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    • Rio de Janeiro [5108];
    • Tráfico de drogas [15258]; aplicativo notícias [55626];
Fotos
Em uma área conhecida como a ''Cracolândia carioca", alguns chefes do tráfico já dizem evitar a venda de crack no local. Motivo: a droga ''desestabiliza a comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público. Ainda assim, é possível encontrar usuários de crack no local Felipe Dana/AP Mais
Traficante esconde o rosto para posar para foto em um ponto de venda de drogas na favela do Mandela, no Rio de Janeiro. O crack chegou à favela e suas imediações há cerca de seis anos e alimentou as vendas do local, principal ''mercado'' da droga no Rio. Centenas de viciados se reúnem ali, uma espécie de ''Cracolândia carioca'' Felipe Dana/AP Mais
Traficantes armados na favela de Antares, no Rio de Janeiro, escondem os rostos ao serem fotografados. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público Felipe Dana/AP Mais
Pessoas se reúnem na favela de Manguinhos, na área conhecida como ''Cracolândia'' carioca, no Rio de Janeiro. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público. Autoridades, no entanto, dizem que a mudança é uma tentativa dos traficantes em distrair a força policial, fazendo com que recuem em sua ofensiva na tomada das favelas no Rio Felipe Dana/AP Mais
Homem fuma crack na favela de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público Felipe Dana/AP Mais
Mulher fuma crack na favela de Antares, no Rio de Janeiro. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público Felipe Dana/AP Mais
Traficantes vendem drogas na favela de Antares, no Rio de Janeiro. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público. Felipe Dana/AP Mais
Traficante atira com um rifle na favela do Mandela e no Rio de Janeiro. ''O crack não fez nada a não ser desgraçar o Rio. Agora é hora de parar'', disse à ''AP'' um dos chefes do tráfico no local Felipe Dana/AP Mais
Traficantes e usuários se reúnem em um ponto de venda na favela Antares, no Rio de Janeiro. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público Felipe Dana/AP Mais
Usuários de crack consomem a droga embaixo de ponte na favela de Antares, no Rio de Janeiro Felipe Dana/AP Mais
Traficante da favela do Mandela alega que alguns chefes locais pararam de vender crack, porque a prática ''desestabiliza a comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público Felipe Dana/AP Mais
Usuário de crack deixa uma casa abandonada usada para o consumo da droga. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público Felipe Dana/AP Mais
Homem fuma crack perto da favela de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Alguns chefes do tráfico disseram que pararam de vender crack no local, porque a prática ''desestabiliza a sua comunidade'', tornando mais difícil controlar a região abandonada pelo poder público. Felipe Dana/AP Mais
Flávia Froes (esq.) advogada que participa da ONG Anjos da Liberdade, conversa com um traficante na favela de Antares, no Rio de Janeiro Felipe Dana/AP Mais

''Cracolândia'' no Rio: traficantes dizem evitar vender crack por ''desestabilizar comunidade''

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