no olhar, Anália Pereira Guimarães, 59, enfrenta seu quarto acampamento, desta vez, para conseguir uma moradia para sua filha de 21 anos. Ela e outras 2.200 famílias integram a ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, desde o dia 2 de março Fernando Donasci/UOL Mais
Ivanilde Oliveira de Jesus, 42, enfrenta o desconforto da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, para lutar por uma casa para ela e seus seis filhos. Mas, ao invés de submeter os filhos a viver por tempo indeterminado em uma barraca de lona, sem banheiro e comida, a diarista preferiu preservar o conforto deles, assim como a rotina escolar, e deixa-los aos cuidados da filha mais velha na casa da sogra. Cerca de 2.200 famílias estão acampadas no local desde o dia 2 de março Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, recebem cadeiras como doação. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Sem lugar para ir ao banheiro, a diarista Ivanilde Oliveira de Jesus, 42, recorre a uma garrafa pet cortada ao meio. Ela e outras 2.200 famílias estão acampadas no chamado "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, desde o dia 2 de março Fernando Donasci/UOL Mais
Para a diarista Ivanilde Oliveira de Jesus, 42, acampada desde o dia 2 de março na ocupação a chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, o principal desafio é enfrentar a fome, além do calor. Ela, que come apenas uma vez ao dia, luta por uma casa para sua família, que é composta por seis crianças Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, recebem doação de lonas da comunidade local para montarem seus barracos, onde ficarão acampados até conseguirem uma moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, fazem fila para receberem doações da comunidade local. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, recebem doação de lonas da comunidade local para montarem seus barracos, onde ficarão acampados até conseguirem uma moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Imagem de crianças é refletida em espelho de Kombi , que traz doações para moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Imagem de crianças é refletida em espelho de Kombi , que traz doações para moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Morador da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, carrega bambus nas costas para montar sua barraca. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Com quatro crianças para criar e grávida de quatro meses, Maria Lucineide dos Santos, 23, aderiu à ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, com a esperança de conseguir uma casa ou mesmo bolsa-aluguel. Ela, que está desempregada, mora de favor na casa da tia do pai de um de seus filhos Fernando Donasci/UOL Mais
Morador da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" dá uma pausa no trabalho de montagem das barracas para fumar charuto. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Morador da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" dá uma pausa no trabalho de montagem das barracas para fumar charuto. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, ganham tapetes. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, ganham tapetes. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, ganham tapetes. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Anália Pereira Guimarães, 59, troca o conforto de sua casa por uma pequena barraca que, segundo ela, consegue ser mais quente do que o forno de um fogão, para conseguir uma moradia para a filha de 21 anos. Ela e outras 2.200 famílias estão acampadas no chamado "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, desde o dia 2 de março Fernando Donasci/UOL Mais
Criança enche garrafa de água e aproveita para se refrescar do calor, que parece se intensificar nas barracas de lona. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, desde 2 de março e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Criança enche garrafa de água e aproveita para se refrescar do calor, que parece se intensificar nas barracas de lona. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, desde 2 de março e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Criança enche garrafa de água e aproveita para se refrescar do calor, que parece se intensificar nas barracas de lona. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, desde 2 de março e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças brincam pela ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" caminham pelo local. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" enfrentam o sol do verão, que parece se intensificar com terra. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças se escondem do sol dentro de barraca em ocupação chamada de "Novo Pinheirinho". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças se escondem do sol dentro de barraca em ocupação chamada de "Novo Pinheirinho". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, montam barraca com lona e bambu para morarem pelos próximos dias ou meses. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Morador da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, monta barraca com lona e bambu para morar pelos próximos dias ou meses. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, montam barraca com lona e bambu para morarem pelos próximos dias ou meses. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Morador da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, monta barraca com lona e bambu para morar pelos próximos dias ou meses. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, aproveitam tempo livre para jogar dominó. Aproximadamente 2.200 famílias - cada uma delas com uma média de três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, tentam trazer conforto para barracas de lonas. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Morador da ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, arruma barraca onde vai morar pelos próximos dias ou meses. Aproximadamente 2.200 famílias estão acampadas em um terreno da CDHU na cidade desde 2 de março e exigem moradia digna. Os acampamentos, segundo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), duram em média um ano e as reivindicações nem sempre são atendidas Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças jogam bola em ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Morador caminha entre as barraca da ocupação chamada de "Novo Pinheirinho". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças se destraem com desenhos em ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Criança leva cachorro para ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Criança passeia com cachorros pela ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Ocupação chamada de "Novo Pinheiro" em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, é a única esperança de mudança para o aposentado Nelson Siqueira Filho, 51, que há 25 anos vive em cima de uma cadeira de rodas Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheirinho" levam seus pertences para suas barracas. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Moradores da ocupação chamada de "Novo Pinheirinho" levam seus pertences para suas barracas. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças aproveitam tempo livre em ocupação chamada de "Novo Pinheiro" para brincar. Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças brincam de bola em ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais
Crianças jogam futebol em ocupação chamada de "Novo Pinheiro". Desde 2 de março, aproximadamente 2.200 famílias -cada uma delas com em média três filhos - estão acampadas em um terreno da CDHU em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, e exigem moradia digna. O local não tem banheiro, tampouco cozinha. O único benefício para os moradores é água potável Fernando Donasci/UOL Mais

Sem-teto enfrentam desconforto de ocupações

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