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13.mar.2014 - "Não faltam elementos de que Cunha sabia estar se valendo de esquema ilegal de dinheiro", disse o ministro Luiz Fux durante o julgamento do Mensalão, nesta quinta-feira (13) Nelson Jr/STF/ Arte UOL

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13.mar.2014 - "Não foi produzida prova de que o participante [Cunha] tenha participado do esquema de lavagem de dinheiro ou que tivesse ciência da origem do dinheiro", disse o ministro Luís Roberto Barroso durante o julgamento do mensalão, nesta quinta-feira (13), quando a corte julgou os recursos do João Paulo Cunha, do João Cláudio Genu e do Breno Fischberg no caso do crime de lavagem de dinheiro Nelson Jr/STF/Arte UOL

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13.mar.2014 - "O tribunal de hoje não é o tribunal de ontem", disse o ministro Marco Aurélio Mello durante o julgamento do Mensalão, nesta quinta-feira (13) Roberto Jayme/UOL/ Arte UOL

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27.fev.2014 - "Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que este é apenas o primeiro passo. Esta maioria de circunstância tem todo tempo a seu favor para continuar nessa sua sanha reformadora", disse o ministro Joaquim Barbosa após a absolvição de 8 réus do crime de formação de quadrilha. "Essa maioria de circunstância [foi] formada sob medida para lançar por terra todo um trabalho primoroso, levado a cabo por esta corte no segundo semestre de 2012" Arte/UOL

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27.fev.2014 - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) o ministro Joaquim Barbosa criticou a decisão da corte, que por maioria de votos absolveu oito réus do mensalão do crime de formação de quadrilha. "Esta é uma tarde triste para este Supremo Tribunal Federal porque, com argumentos pífios, foi jogada por terra uma decisão plenária sólida" afirmou Barbosa Arte/UOL

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27.fev.2014 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes votou pela condenação dos oito réus do mensalão pelo crime de formação de quadrilha durante sessão desta quinta-feira (27). O magistrado ainda criticou a absolvição dos réus: "Não se trata de uma diferente realidade, trata-se de algo surreal" Arte/UOL

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27.fev.2014 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes votou pela condenação dos oito réus do mensalão pelo crime de formação de quadrilha durante sessão desta quinta-feira (27). ?Identifico no comportamento desses réus grave atentado às instituições do Estado de direito?, afirmou o magistrado Arte/UOL

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27.fev.2014 - A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber votou pela absolvição dos oito réus do mensalão pelo crime de formação de quadrilha. "Não detecto quaisquer destas hipóteses dentro do caso concreto, inclusive a exigência consciente de se associar especificamente para cometer crimes", afirmou a ministra Arte/UOL

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27.fev.2014 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavasck votou pela absolvição dos oito réus do mensalão pelo crime de formação de quadrilha. "Com todo o respeito, o STF também é falível. Por harmonia interna, proporcionalidade e tratamento isonômico, ele próprio reviu penas exacerbadas", afirmou o ministro Arte/UOL

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26.fev.2014 - "Eu não preciso do seu elogio, ministro", disse o ministro Joaquim Barbosa em resposta ao voto do ministro Luís Roberto Barroso, no julgamento do mensalão nesta quarta-feira (26) Nelson Jr/STF /Arte Uol

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26.fev.2014 - "[O Supremo] não é lugar de paixões inflamadas. Antes de ser simbólica, a Justiça precisa ser justa ", afirmou o ministro Luís Roberto Barroso, durante o julgamento do Mensalão, nesta quarta-feira (26) Roberto Jayme/UOL/Arte UOL

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26.fev.2014 - "É fácil fazer discurso político", disse o ministro Joaquim Barbosa como resposta ao voto do ministro Luís Roberto Barroso, no julgamento do mensalão nesta quarta-feira (26) Sergio Lima/Folhapress/Arte Uol

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26.fev.2014 - "Não é crível que Dirceu não tivesse a função de liderança, papel de comando em relação a outros integrantes", disse o ministro Luiz Fux durante o julgamento do Mensalão, nesta quarta-feira (26) Roberto Jayme/UOL/Arte UOL

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26.fev.2014 - "Genoino conhecia os ilícitos que estava praticando e o conjunto dos demais réus, razão pela qual rejeito os embargos", disse o ministro Luiz Fux durante o julgamento do Mensalão, nesta quarta-feira (26) Foto Sergio Lima/Folhapress/Arte UOL

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26.fev.2014 - "A associação dos condenados foi capaz, por um projeto delinquencial, de criar uma entidade autônoma atentatória à paz pública", disse o ministro Luiz Fux durante o julgamento Arte UOL

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26.fev.2014 - "Décadas? Séculos? Qual o período que se exige para que esse crime de quadrilha se configure?", disse o ministro Luiz Fux durante o julgamento do Mensalão, nesta quarta-feira (26) Arte UOL

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20.fev.2014 - "Ficou demonstrado que o grupo intentava a prática de crimes", disse Rodrigo Janot, procurador-geral da República, ao pedir a manutenção da condenação de José Dirceu e mais quatro réus Roberto Jayme/Arte/UOL

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20.fev.2014 - "Meu cliente teve 40 anos de vida pública sem qualquer mancha, sem qualquer mácula. O José Dirceu é inocente", disse o advogado José Luís Oliveira Lima, defensor de José Dirceu, nesta quinta-feira (20), no novo julgamento do ex-ministro para a acusação de formação de quadrilha no processo do mensalão Arte UOL

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20.fev.2014 - "Delúbio Soares, José Genoino e José Dirceu associaram-se com o fim de fundar um partido político, conquistar o poder e de mudar o Brasil. Essa é uma atividade lícita em qualquer regime democrático", disse Arnaldo Malheiros, advogado de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, durante novo julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre recurso contra a acusação de formação de quadrilha no processo do mensalão Arte UOL

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13.nov.2013 - "Um dia, o processo acaba e a decisão precisa ser cumprida. Penso que, em relação a este processo, esse dia chegou", disse o ministro Luís Roberto Barroso ao votar pela execução imediata das penas dos réus do mensalão Nelson Jr/STF/Arte/UOL

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13.nov.2013 - "Isso é chicana consentida, implícita", afirmou o ministro Joaquim Barbosa sobre o voto de Teori Zavascki, do qual divergiu Felipe Sampaio/STF/Arte/UOL

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13.nov.2013 - "Para ser preso no Brasil, é preciso ser muito pobre e muito mal defendido", disse o ministro Luís Roberto Barroso sobre os réus do mensalão Nelson Jr/STF/Arte/UOL

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13.nov.2013 -"Não use adjetivação", disse o ministro Marco Aurélio. "É ou não é manobra?", respondeu o ministro Joaquim Barbosa, durante retomada da análise dos recursos do mensalão Pedro Ladeira/Folhapress/Divulgação/STF/Arte UOL

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13.nov.2013 - "Vamos ser sinceros. Vamos dizer as coisas com todas as letras. [Isto é] uma distorção completa de toda a jurisprudência do Brasil inteiro, ora bolas", disse o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, durante retomada da análise dos recursos do mensalão. Os magistrados iniciaram uma discussão ao julgarem um recurso do ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas, que pediu redução de pena por lavagem de dinheiro Carlos Humberto/STF/Arte UOL

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13.nov.2013 - "Nós não vamos nunca encerrar esse julgamento. A cada embargo de declaração nós vamos revisar o mérito?", disse o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (13), durante julgamento dos recursos dos 13 réus da ação penal 470, conhecida como mensação, que não tiveram direito aos embargos infringentes Felipe Sampaio/STF/Arte UOL

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13.nov.2013 - "Estamos diante de uma injustiça que precisa ser sanada", afirmou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski nesta quarta-feira (13), durante julgamento dos recursos dos 13 réus da ação penal 470, conhecida como mensação, que não tiveram direito aos embargos infringentes Carlos Humberto/STF/Arte UOL

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18.set.2013 - "O encerramento da sessão teve para mim um efeito virtuoso, de permitir aprofundar a minha convicção em torno do que está ora em exame", afirmou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello, ao iniciar seu voto sobre o acolhimento ou não dos embargos infringentes no julgamento do mensalão nesta quarta-feira (18) Arte/UOL

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18.set.2013 - "Meu voto é apenas mais um, que se somará a um grupo de cinco outras manifestações", afirmou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello. Ao iniciar seu voto sobre o acolhimento ou não dos embargos infringentes no julgamento do mensalão nesta quarta-feira (18), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello disse que o adiamento da decisão a respeito do futuro do mensalão foi uma oportunidade para "aprofundar" sua convicção Arte/UOL

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12.set.2013 - "As emoções devem estar sendo intensas", afirmou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello em sessão, nesta quinta-feira (12), sobre a análise dos embargos infringentes dos condenados na ação penal 470, conhecida como mensalão Arte/UOL

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12.set.2013 - O ministro do STF (Supremo tribunal Federal) Ricardo Lewandowski afirmou durante a retomada da análise dos embargos infringentes dos condenados na ação penal 470, conhecida como mensalão, que "não se pode retirar casuisticamente um recurso com o qual os réus contavam". Ele votou a favor da admissão dos recursos Arte/UOL

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12.set.2013 - "O tamanho da incongruência é do tamanho do mundo neste caso", afirmou o ministro do STF (Supremo tribunal Federal) Gilmar Mendes, durante sessão de retomada da análise dos embargos infringentes dos condenados na ação penal 470, conhecida como mensalão. O ministro votou contra a admissão dos recursos Arte/UOL

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11.set.2013 - "Aquilo que vale para os quadrúpedes deve valer para os bípedes" disse o ministro Teori Zavascki durante a votação dos embargos infringentes, tipo de recurso que, se aceito, poderá reabrir o julgamento de 11 réus condenados no julgamento do mensalão. Zavascki votou de forma favorável à admissão desses recursos Arte/UOL

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11.set.2013 - "A única paixão legítima aqui é pelo que é certo e justo", disse o ministro Luís Roberto Barroso durante a votação dos embargos infringentes, tipo de recurso que, se aceito, poderá reabrir o julgamento de 11 réus condenados no julgamento do mensalão Arte/UOL

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11.set.2013 - "Penso que seria imprópria uma mudança da regra do jogo quando ele se encontra quase no final"disse o ministro Luís Roberto Barroso durante a votação dos embargos infringentes, tipo de recurso que, se aceito, poderá reabrir o julgamento de 11 réus condenados no julgamento do mensalão. Barroso votou de forma favorável à admissão desses recursos Arte/UOL

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5.set.2013 - "Admitir embargos infringentes no caso seria apenas um forma de eternizar o feito [o processo do mensalão]", afirmou o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo e presidente do STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro se manifestou contrário à admissão dos embargos infringentes Arte/UOL

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5.set.2013 - "Nos dias atuais essa modalidade recursal é alheia ao STF quando este atua em ação penal originária. Este recurso não pode ser admitido", diz o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, durante a votação dos embargos infringentes. Ao contrário dos embargos declaratórios, esse tipo de recurso pode reabrir o julgamento de 11 dos 25 réus condenados no mensalão Arte/UOL

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5.set.2013 - "Claro que isso aqui foi para superar a prescrição e impor regime fechado aos réus", disse o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, nesta quinta-feira, sobre as penas impostas ao réu José Dirceu. O ministro afirmou que as penas de Dirceu e Genoino para os crimes de corrupção e formação de quadrilha foram aumentadas indevidamente Arte/UOL

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4.set.2013 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello disse que não há "semideuses no Supremo", durante julgamento dos embargos de declaração dos réus condenados na ação penal 470, conhecida como mensalão, nesta quarta-feira Arte/UOL

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29.ago.2013 - A frase foi dita pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, nesta quinta-feira (29), durante julgamento dos embargos de declaração do ex-ministro José Dirceu. No julgamento do ano passado, a maioria dos ministros considerou Dirceu o mandante do mensalão Arte/UOL

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29.ago.2013 - Durante julgamento dos embargos de declaração do ex-ministro José Dirceu, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski afirmou que a forma como foi calculada a pena do réu não pode ser aproveitada pelos ministros Arte/UOL

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29.ago.2013 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello, defendeu nesta quinta-feira, durante a análise dos embargos declaratórios do ex-ministro José Dirceu, que o político foi o líder do mensalão. No julgamento do ano passado, a maioria dos ministros considerou Dirceu o mandante do esquema que gerou a Ação Penal 470 Arte/UOL

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28.ago.2013 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luis Roberto Barroso, afirmou, antes de rejeitar os embargos declaratórios do deputado federal José Genoino (PT-SP), que lamentava "condenar um homem que participou da resistência à ditadura no Brasil" e que "jamais lucrou com a política" Arte/UOL

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28.ago.2013 - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa fala sobre o publicitário Marcos Valério. Em sessão de julgamento dos recursos do mensalão na tarde desta quarta-feira (28), os ministros decidiram reduzir de 15 para 10 salários mínimos o valor do dia-multa impostos a Valério Arte/UOL

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28.ago.2013 - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, questiona o ministro Ricardo Lewandowski, durante a sessão desta quarta-feira do julgamento dos recursos dos réus do mensalão Arte/UOL

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22.ago.2013 - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, afirmou que Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, tinha "desprezo" pelos bens públicos. A declaração foi dada durante análise de recurso contra a sentença do petista dada pelo STF Arte/UOL

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21.ago.2013 - O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello, afirmou que "ninguém pode cercear manifestação de ministros", durante pronunciamento no início da sessão desta quarta-feira (21), em referência ao bate-boca ocorrido na semana passada entre os ministros Joaquim Barbosa, presidente da Corte e relator do julgamento do mensalão, e Ricardo Lewandowski Arte/UOL

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21.ago.2013 - Após trocas de farpas, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, evitou pedir desculpas ao ministro Ricardo Lewandowski, na abertura da sessão desta quarta-feira (21) do julgamento do mensalão. Se resumiu a afirmar "Ratifico meu respeito ao tribunal e aos seus membros". Já Lewandowski, disse que quer "deixar esse episódio de lado, ultrapassado, porque este tribunal por sua história é maior do que os seus integrantes Arte/UOL

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21.ago.2013 - Em sua fala de abertura da sessão desta quarta-feira (21) do julgamento dos recursos declaratórios da Ação Penal 470, conhecida como mensalão, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, afirmou que "justiça que tarda não é justa" Arte/UOL

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15.ago.2013 - "Não estou aqui para comentar o videoteipe" disse o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso sobre rever decisão já tomada pelo tribunal de negar todos recursos da ré Simone Vasconcelos, ex-diretora financeira da agência de publicidade SMP&B, de Marcos Valério, apontado como o operador do mensalão Arte/UOL

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15.jul.2013 - Os ministros Joaquim Barbosa, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e relator do processo do mensalão, e Ricardo Lewandowski, reeditaram as discussões ásperas travadas no julgamento do mensalão, no ano passado, na sessão desta quinta-feira (15), que analisa os recursos dos réus condenados. Barbosa subiu o tom contra o colega e afirmou que ele está fazendo "chicana". Em termos jurídicos, chicana é o ato de retardar um processo judicial com base em um detalhe ou em um ponto irrelevante. A palavra também pode ser entendida como "trapaça" ou "tramoia" Arte/UOL

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15.ago.2013 - "Os deputados federais, que são réus, são acusados de corrupção por terem recebido dinheiro para votar e não em decorrência do conteúdo de seus votos", afirmou o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa. Esta quinta-feira é o segundo dia da retomada do julgamento do mensalão. Na quarta-feira (14), o STF rejeitou todos os embargos apresentados pelos réus Arte/UOL

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15.ago.2013 - "Não houve nenhuma omissão quanto a esse tema" disse o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, sobre o pedido para que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva fosse incluído no processo do mensalão. A defesa do réu Roberto Jefferson(PTB-RJ) pediu a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo do mensalão. Todos os recursos foram rejeitados pelo presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, que foi seguido pelos demais nove magistrados Arte/UOL

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14.ago.2013 - "Faça-o de maneira séria", disse o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, durante minutos de bate-boca com o ministro Dias Toffoli. A discussão ocorreu quando Toffoli questionou se poderia votar ou não sobre o recurso de Emerson Palmieri, ex-tesoureiro do PTB, condenado a quatro anos de prisão e a pagar multa de R$ 240 mil. "Faça-o de maneira séria", disse Barbosa, pedindo que Toffoli votasse, e foi rebatido pelo ministro. "Vossa excelência presida de maneira séria". Barbosa, então, respondeu: "Eu sei onde vossa excelência quer chegar". "Vossa excelência tem a capacidade premonitória", retrucou Toffoli Arte/UOL

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14.ago.2013 - "Meu voto é meu e não é de mais ninguém", disse o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli, durante bate-boca com o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa. A discussão ocorreu quando Toffoli questionou se poderia votar ou não sobre o recurso de Emerson Palmieri, ex-tesoureiro do PTB, condenado a quatro anos de prisão e a pagar multa de R$ 240 mil. Os ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello votaram pela revisão da multa Arte/UOL

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14.ago.2013 - "Não existe corrupção do PT, do PSDB ou do PMDB. Existe corrupção. Não há corrupção pior ou melhor. A corrupção é mal em si e não deve ser politizada", afirmou o ministro Luís Roberto Barroso durante a primeira sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) para analisar os recursos dos réus condenados pelo mensalão Gervásio Batista/STF

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14.ago.2013 - "É no mínimo questionável afirmar que [o mensalão] se trata do maior escândalo de corrupção do país", afirmou o ministro Luís Roberto Barroso durante a primeira sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) para analisar os recursos dos réus condenados pelo mensalão Carlos Humberto/STF

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14.ago.2013 - "O que se tem aqui é a tentativa de eternizar a discussão", disse o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) no primeiro dia da retomada do julgamento do mensalão Felipe Sampaio/STF

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17.dez.2012 - "A insubordinação legislativa ou executiva revela-se comportamento intolerável, inaceitável ou incompreensível", afirmou o ministro Celso de Mello sobre a reação da Câmara dos Deputados à cassação dos mandatos Antonio Araújo/UOL

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17.dez.2012 - "Isso nunca houve no tribunal", criticou o ministro Marco Aurélio. A divergência se deu quando Barbosa anunciou que faria alguns agradecimentos a assessores que foram importantes para ele ao longo do julgamento, procedimento incomum nos julgamentos do STF Roberto Jayme/UOL

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17.dez.2012 - "Eu vejo ministros tecendo loas a figuras públicas e não públicas. Por que razão não podemos enaltecer os servidores ou colaboradores desse tribunal?", disse Joaquim Barbosa sobre os agradecimentos ao final da sessão que encerrou o julgamento Antonio Araújo/UOL

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17.dez.2012 - "A perda do mandato é uma consequência direta e imediata da suspensão dos direitos políticos causadas pela condenação criminal", disse o ministro Celso de Mello Felipe Sampaio/STF

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17.dez.2012 - "Não se pode minimizar o papel do Supremo Tribunal Federal e sua decisão em matéria constitucional, pois trata-se de decisão que concretiza diretamente o próprio texto da Constituição", disse o ministro Celso de Mello Carlos Humberto/STF

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10.dez.2012 - "O juiz competente para julgar o exercício do poder político é o povo soberano", disse a ministra Rosa Weber Roberto Jayme/UOL

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10.dez.2012 - "O que se protege não é pessoa física do parlamentar, mas a sua representatividade", votou o ministro Dias Toffoli Roberto Jayme/UOL

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10.dez.2012 - "Um condenado que está preso, em regime fechado, mas continua com mandato parlamentar... Isso salta aos olhos!", afirmou o ministro Gilmar Mendes Roberto Jayme/UOL

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10.dez.2012 - "Aqui nós nos restringimos ao julgamento jurisdicional. O julgamento politico cabe ao Congresso Nacional", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao defender que a decisão sobre a cassação depende da Câmara Felipe Sampaio/STF

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6.dez.2012 - "A suspensão dos direitos políticos, e a consequente perda do mandato eletivo, é efeito irreversível da sentença condenatória", disse Joaquim Barbosa sobre os deputados condenados STF

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6.dez.2012 - "A perda do mandato, em decorrência de condenação criminal, não será automática", defendeu o ministro Ricardo Lewandowski Felipe Sampaio/STF

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6.dez.2012 - "Esses votos vão ficar para a história", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao reajustar as penas dos réus condenados Felipe Sampaio/STF

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6.dez.2012 - "Não pode haver pressa na conclusão deste julgamento", afirmou o ministro Marco Aurélio na 51ª sessão do julgamento Carlos Humberto/STF

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6.dez.2012 - ?Não estamos aqui fazendo uma nova rodada de dosimetria?, afirmou o ministro Luiz Fux Carlos Humberto / STF

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6.dez.2012 - "Como dizem os ingleses, 'let's move on [vamos seguir em frente]", disse o ministro Joaquim Barbosa. Ele disse ainda que "a nação não aguenta mais esse julgamento" Carlos Humberto/STF

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"Estamos diante de um julgamento inusitado, de um julgamento sem precedentes" Ministro Ricardo Lewandowski Nelson Jr/STF

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?O caso vai estabelecer, sim, paradigmas?, disse o ministro Gilmar Mendes sobre o julgamento do mensalão Carlos Humberto/STF

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5.dez.2012 - ?Não estamos aqui para reabrir o julgamento?, afirmou Joaquim Barbosa. ?Seria incompreensível começar tudo de novo" Antonio Araújo/UOL

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?Eu volto a repetir que as penas que foram fixadas à luz da razoabilidade e a pena final só é mais expressiva aos réus que cometeram muitos delitos?, destacou Luiz Fux Sergio Lima/Folhapress

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05.dez.2012 - "Se tivéssemos levado à risca a jurisprudência do Supremo, as penas teriam sido muito mais gravosas", disse o ministro Joaquim Barbosa em sessão do STF Nelson Jr/STF

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"O crime continuado é uma ficção jurídica para mitigar os efeitos exagerados da aplicação das penas dos crimes concorrentes, quando não há limitação para a acumulação material", afirmou o ministro Marco Aurélio. Nelson Jr/STF

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28.nov.2012 - "Eu pensei que vossa excelência já tivesse passado, agora vejo que foi por telepatia", disse o ministro Marco Aurélio ao presidente do STF, Joaquim Barbosa Sergio Lima/Folhapress

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28.nov.2012 - "A objetividade não pode excluir o voto de nosso decano", afirmou o ministro Marco Aurélio sobre o decano Celso de Mello UOL

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28.nov.2012 - "Detesto repetição de procedimentos e perda de tempo", disse o ministro Joaquim Barbosa na sessão do julgamento do mensalão que terminou a dosimetria das penas dos 25 réus Sergio Lima/Folhapress

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28.nov.2012 - "O senhor está se insurgindo contra a figura do presidente [do STF]", disse Joaquim Barbosa durante discussão com Ricardo Lewandowski no julgamento do mensalão Sergio Lima/Folhapress

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28.nov.2012 - "Roberto Jefferson acabou prestando um grande serviço a essa pátria, no que escancarou as mazelas existentes", disse o ministro Marco Aurélio, que foi favorável ao benefício da confissão para o réu Roberto Jefferson no julgamento do mensalão Nelson Jr/STF

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28.nov.2012 - "Sem Roberto Jefferson, o que teríamos? A continuidade do escamoteamento do que vinha ocorrendo? Sim, teríamos", completou o ministro Marco Aurélio Nelson Jr/STF

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28.nov.2012 - "De denúncia espontânea é que não teve nada", disse o ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, que foi contra conceder ao réu Roberto Jefferson o benefício da confissão Nelson Jr/STF

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28.nov.2012 - "Ao revelar o esquema tornou-se possível desvendar o plano criminoso instalado por detentores de importantes cargos públicos", disse o ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, atual presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), durante sessão em que se definiu a pena de Roberto Jefferson Roberto Jayme/UOL

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28.nov.2012 - "Ele jamais teve o intuito de delatar nada nem ninguém", continuou o ministro Ricardo Lewandowski Nelson Jr/STF

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26.nov.2012 - "Nenhum dos réus negou o recebimento das vantagens. Pelo contrário, todos alegaram que receberam", afirmou o ministro Joaquim Barbosa Nelson Jr/STF

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26.nov.2012 - "Os motivos que o conduziram [Pedro Henry] à prática do crime são extremamente graves", disse o ministro Joaquim Barbosa Nelson Jr/STF

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26.nov.2012 - "O réu [Costa Neto] profissionalizou o modo de recebimento da propina", afirmou o ministro Joaquim Barbosa Antonio Araújo/UOL

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26.nov.2012 - "É uma vergonha, na verdade", concordou o ministro Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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26.nov.2012 - "A prestação de serviços à comunidade tornou-se uma sanção tão banalizada", disse o ministro Celso de Mello sobre réu condenado a regime aberto Roberto Jayme/UOL

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21.nov.2012 - "É como voto, senhor presidente. Ops, é como voto. É força do hábito", disse o ministro Joaquim Barbosa ao concluir um voto. Em seu primeiro dia como presidente do STF, ele se esqueceu, por um momento, que já tinha assumido o cargo Antonio Araújo/UOL

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14.nov.2012 - "A crise no sistema penitenciário tem se revelado crônica", concordou o ministro Celso de Mello Roberto Jayme/UOL

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14.nov.2012 - "Nós temos realmente um inferno nos presídios", disse o ministro Gilmar Mendes, comentando a questão levantada por Toffoli roberto jayme/UOL

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14.nov.2012 - "Prisão restritiva de liberdade combina com o período medieval", disse o ministro Dias Toffoli Roberto Jayme/UOL

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14.nov.2012 - "Somos os guardiões da Constituição. A Constituição é o mais legítimo dos documentos jurídicos porque é produto de uma vontade normativa permanente?, afirmou o ministro Ayres Britto em seu discurso de despedida do STF. Ele completa 70 anos no dia 18 e irá se aposentar Carlos Humberto/STF

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14.nov.2012 - "Juiz não deve impor respeito, deve impor-se ao respeito", disse o ministro Ayres Britto em seu discurso de despedida do STF. Ele completa 70 anos no dia 18 e irá se aposentar Nelson Jr/STF

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14.nov.2012 - "Falar de vossa excelência faz naturalmente dilatar o coração", elogiou Roberto Gurgel, procurador-geral da República, ao falar do ministro Ayres Britto, que se despede do STF Antonio Araújo/UOL

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14.nov.2012 - "Não temos nem direito ao mau humor, tamanha a honra de servir ao nosso país nessa Casa", disse o ministro Ayres Britto em seu discurso de despedida do STF Roberto Jayme/UOL

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12.nov.2012 - "Desta vez nós chegamos a um acordo, se não pleno, praticamente integral", afirmou o ministro-revisor sobre o voto dele em relação ao voto de Barbosa sobre o crime de gestão fraudulenta cometido pela ré Kátia Rabello. "Finalmente", respondeu o ministro-relator, Joaquim Barbosa (dir.) Roberto Jayme e Antonio Araújo/UOL

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12.nov.2012 - "O que era triangular se tornou tentacular, o que era sistemático se tornou sistêmico", afirmou Ayres Britto sobre a atuação de Delúbio Soares no esquema do mensalão Roberto Jayme/UOL

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12.nov.2012 - "O crime [corrupção] foi praticado porque o governo federal não tinha a maioria na Câmara dos Deputados e o fez por meio da compra dos votos, por meio da compra dos líderes [dos partidos]", afirmou o ministro Joaquim Barbosa em seu voto Roberto Jayme/UOL

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12.nov.2012 - "Para esfriar o ambiente, acabei derrubando o copo d'água", disse o ministro Marco Aurélio após bate-boca entre relator e revisor Roberto Jayme/UOL

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12.nov.2012 - "As circunstâncias do crime são também negativas. [Genoino] utilizou a estrutura e o poder do partido que presidia para distribuir recursos em valores extraordinariamente elevados, em espécie, destinados à compra de votos", afirmou Joaquim Barbosa em seu voto Roberto Jayme/UOL

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12.nov.2012 - "A surpresa é a lentidão. O que surpreende é o joguinho. Eu que estou surpreendido com ação de obstrução de vossa excelência", respondeu Joaquim Barbosa Carlos Humberto/STF

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12.nov.2012 - "Vossa excelência está surpreendendo a corte a cada momento", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao criticar Joaquim Barbosa por mudar a ordem de votação dos réus Nelson Jr/STF

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8.nov.2012 - "Eu vou acompanhar a divergência iniciada pelo ministro Marcos Valério", afirmou o ministro Ayres Britto, confundindo o ministro Marco Aurélio com o réu do julgamento Antonio Araújo/UOL

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8.nov.2012 - "Vamos consertar o Brasil com C e com S, mas sem retrocesso cultural", afirmou o ministro Marco Aurélio Nelson Jr/STF

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8.nov.2012 - "Vencido, mas não convencido", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao votar sobre as penas do réu Ramon Hollerbach, ex-sócio de Marcos Valério Roberto Jayme/UOL

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7.nov.2012 - "Afinal, não corremos contra o relógio", disse o ministro Marco Aurélio ao votar sobre Ramon Hollerbach STF

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7.nov.2012 - "Saia daqui do plenário, vá em frente às câmaras e dê suas declarações", respondeu o ministro Ricardo Lewandowski a Joaquim Barbosa STF

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7.nov.2012 - "Não crie frases de efeito. Isso é inadmissível", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao relator Joaquim Barbosa STF

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7.nov.2012 - "Vossa excelência está transformando réu em anjo", disse o ministro Joaquim Barbosa a Lewandowski, que defendeu penas menores para Ramon Hollerbach Agência Brasil

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7.nov.2012 - "Corromper um parlamentar é o mesmo que corromper um guarda de esquina?", respondeu Joaquim Barbosa a Lewandowski Nelson Jr/STF

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7.nov.2012 - "A corrupção de qualquer agente público é igualmente grave, faz parte justamente da pena que se culmina a este tipo de conduta", ressaltou o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski no início do seu voto sobre Ramon Hollerbach Carlos Humberto/STF

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7.nov.2012 - "Eu sorrio quando assim o desejar", respondeu o ministro Joaquim Barbosa (dir.) a Marco Aurélio Carlos Humberto/STF

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7.nov.2012 - "O deboche não calha. Não sorria. A coisa é muito séria" disse o ministro Marco Aurélio em bate-boca com o relator Joaquim Barbosa Carlos Humberto/STF

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25.out.2012 - "Que continue a calmaria", brincou o ministro Marco Aurélio sobre a sequência de votos sem divergências e bate-bocas entre os ministros Roberto Jayme/UOL

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25.out.2012 - "As consequências do crime se revelam mais lesivas que as normais, o crime conduziu a instalação de uma verdadeira engrenagem de desvio de recursos públicos", disse o ministro Barbosa ao votar sobre o crime de corrupção ativa de Ramon Hollerbach Roberto Jayme/UOL

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24.out.2012 - "As circunstâncias judiciais dos crimes não revelaram nenhuma excepcionalidade", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao definir as penas de Ramon Hollerbach, ex-sócio de Marcos Valério Roberto Jayme/UOL

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25.out.2012 - "Não vamos minimizar tanto a participação do Ramon Hollerbach, ele tinha constante diálogo com as autoridades públicas aqui em Brasília. Ele manteve inúmeras reuniões com órgãos públicos envolvidos aqui. Ele estava em todas", disse Barbosa em resposta a Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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24.out.2012 - "Queria assinalar o gesto de grandeza do eminente ministro-relator. Nossas divergências não desbordam do plano estritamente técnico e jurídico", respondeu o ministro Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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24.out.2012 - "Estou muito preocupado e isso tem me levado a me exceder, como fiz há pouco ao rebater de maneira exacerbada o colega ministro Lewandowski, a quem peço desculpas pelo excesso", disse Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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24.out.2012 - "Ninguém advoga para ninguém aqui", interveio o ministro Ayres Britto na discussão entre Barbosa e Lewandowski Nelson Jr/STF

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24.out.2012 - "Vossa excelência é que advoga para ele", disse o ministro Joaquim Barbosa sobre seu colega, Ricardo Lewandowski, que diminuiu a pena de um dos crimes de Marcos Valério. O relator pediu desculpas pelo "excesso" Nelson Jr/STF

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24.out.2012 - "Num colegiado o dissenso é salutar", afirmou o ministro Marco Aurélio, comentando a discordância entre Barbosa e Lewandowski STF

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24.out.2012 - "A minha a lógica é a da Constituição", respondeu o ministro Ricardo Lewandowski a Joaquim Barbosa, após novo bate-boca entre os dois. Em seguida, Barbosa pediu desculpas Carlos Humberto/STF

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24.out.2012 - "A minha lógica não é de vossa excelência. Não barateio o crime de corrupção", afirmou Joaquim Barbosa na discussão com Ricardo Lewandowski, que reduziu a pena de um dos crimes cometidos por Marcos Valério Nelson Jr/STF

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24.out.2012 - "Os dados estão no meu voto, se vossa excelência não leu, problema seu", disse o ministro Joaquim Barbosa a Ricardo Lewandowski. Os dois ministros voltaram a discutir na sessão desta quarta-feira, mas, em seguida, Barbosa pediu desculpas Nelson Jr/STF

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24.out.2012 - "O réu tem o direito de saber os detalhes da dosimetria", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski Nelson Jr/STF

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23.out.2012 - "[A dosimetria] É como fosse uma dose de remédio: não pode ser maior nem menor?, disse o ministro Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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23.out.2012 - "Neste ritmo, não terminaremos este julgamento este ano", disse o ministro Joaquim Barbosa após a primeira sessão de dosimetria das penas dos réus condenados no mensalão. A ideia era terminar a dosimetria nesta semana, mas faltam apenas duas sessões e 24 réus Roberto Jayme/UOL

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23.out.2012 - "Eu não vejo só a árvore, eu vejo a floresta também", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski, discordando do relator Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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23.out.2012 - "A culpabilidade é bastante elevada no caso de Marcos Valério", disse o ministro Joaquim Barbosa ao definir as penas do publicitário Gervásio Baptista/STF

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23.out.2012 - "Vossa excelência está vendo por que, entre outras razões, não pode nos deixar precocemente?", perguntou o ministro Marco Aurélio ao presidente da Corte, Ayres Britto, que se aposenta em novembro Nelson Jr/STF

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23.out.2012 - "A dissidência é própria aos colegiados. O colegiado é, acima de tudo, a somatória de forças distintas", disse o ministro Marco Aurélio ao se posicionar contra a absolvição dos réus cujo julgamento tinha terminado em empate Dorivan Marinho/STF

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23.out.2012 - "Fico feliz de não ter que proferir este voto de minerva que me enerva", afirmou o ministro Ayres Britto, presidente do STF. Ele se recusou a usar o voto de qualidade, também conhecido como "voto de minerva", para desempatar o julgamento de sete réus, que acabaram absolvidos Nelson Jr/STF

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23.out.2012 - "Um ministro sozinho votando por dois me parece que é contraindicado", afirmou Ayres Britto. Ele se recusou a usar o voto de qualidade para desempatar o julgamento de sete réus, que acabaram absolvidos Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "A sociedade não pode perder a crença de que o Estado dará a resposta penal adequada. A paz pública é esta sensação coletiva", afirmou o ministro Ayres Britto. Ele votou por condenar 10 réus por formação de quadrilha Antonio Araújo/UOL

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22.out.2012 - "Quadrilha conota a ideia de organicidade. É algo orgânico. É algo visceral, vertebrado", afirmou o ministro Ayres Britto ao condenar José Dirceu e mais nove réus pelo delito Roberto Jayme/UOL

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22.out.2012 - "Estamos a condenar não atores políticos, mas protagonistas de sórdidas tramas criminosas", disse o ministro Celso de Mello ao condenar 11 réus por formação de quadrilha Carlos Humberto/STF

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22.out.2012 - "Esse processo revela um dos episódios mais vergonhosos da história política de nosso país" Ministro Celso de Mello Carlos Humberto/STF

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22.out.2012 - "Vítimas somos todos nós", afirmou o ministro Celso de Mello ao votar sobre formação de quadrilha no julgamento do mensalão Gervásio Baptista/STF

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22.out.2012 - "Em mais de 44 anos de atuação na área jurídica, nunca presenciei caso em que o delito de quadrilha se apresentasse tão nitidamente caracterizado em todos os seus elementos constitutivos", afirmou o ministro Celso de Mello ao iniciar seu voto Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "É só o indivíduo que mora no morro e sai atirando loucamente pela cidade que abala [a paz social]?, questionou o ministro Joaquim Barbosa Gervásio Baptista/STF

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22.out.2012 - "Houve a formação de uma quadrilha das mais complexas", disse o ministro Marco Aurélio ao condenar 11 réus por este delito Carlos Humberto/STF

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22.out.2012 - "A República não suporta mais tanto desvio de conduta", afirmou Marco Aurélio. Ele leu texto que declamou por ocasião de sua posse no TSE em 2006 Antonio Araújo/UOL

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22.out.2012 - "Na última década, vivenciamos época de abandono a princípios e perda de parâmetros", disse o ministro Marco Aurélio Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "O Brasil se tornou o país do faz-de-conta", disse o ministro Marco Aurélio em seu voto, lendo texto que declamou por ocasião de sua posse no TSE em 2006 Sergio Lima/Folhapress

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22.out.2012 - "Não se torna necessário que existam crimes concretos cometidos", afirmou o ministro Gilmar Mendes ao jusfiticar por que condenou 11 réus por formação de quadrilha Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "Houve a formação de uma engrenagem ilícita que atendeu a todos e cada um", afirmou o ministro Gilmar Mendes Sergio Lima/Folhapress

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22.out.2012 - "É do meu convencimento a existência de um projeto delinquencial", disse o ministro Luiz Fux ao condenar 11 réus Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "A quadrilha perdurou por mais de dois anos", disse Luiz Fux sobre o crime em análise no STF Carlos Humberto/STF

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22.out.2012 - "Só o fato de formar a quadrilha já é crime", afirmou o ministro Luiz Fux, que seguiu o relator e condenou 11 réus Carlos Humberto/STF

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22.out.2012 - "Não me parece que tenha havido a comprovação de que houve uma constituição de uma associação com a específica finalidade de prática de crimes", disse a ministra Cármen Lúcia ao absolver 13 réus do crime de formação de quadrilha Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "Comprar parlamentares, constitutir base no Congresso à base de dinheiro... Como isso não abala a paz social?", questionou o ministro Joaquim Barbosa, referindo-se ao crime de formação de quadrilha, julgado hoje pelo STF Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "A prática de crimes de formação de quadrilha por pessoas que usam terno e gravata traz um desassossego ainda maior", afirmou o ministro-relator Joaquim Barbosa ao comentar o voto de Rosa Weber Nelson Jr/STF

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22.out.2012 - "Os chamados núcleos político, financeiro e publicitário jamais imaginaram formar uma associação para delinquir"", afirmou a ministra Rosa Weber ao absolver 13 réus Nelson Jr/STF

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18.out.2012 - "Nós estudamos ainda com mais afinco as teses jurídicas em busca desse teor maior de segurança jurídica que toda a sociedade espera do Supremo Tribunal Federal", disse o ministro Ayres Britto Nelson Jr/STF

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18.out.2012 - "O Supremo é supremo porque decide em última instância. Na prática, isso exerce sobre todos nós uma saudável pressão psicológica", afirmou o ministro Ayres Britto Nelson Jr/STF

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18.out.2012 - "Essa verdadeira miscelânea conceitual a que incorreu o Ministério Público enfraqueceu as imputações contra os réus" - Ministro Ricardo Lewandowski Antonio Araújo/UOL

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18.out.2012 - "O sentido leigo da palavra quadrilha (...) não pode se impor sobre esta Corte", disse o ministro Lewandowski, que crê que houve falta de clareza na denúncia da Procuradoria Geral da República ao imputar o crime de formação de quadrilha aos 13 réus Nelson Jr/STF

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18.out.2012 - "No direito penal, não há mais ou menos. Ou o comportamento é típico ou não é", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski, justificando seu voto sobre formação de quadrilha Carlos Humberto/STF

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18.out.2012 - "A conduta de cada réu está claramente individualizada com o papel que desempenhavam na quadrilha", disse o ministro Joaquim Barbosa, condenando 11 réus STF

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18.out.2012 - "É uma grande desenvoltura que esse Marcos Valério tinha", diz Barbosa Felipe Sampaio/STF

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18.out.2012 - "A quadrilha levou a efeito diversos crimes para os quais foi constituída" Ministro Joaquim Barbosa Carlos Humberto / STF

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18.out.2012 - "Há provas mais do que consistentes que Delúbio Soares, além de funcionar como braço operacional do núcleo político, era o principal elo entre o núcleo politico e o núcleo publicitário" Ministro Joaquim Barbosa Felipe Sampaio/STF

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18.out.2012 - "Todo esse manancial probatório (...) comprova que era ele [Dirceu] quem comandava o núcleo político?, diz o Ministro Joaquim Barbosa Nelson Jr/STF

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17.out.2012 - "Para a exata compreensão dos fatos é preciso pontuar que Marcos Valério é um profissional do crime já tendo prestado serviços ao PSDB em MG na eleição de Eduardo Azeredo em 1998", diz Barbosa Antonio Araújo/UOL

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17.out.2012 - "O núcleo financeiro, em concurso com o núcleo publicitário, atuou na simulação de empréstimos junto ao Banco Rural e ao banco BMG com objetivo de injetar dinheiro na quadrilha", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao iniciar seu voto sobre formação de quadrilha Antonio Araújo/UOL

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17.out.2012 - "Um mais um é igual a um, como diria Sartre", disse o ministro Ayres Britto, citando o filósofo francês Antonio Araújo/UOL

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17.out.2012 - "O que estamos fazendo aqui é um julgamento rigorosamente jurídico", disse Ayres Britto Nelson Jr/STF

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17.out.2012 - "As empresas de publicidade existem para prestar serviços a terceiros e serem remuneradas. Aqui acontecia o contrário: as empresas é que abasteciam e que pagavam", afirmou o ministro Ayres Britto sobre as empresas de Marcos Valério Nelson Jr/STF

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17.out.2012 - "Marcos Valério firmou um acordo com o Partido dos Trabalhadores para ser, digamos, a lavandeira, o duto, de todos os delitos que se quisesse praticar" Ministro Joaquim Barbosa Nelson Jr/STF

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17.out.2012 - "Penso que a corte exige do Ministério Público uma prova quase que diabólica, uma prova impossível e, mentavelmente, escancara a porta da impunidade", afirmou o ministro Gilmar Mendes ao votar por condenar réus por lavagem de dinheiro Nelson Jr/STF

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17.out.2012 - "A percepção que tive é que ocorreu algum equívoco conventual, inclusive, com relação à prova do dolo", afirmou o ministro Gilmar Mendes ao condenar ex-deputados do PT por lavagem de dinheiro Nelson Jr/STF

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15.out.2012 - "Eu poderia muito bem revisar o meu voto para que o Ministério Público aprenda a fazer a denúncia de maneira mais explícita", disse Joaquim Barbosa Nelson Jr/STF

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15.out.2012 - "Duda e sua sócia nunca quiseram fazer branqueamento de capitais", disse Ricardo Lewandowski Antonio Araújo/UOL

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15.out.2012 - "Eu não quero convencer vossa excelência, eu é que estou convicta", diz Rosa Weber Felipe Sampaio/STF

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15.out.2012 - "Não se está mais no tempo das carruagens? Ministra Rosa Weber, ao comentar as remessas feitas ao exterior, que não precisam ser feitas de maneira física Dorivan Marinho/STF

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15.out.2012 - "É inaceitável numa corte como a nossa [cobrar coerência]. Não me cobre isso, se não vamos ter que passar pente fino nos votos", respondeu o ministro Ricardo Lewandowski após Joaquim Barbosa ter cobrado coerência de seu voto sobre lavagem de dinheiro Nelson Jr/STF

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15.out.2012 - "Não vem escrito 'Duda Mendonça', vem escrito 'Dusseldorf Company'. Aí é que está a lavagem", disse o ministro Joaquim Barbosa Nelson Jr/STF

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15.out.2012 - "Ele [Duda Mendonça] não é um marinheiro de primeira viagem", diz Ministro Ricardo Lewandowski Nelson Jr/STF

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15.out.2012 - "Há mais dúvidas do que certezas", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao absolver Duda Mendonça de todas as acusações Nelson Jr/STF

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15.out.2012 - "Eu desidratei meu voto", diz o ministro Joaquim Barbosa, explicando que deixou o voto mais curto nessa reta final de julgamento do mensalão Divulgação/STF

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15.out.2012 - "Não há dúvida que eles [Duda Mendonça e Zilmar Fernandes] mantiveram os valores superiores a 100 mil dólares no exterior de maneira escondida, sem declaração" Nelson Jr/STF

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11.out.2012 - "Não podemos condenar com base em suposições e deduções. Só podemos condenar com base em provas" - Ministro Dias Toffoli Carlos Humberto / STF

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11.out.2012 - "Metade do Congresso Nacional sabia desse vasto esquema de distribuição de propina" - Ministro Joaquim Barbosa Felipe Sampaio/STF

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11.out.2012 - "Não se distribui quantias desse porte com essa facilidade" - Ministro Joaquim Barbosa Felipe Sampaio/STF

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11.out.2012 - "O crime de lavagem está em um processo de construção", diz Rosa Weber Roberto Jayme/UOL

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11.out.2012 - "Essa é a essência da lavagem de dinheiro: transformar as aparências" - Ministro Luiz Fux Nelson Jr/STF

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11.out.2012 - "Não vi prova de que eles tinham ciência dos crimes antecedentes contra o sistema financeiro nacional e a administração pública" - ministro Ricardo Lewandowski Gervásio Baptista/STF

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11.out.2012 - "Anderson Adauto recebeu R$ 350 mil e disse que nunca fez lavagem de dinheiro" - Ministro Joaquim Barbosa Felipe Sampaio/STF

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11.out.2012 - "Preocupa-me sobremaneira o diapasão que se está dando ao tipo lavagem de dinheiro" disse Marco Aurélio Dorivan Marinho/STF

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10.out.2012 - "[José Dirceu] era plenipotenciário", afirmou Ayres Britto sobre os poderes do então ministro da Casa Civil no governo Lula Nelson Jr/STF

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10.out.2012 - "Há fatos que sussuram, e há fatos que gritam", diz Ayres Britto Felipe Sampaio/STF

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10.out.2012 - "[Dirceu] era de fato o primeiro-ministro do governo", diz ministro Ayres Britto Felipe Sampaio/STF

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10.out.2012 - "Marcos Valério tinha o dom da ubiquidade, estava em todo lugar", afirmou Ayres Britto ao condenar o publicitário por corrupção ativa Nelson Jr/STF

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10.out.2012 - "O que era triangular se tornou tentacular", afirmou o ministro Ayres Britto sobre três os núcleos do mensalão (político, financeiro e publicitário) Nelson Jr/STF

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10.out.2012 - "Um partido não tem o direito de se apropriar de outro (...), menos ainda à base de propina", diz Ayres Britto Roberto Jayme/UOL

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10.out.2012 - "Estamos no vórtice de uma marcha que parece da insensatez", disse o ministro Ayres Britto Roberto Jayme/UOL

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10.out.2012 - "Tais acusados, com hegemonia no plano governamental e partidária, agiram de acordo com uma agenda criminosa muito bem articulada", afirmou Celso de Mello sobre Dirceu e Genoino, condenando-os por corrupção ativa Nelson Jr/STF

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10.out.2012 - "Os atos praticados por esses réus descaracterizaram por completo o modelo de democracia consensual que legitima a atividade e a discussão política", disse o ministro Celso de Mello sobre José Dirceu e José Genoino Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "José Dirceu teve uma participação acentuada nesse escabroso episódio", afirmou o ministro Marco Aurélio sobre o mensalão Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "As reuniões ocorriam, pasmem, no Palácio do Planalto", disse ministro Marco Aurélio Roberto Jayme/UOL

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9.out.2012 - "Estamos aqui a escancarar as vísceras do processo", disse Ministro Marco Aurélio Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "É menosprezar a inteligência alheia", disse Gilmar Mendes sobre negar a participação de Genoino no mensalão Roberto Jayme/UOL

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9.out.2012 - "Os dirigentes do PT pareciam ter um projeto de poder que culminava com dois objetivos: expansão do próprio e a formação de uma base aliada", disse Gilmar Mendes em seu voto Roberto Jayme/UOL

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9.out.2012 - "A vida é como uma estrada, em que se anda mil quilômetros de forma reta, mas num minuto alguém vai trocar o rádio e causa um acidente", disse a ministra Cármen Lúcia ao condenar o ex-presidente do PT José Genoino Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "A ilegalidade não é normal", disse a ministra Cármen Lúcia, rechaçando o argumento de caixa dois usado pela defesa dos réus Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "Há dúvida razoável sobre a autoria dos atos imputados ao réu [José Dirceu]", disse o ministro Dias Toffoli ao absolver o ex-ministro da Casa Civil Felipe Sampaio/STF

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9.out.2012 - "Estes que falaram tanto, o que dizem de José Dirceu? Nada", afirmou o ministro Dias Toffoli sobre depoimentos de demais réus do processo do mensalão Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "As provas não apresentam a fragilidade capaz de infringir dúvida", afirmou Dias Toffoli sobre os parlamentares que receberam propina Nelson Jr/STF

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9.out.2012 - "Genoino está sendo denunciado e será eventualmente condenado pelo simples fato de ter sido presidente do partido à época", disse o ministro Ricardo Lewandowski Nelson Jr/STF

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4.out.2012 - "Esse réu [Roberto Jefferson] é um inimigo figadal de José Dirceu e procurou incriminá-lo e trazê-lo ao bojo dos fatos", disse o ministro Ricardo Lewandowski Robertop Jayme/UOL

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1.out.2012 - "A pretensa justificativa do caixa dois parece tão desarrazoada que toca os debruns da teratologia argumentativa", filosofou o ministro Ayres Britto ao derrubar a tese de que dinheiro do mensalão era caixa dois Roberto Jayme/UOL

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4.out.2012 - "Há indícios que gritam nesses autos que permitem montar um quebra-cabeça, peça por peça, como demonstra o relator", afirmou a ministra Rosa Weber, seguindo o voto de Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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4.out.2012 - "Houve conluio para conquistar votos (...) e o elemento sinalizador é o depoimento de Roberto Jefferson", afirmou a ministra Rosa Weber Roberto Jayme/UOL

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4.out.2012 - "Não parece que está havendo uma contradição no voto de vossa excelência?", questionou o ministro Gilmar Mendes sobre o voto de Lewandowski Nelson Jr/STF

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4.out.2012 - "Não há nenhuma contradição no meu voto. Só que eu não identifico o ato de ofício, porque não acho que haja necessidade", disse o ministro Ricardo Lewandowski em resposta a questionamento de Gilmar Mendes Roberto Jayme/UOL

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4.out.2012 - "As imputações são mais políticas do que jurídicas", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao apontar a falta de provas para condenar o ex-ministro José Dirceu Nelson Jr./STF

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4.out.2012 - "Tudo se baseia em ouvir dizer, em ilações", alegou o ministro Ricardo Lewandowski ao apontar a falta de provas para condenar o ex-ministro José Dirceu Felipe Sampaio/STF

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4.out.2012 - "Não descarto que ele [Dirceu] tenha sido até o mentor desta trama criminosa, mas isso não encontra ressonância na prova dos autos", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao apontar a falta de provas para condenar o ex-ministro José Dirceu Nelson Jr./STF

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3.out.2012 - "Se houver um dia que um presidente de partido político não puder se sentar com outros presidentes de partido para discutir coalisões, então é melhor fechar o país e voltar aos tempos da ditadura", disse ministro Ricardo Lewandowski ao votar pela absolvição de José Genoino Roberto Jayme/UOL

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3.out.2012 - "Jefferson faz uma acusação bombástica, acusa todo mundo (...), mas quando ouvido na fase judicial, torna-se dúbio, vago", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao desqualificar o depoimento de Roberto Jefferson, delator do mensalão Nelson Jr./STF

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3.out.2012 - "Todos sabem que o Genoino é um deputado ideológico. Nunca ouvi falar que era um deputado fisiológico", alegou o ministro Ricardo Lewandowski ao votar pela absolvição de José Genoino Antonio Araujo/UOL

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3.out.2012 - "O Ministério Público não conseguiu nem de longe comprovar as acusações (...) o que me leva à conclusão de não haver nenhuma prova", afirmou o revisor Ricardo Lewandowski ao absolver José Genoino Roberto Jayme/UOL

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3.out.2012 - "Dirceu efetivamente comandou a atuação de Marcos Valério e Delúbio Soares", disse o ministro Joaquim Barbosa ao votar pela condenação do ex-ministro José Dirceu Roberto Jayme/UOL

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3.out.2012 - "Fica provado que José Dirceu mantinha proximidade e influência superlativa sobre os demais corréus", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao votar pela condenação do ex-ministro José Dirceu Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

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3.out.2012 - "É uma inédita convergência de coincidências", alegou o ministro Joaquim Barbosa ao comentar a relação da ex-mulher de José Dirceu com réus do mensalão Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

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3.out.2012 - "O acordo criminoso se traduz no conluio entre acusados e os parlamentares que receberam os repasses. Disso, sem dúvida, que o acusado Genoino participou", disse o ministro Joaquim Barbosa ao votar pela condenação de José Genoino, ex-presidente do PT Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

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1.out.2012 - "Quanto mais se torce a verdade, mais ela encarde", disse o ministro Ayres Britto ao proferir seu voto sobre a compra de apoio de parlamentares Roberto Jayme/UOL

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1.out.2012 - "A lavagem de dinheiro é uma prática escamoteada própria", alegou o ministro Marco Aurélio ao votar pela absolvição do crime de lavagem de dinheiro imputado aos réus do mensalão Roberto Jayme/UOL

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1.out.2012 - "Estamos aqui a julgar e não a pré-julgar", afirmou o ministro Marco Aurélio durante seu voto Roberto Jayme/UOL

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1.out.2012 - "O ato de corrupção constitui um gesto de perversão de ética", afirmou o ministro Celso de Mello ao condenar a corrupção em um longo discurso Roberto Jayme/UOL

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27.set.2012 - "É o eufemismo dos eufemismos", disse o ministro Gilmar Mendes ao criticar a tese da defesa de que pagamento do mensalão era proveniente de caixa dois eleitoral Nelson Jr./STF

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27.set.2012 - "A política é necessária (...). Não queria que o jovem desacreditasse da política por causa do erro de um ou de outro (...). Isso não significa que a política seja sempre corrupta", disse a ministra Cármem Lúcia, que também é presidente do TSE Carlos Humberto/STF

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27.set.2012 - "Se o dinheiro é público, como falar de caixa dois?", disse o ministro Ayres Britto ao citar a tese da defesa; para Britto, caixa dois sempre foi associado historicamente a dinheiro privado Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Foi a lavagem mais deslavada que eu já vi", disse o ministro Luiz Fux sobre o voto em relação ao ex-deputado José Borba Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Esta viagem é esdrúxula (...) é bizarra", alegou o ministro Joaquim Barbosa ao criticar voto do ministro Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Eles viajaram um do ladinho do outro", disse o ministro Ayres Britto referindo-se a uma viagem até Portugal feita pelos réus Marcos Valério, Rogério Tolentino e Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Se vossa excelência não admite a controvérsia (...) deveria pedir que abolisse a figura do revisor", respondeu o ministro Ricardo Lewandowski ao ser criticado pelo colega Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Estou estupefato e perplexo", responde o ministro Ricardo Lewandowski às críticas recebidas de Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Eu estou usando muito bem o vernáculo, só não admito hipocrisia", afirmou o ministro Joaquim Barbosa em resposta ao colega Marco Aurélio, que pediu que ele "policiasse" a linguagem na Corte Sergio Lima/Folhapress

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26.set.2012 - "Vossa excelência está num colegiado de alto nível. Vamos respeitar os colegas. O senhor não está respeitando a instituição", repreendeu o ministro Marco Aurélio o colega Joaquim Barbosa, que discutiu com o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Ninguém faz vista grossa. Aguarde a manifestação dos colegas (...). Policie sua linguagem", disse o ministro Marco Aurélio ao colega Joaquim Barbosa, que discutiu com o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski Nelson Jr./STF

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26.set.2012 - "Nós, como ministros do Supremo, não podemos fazer vista grossa", disse o ministro Joaquim Barbosa ao criticar o colega Ricardo Lewandowski Sergio Lima/Folhapress

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26.set.2012 - "É interessante a hipótese, mas nós não estamos num happy hour", disse o ministro Luiz Fux sobre a fala do ministro Lewandowski citando um exemplo de punição referente à Lei Seca Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Ninguém passa recibo de corrupção", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao proferir seu voto sobre o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) Roberto Jayme/UOL

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26.set.2012 - "Quem quiser ouvir meu voto tem que estar aqui em plenário e ouvir o que estou dizendo", disse o ministro Ricardo Lewandowski em resposta ao ministro Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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24.set.2012 - "Essa Guaranhuns é uma verdadeira lavanderia de dinheiro", disse o ministro Ricardo Lewandowski sobre a empresa acusada de participar de lavagem de dinheiro no mensalão Antonio Araujo/UOL

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24.set.2012 - "Acho que o senhor Valdemar Costa Neto vai reclamar e com razão", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao comentar o voto de Ricardo Lewandowski pela condenação do réu por corrupção e lavagem de dinheiro; o voto difere de outros de Lewandowski, que absolveu de lavagem alguns réus que também receberam dinheiro Antonio Araujo/UOL

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24.set.2012 - "Não há uma prova sequer de que o réu tenha apertado um botão", alegou o ministro Ricardo Lewandowski ao votar pela absolvição de Breno Fischberg Gervásio Baptista/STF

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24.set.2012 - "Não há necessidade que todos os integrantes se conheçam", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao condenar três réus pelo crime de formação de quadrilha Roberto Jayme/UOL

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20.set.2012 - "Na maior parte dos casos, o que ocorreu: houve um acordo entre partidos para financiamento de campanhas", alegou o ministro Ricardo Lewandowski ao votar sobre os parlamentares que teriam recebido dinheiro no suposto esquema do mensalão Alan Marques/Folhapress

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20.set.2012 - "Estou assustado com o conceito que está sendo veiculado de lavagem de dinheiro", alegou o ministro Marco Aurélio ao questionar entendimento do relator Joaquim Barbosa sobre o crime Nelson Jr./STF

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20.set.2012 - "O que houve foi a compra de parlamentares para consolidar a base de apoio do governo (...) A lealdade, de fato, é uma arma dos parlamentares", disse o ministro Joaquim Barbosa ao entender que houve compra de votos no mensalão Antonio Araujo/UOL

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20.set.2012 - ?Não vejo como divorciar os pagamentos realizados da atividade do parlamentar [José Borba] na Câmara dos Deputados?, afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao condenador o ex-deputado José Cruz/Agência Brasil

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19.set.2012- "Não só [Jacinto Lamas] tinha conhecimento do caráter criminoso do Valdemar Costa Neto como queria auxiliá-lo na prática criminosa", disse o ministro Joaquim diz Barbosa sobre os réus do PL no julgamento do mensalão STF

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17.set.2012 - "Percebemos que as acusações estão muito distantes de mera vingança política de [Roberto] Jefferson", disse o ministro Joaquim Barbosa ao comentar a denúncia de Jefferson sobre o esquema do mensalão Nelson Jr./STF

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17.set.2012 - "Eu nunca tinha ouvido isso, entrega de dinheiro a domicílio", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao ler seu voto sobre os réus do mensalão ligados ao PP Nelson Jr./STF

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13.set.2012 - "Já estou rouco e cansado de ouvir", disse o ministro Gilmar Mendes ao começar seu voto depois de mais de quatro horas de julgamento sem intervalo Roberto Jayme/UOL

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13.set.2012 - "Aos 66 anos, não posso acreditar em Papai Noel", afirmou o ministro Marco Aurélio ao condenar a ré Geiza Dias por envolvimento no crime de lavagem de dinheiro Dorivan Marinho/STF

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13.set.2012 - "Só o coração bom do ministro Toffoli para entender que ela foi condenada por um beijo. Se tivesse, era o beijo da morte que ela dava no final dos e-mails", disse o ministro Luiz Fux se referindo à ré Gelza Dias Antonio Araujo/UOL

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13.set.2012 - "Eu conheço uma pessoa que foi condenada por um beijo: Jesus Cristo", disse o ministro Dias Toffoli ao absolver Geiza Dias, que mandava beijos ao fim de e-mails enviados durante o suposto esquema Nelson Jr./STF

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13.set.2012 - "A denúncia conseguiu comprovar o valerioduto (...). Aquilo que a imprensa chamou de mensalão são cenas que assistiremos no próximo capítulo", alegou o ministro Dias Toffoli ao apresentar seu voto Roberto Jayme/UOL

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13.set.2012 - "Geiza era a frentista do posto de gasolina em que o dono colocava combustível falso", alegou o ministro Dias Toffoli ao absolver Geiza Dias Dorivan Marinho/STF

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13.set.2012 - "O dinheiro lícito e o ilícito não são como água e óleo, eles se misturam", afirmou o ministro Luiz Fux ao votar sobre o crime de lavagem de dinheiro Antonio Araujo/UOL

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13.set.2012 - "Há muito método nessa loucura", afirmou o ministro Ayres Britto, citando Shakespeare enquanto ministros falavam sobre a lavagem de dinheiro Antonio Araujo/UOL

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13.set.2012 - "Assim como o rio é rio desde a nascente até a foz, a denúncia é a mesma de ponta a ponta", disse o ministro Ayres Britto ao discutir a condenação de Rogério Tolentino Antonio Araujo/UOL

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13.set.2012 - "Tolentino era companheiro de todas as horas de Valério", disse o ministro Joaquim Barbosa ao comentar a relação entre o réu Rogério Tolentino e Marcos Valério, apontado como operador do mensalão Nelson Jr./STF

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12.set.2012 - "Simone Vasconcellos distribuía dinheiro vivo até em quartos de hotéis. Seria pueril, por parte da defesa, negar estes fatos", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao condenar a ré Nelson Jr./STF

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12.set.2012 - "Este fatiamento me deixou um pouco, digamos assim, desorganizado", disse o ministro Ricardo Lewandowski sobre a apresentação dos votos de forma separada Antonio Araujo/UOL

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12.set.2012 - "Estou perplexo com a afirmação de vossa excelência. Eu não me canso de elogiar seu voto (...) Há pontos que obviamente discordamos", respondeu o ministro Ricardo Lewandowski ao ser criticado pelo colega Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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12.set.2012 - "Vamos parar com esse jogo de intrigas. Faça o seu voto de maneira sóbria", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao criticar o colega Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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12.set.2012 - "Isso é um absurdo. Em qualquer país decentemente organizado, um delegado desse estaria suspenso", disse o ministro Joaquim Barbosa ao criticar o delegado da PF que presidiu a investigação do mensalão e deu entrevistas Roberto Jayme/UOL

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10.set.2012 - "Acho que talvez fosse conveniente estudarmos sessões extras exclusivamente para esse julgamento", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao pedir mais sessões ao presidente do STF Antonio Araujo/UOL

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10.set.2012 - "Não se trata de empresário mequetrefe, como se sustentou a outra ré", ironizou o ministro Joaquim Barbosa ao lembrar da defesa de Geiza Dias Sergio Lima/Folhapress

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10.set.2012 - "Foram identificadas e comprovadas 46 operações de lavagem de dinheiro", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao ler seu voto sobre o crime que teria sido cometido por integrantes do Banco Rural e o grupo de Marcos Valério Nelson Jr./STF

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10.set.2012 - "Marcos Valério mentiu. É interessante observar que ele muda de versão conforme as circunstâncias", afirmou o ministro Joaquim Barbosa ao ler seu voto sobre o crime de lavagem de dinheiro Nelson Jr./STF

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6.set.2012 - "Os descuidos foram em quantidades enlouquecidas", afirmou o ministro Ayres Britto sobre os empréstimos do Banco Rural Antonio Araújo/UOL

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6.set.2012 - "Nunca esqueçamos os ataques de que fui objeto durante estes últimos sete anos, os ataques velados, sempre tendo como pano de fundo este processo", relembrou o ministro Joaquim Barbosa Antonio Araujo/UOL

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6.set.2012 - ?No fundo, figuras principais desse julgamento somos todos nós [do STF]?, disse o ministro Celso de Mello Antonio Araújo/UOL

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6.set.2012 - "Antes ter um culpado solto do que um inocente preso", disse o ministro Marco Aurélio sobre os réus do julgamento do mensalão Antonio Araújo/UOL

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6.set.2012 - "Eu diria, no jargão carioca, haja coração ante o fatiamento", disse o ministro Marco Aurélio sobre a metodologia que está sendo seguida no julgamento do mensalão Antonio Araújo/UOL

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6.set.2012 - "Se pudesse usar um rótulo a esses empréstimos usaria 'empréstimos de gaveta'", disse o ministro Marco Aurélio sobre os empréstimos do Banco Rural a Marcos Valério e ao PT Antonio Araújo/UOL

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5.set.2012 - "Colocaram uma verdadeira laranja", disse o ministro Dias Toffoli ao condenar três réus do mensalão e absolver Ayanna Tenório, aqui citada como suposta "laranja" do esquema Roberto Jayme/UOL

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5.set.2012 - "A Justiça é uma ponte por onde passam todas as misérias e todas as aberrações", afirmou o ministro Luiz Fux durante a leitura de seu voto sobre os réus do Banco Rural Roberto Jayme/UOL

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5.set.2012 - "Na verdade, infelizmente, a entidade serviu de uma verdadeira lavanderia de dinheiro", disse o ministro Luiz Fux ao condenar dirigentes do Banco Rural Antonio Araujo/UOL

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5.set.2012 - "O crime cometido pelos réus não deveria ser gestão temerária nem gestão fraudulenta, deveria ser gestão tenebrosa", afirmou o ministro Luiz Fux ao condenar três réus do Banco Rural Roberto Jayme/UOL

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5.set.2012 - "A pessoa que é vice-presidente assina um contrato nessas condições é evidente que não podemos considerar com candura uma pessoa assim", alegou o ministro Joaquim Barbosa ao questionar a absolvição de Ayanna Tenório pelo ministro Ricardo Lewandowski Sergio Lima/Folhapress

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5.set.2012 - "[Samarane] não era gestor e não podia ser agente do crime de gestão fraudulenta", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao absolver o réu Vinícius Samarane, do Bando Rural Antonio Araujo/UOL

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5.set.2012 - "Ela era uma simples empregada", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao absolver a ré Ayanna Tenório, do Banco Rural Roberto Jayme/UOL

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3.set.2012 - "Me parece que houve não um empréstimo, mas um negócio de pai para filho", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao citar que os empréstimos concedidos pelo Banco Rural eram fraudulentos Roberto Jayme/UOL

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3.set.2012 - "Os bancos não são instituições filantrópicas", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao votar pela condenação de dois réus ligados ao Banco Rural Antonio Araujo/UOL

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30.ago.2012 - "Algo de vinagre, algo de fel, fica no céu da boca do magistrado que se vê na obrigação de condenar alguém", disse o ministro Ayres Britto Roberto Jayme/UOL

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30.ago.2012 - "Somos todos pesquisadores, investigadores, analistas, intérpretes de dispositivos jurídicos", afirmou o ministro Ayres Britto durante seu voto Roberto Jayme/UOL

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30.ago.2012 - "As posições funcionais de João Paulo Cunha e Henrique Pizzolato, na Câmara dos Deputados e no Banco do Brasil, foram decididamente utilizadas para beneficiar ilicitamente as empresas de Marcos Valério", disse o ministro Ayres Britto ao condenar os réus Roberto Jayme/UOL

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29.ago.2012 - "São os infratores do erário, que trazem consigo o estigma da desonestidade", disse o ministro Celso de Mello ao defender que os funcionários públicos que cometem crimes devem ser rigorosamente punidos Roberto Jayme/UOL

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29.ago.2012 - "Pretendo dar um voto republicano. Nem parcimônia, nem justiçamento", disse o ministro Marco Aurélio de Mello ao proferir seu voto contra os réus Roberto Jayme/UOL

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29.ago.2012 - "Nenhum juiz verdadeiramente digno de sua vocação condena ninguém por ódio", afirmou o ministro Cezar Peluso ao se despedir da Corte; ele se aposenta no dia 3 de setembro Carlos Humberto/STF

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29.ago.2012 - "Por que não receber o dinheiro em uma agência na própria Câmara? Por que não mandou um assessor? Por que mandou a mulher?", questionou o ministro Cezar Peluso ao condenar João Paulo Cunha Roberto Jayme/UOL

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29.ago.2012 - "A alegação é absolutamente inverossímil", disse o ministro Cezar Peluso ao comentar a afirmação de que os R$ 50 mil recebidos pela mulher de João Paulo Cunha seriam usados para pagar pesquisas eleitorais em Osasco Roberto Jayme/UOL

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27.ago.2012 - "A defesa não é obrigada a comprovar as suas versões", alegou o ministro Dias Toffoli ao votar pela absolvição de João Paulo Cunha; para o ministro, quem deve provar os crimes é quem faz a denúncia, no caso, a Procuradoria Geral da República Alan Marques/Folhapress

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27.ago.2012 - "Estava às claras para esconder", ironizou a ministra Cármen Lúcia ao comentar que o saque da mulher do réu João Paulo Cunha teria sido feito "às claras" Roberto Jayme/UOL

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27.ago.2012 - "Quanto maior o poder ostentado pelo criminoso, mas fácil esconder o ilícito", disse a ministra Rosa Weber ao proferir seu voto Alan Marques/Folhapress

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27.ago.2012 - "Só não muda de opinião quem já morreu", disse o ministro Luiz Fux durante seu voto Roberto Jayme/UOL

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27.ago.2012 - "Eu dou a mão à palmatória, foi de muita prudência de vossa excelência [Joaquim Barbosa] fatiar o voto", disse o ministro Luiz Fux sobre a metodologia de votação Carlos Humberto/STF

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23.ago.2012 - "Se ficarmos no vai e vem não terminaremos nunca", ponderou o presidente do STF, ministro Ayres Britto, ao comentar o pedido de tréplica de Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL

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23.ago.2012 - "Se houver réplica, deve haver tréplica", afirmou o ministro-revisor Ricardo Lewandowski após o relator Joaquim Barbosa dizer que vai fazer considerações sobre o voto do colega Roberto Jayme/UOL

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23.ago.2012 - "Causa-me perplexidade a curiosa circunstância de que o Ministério Público, embora convicto, não tenha denunciado também o jornalista Luiz Carlos Pinto", afirmou o ministro Lewandowski ao comentar a acusação de que João Paulo Cunha tenha forjado a contratação do assessor Luiz Carlos Pinto Roberto Jayme/UOL

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23.ago.2012 - "Penso que ficou bem demonstrado que o réu solicitou os R$ 50 mil ao partido para pagar uma pesquisa eleitoral efetivamente realizada. Não ficou caracterizada, portanto, a prática do crime de corrupção passiva", disse o ministro Ricardo Lewandowski ao votar pela absolvição do réu João Paulo Cunha Roberto Jayme/UOL

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22.ago.2012 - "Decidi rever provas do processo e me deparei com documentos que me levaram a dar uma guinada de 180º", disse o ministro-revisor Ricardo Lewandowski ao votar pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato pelo crime de peculato Roberto Jayme/UOL

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22.ago.2012 - "Foi mais um pesponto que um contraponto", brincou o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, ao comentar que o voto do ministro-revisor, Ricardo Lewandowski, não foi contrário ao do relator, Joaquim Barbosa Roberto Jayme/UOL

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22.ago.2012 - "O sapateiro foi além da sandália", afirmou o ministro-revisor Ricardo Lewandowski ao afirmar que a agência de Marcos Valério, a DNA propaganda, "extrapolou" valores do contrato com o Banco do Brasil Roberto Jayme/UOL

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22.ago.2012 - "Vejam a total balbúrdia que reinava neste setor do Banco do Brasil", afirmou o ministro-revisor Ricardo Lewandowski ao comentar que não havia sistemática prévia para a autorização do pagamento de antecipações no setor de marketing, onde atuava o réu Henrique Pizzolato Roberto Jayme/UOL

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22.ago.2012 - "A argumentação desenvolvida pela defesa não possui nenhuma importância para os efeitos penais", afirmou o ministro-revisor Ricardo Lewandowski sobre a defesa do réu Henrique Pizzolato Roberto Jayme/UOL

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20.ago.2012 - "Os acusados desviaram recursos do Banco do Brasil e, mediante lavagem de dinheiro, distribuíram a parlamentares e a si próprios", disse o ministro Joaquim Barbosa ao votar pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e de Marcos Valério e seus ex-sócios, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach Nelson Jr./STF

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20.ago.2012 - "Os acusados estavam efetivamente participando de um esquema de desvios públicos", afirmou o relator Joaquim Barbosa ao votar pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e de Marcos Valério e seus ex-sócios, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach Fellipe Sampaio/STF

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20.ago.2012 - "Determinadas coisas não convencem", disse o relator Joaquim Barbosa, ao citar depoimento de Henrique Pizzolato na CPI que investigou o caso do mensalão Roberto Jayme/UOL

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16.ago.2012 - "João Paulo Cunha sabia que os recursos por ele recebidos eram repassados pelas empresas de Marcos Valério", disse o ministro Joaquim Barbosa ao votar pela condenação dos dois réus nos crimes de corrupção passiva e ativa Roberto Jayme/UOL

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16.ago.2012 - "Como revisor, eu me oponho a adotar os núcleos, assim estaremos admitindo que existem núcleos", afirmou o ministro Ricardo Lewandowski ao criticar a forma de votação do relator, Joaquim Barbosa, seguindo os núcleos firmados pela Procuradoria (núcleos político, operacional e financeiro) Antonio Araújo/UOL

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16.ago.2012 - "Isso é uma ofensa", disse o ministro-relator Joaquim Barbosa ao revisor Ricardo Lewandowski, que criticou a forma como Barbosa apresentaria seu voto Roberto Jayme/UOL

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15.ago.2012 - "Eu quero eliminar as abobrinhas", disse o ministro Joaquim Barbosa se referindo às preliminares apresentadas pelas defesas dos réus do mensalão e que são alvo de votação dos ministros Antonio Araújo/UOL

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15.ago.2012 - "Não me preocupa a angústia do tempo", respondeu o ministro Celso de Mello quando o presidente do STF, Ayres Britto, quis resumir seu voto sobre uma preliminar do voto do relator Alan Marques/Folhapress

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15.ago.2012 - "Não sei o que poderiam falar sobre mim", brincou o ministro Marco Aurélio ao comentar a fala de Joaquim Barbosa, que reclamou de críticas de advogados dos réus Antônio Araújo/UOL

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15.ago.2012 - "Pode não ter agredido a mim, mas agrediu esta Suprema Corte e este país", disse o ministro Joaquim Barbosa ao responder a críticas de advogados dos réus Carlos Humberto/STF

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15.ago.2012 - "Dirceu é um homem íntegro, um homem honesto, um homem duro", disse o advogado de Zilmar Fernandes e Duda Mendonça, Antonio Carlos Castro, ao comentar o envolvimento do ex-ministro José Dirceu no caso Antonio Araújo/UOL

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15.ago.2012 - "Não é ladainha! (...) Respeite a responsabilidade de defender um cidadão", disse o advogado de Zilmar Fernandes e Duda Mendonça, Antonio Carlos Castro, criticando a fala do procurador-geral, Roberto Gurgel Antonio Araújo/UOL

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15.ago.2012 - "Duda e Zilmar não são mensaleiros", disse o advogado de Duda Mendonça e Zilmar Fernandes, Luciano Feldens Reprodução

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15.ago.2012 - "Duda Mendonça saiu da Bahia para ganhar o mundo, mas a Bahia não saiu dele", disse o advogado de Zilmar Fernandes e Duda Mendonça, Antonio Carlos Castro, conhecido como Kakay Roberto Jayme/UOL

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15.ago.2012 - "A acusação tratou os dois [Duda e Zilmar] como sendo um só, como [a dupla sertaneja] Leandro & Leonardo", disse o advogado de Zilmar Fernandes e Duda Mendonça, Antonio Carlos Castro, o Kakay Roberto Jayme/UOL

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14.ago.2012 - "Só faltou a Odete Roitman e o Bin Laden. Tudo foi imputado [a José Dirceu]", disse o advogado de João Magno, Sebastião Tadeu Reis, ao citar que o ex-ministro da Casa Civil, também réu no mensalão, foi alvo de uma campanha difamatória na mídia Felipe Sampaio/STF

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14.ago.2012 - "Ele gozava de uma amizade tão grande com o Delúbio a ponto de ser chamado de 'Zé Linguiça' por ele", afirmou o advogado de Professor Luizinho, Pierpaolo Cruz Bottini, ao alegar que o assessor de seu cliente sacou dinheiro de forma independente Antonio Araújo/UOL

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14.ago.2012 - "É hora dessa sociedade perceber que o fato de ser político não é crime", disse o advogado de Professor Luizinho, Pierpaolo Cruz Bottini Nelson Jr./STF

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14.ago.2012 - "Senhor procurador, a tua piscina está cheia de ratos, mas a sua ideia não corresponde aos fatos", disse o advogado de Anita Leocádia, Luís Maximiliano Mota, citando o cantor Cazuza Antonio Araújo/UOL

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14.ago.2012 - "Acho que o Chico [Buarque] já deu o que tinha que dar", falou o advogado de Anita Leocádia, Luís Maximiliano Mota, ao quase citar o artista, mas recuando; obras de Chico Buarque já foram mencionadas ao menos duas vezes durante o julgamento Antonio Araújo/UOL

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14.ago.2012 - "Precisamos aqui de uma bomba que produza calma e jurisprudência", pediu o advogado de Anita Leocádia, Luís Maximiliano Mota, aos ministros do STF Nelson Jr./STF

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14.ago.2012 - "A opinião pública não é a voz da Justiça", disse o advogado do ex-deputado Paulo Rocha, João dos Santos Gomes Filho, pedindo a absolvição de seu cliente Antonio Araújo/UOL

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14.ago.2012 - "Se o dinheiro foi lavado, ele chegou limpo ao diretório do PT [no Pará]", afirmou o advogado do ex-deputado Paulo Rocha, João dos Santos Gomes Filho, negando que seu cliente tenha lavado dinheiro Nelson Jr./STF

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13.ago.2012 - "Vossa excelência [Roberto Gurgel] tem uma aparência agradável, gentil, lembra até um pouco o jeito do Jô Soares", disse o advogado de Emerson Palmieri, Itapoã Prestes de Messias, dirigindo-se ao procurador-geral da República Carlos Humberto/STF

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13.ago.2012 - "Os textos produzidos estão cheios de furos e esparadrapos. (...) As provas não são robustas, são anêmicas", alegou o advogado de José Borba, Inocêncio Martires Coelho, ao criticar a denúncia da Procuradoria Fellipe Sampaio/STF

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13.ago.2012 -"Lula não só sabia como ordenou o encadeamento de tudo isso que essa ação penal escrutina", acusou o advogado de Roberto Jefferson, Luiz Francisco Corrêa Barbosa, durante sua sustentação oral Carlos Humberto/STF

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13.ago.2012 - "Disse Roberto Jefferson que o presidente [Lula] se deu por surpreso e chegou a lacrimejar", afirmou o advogado de Roberto Jefferson, Luiz Francisco Corrêa Barbosa, sobre o momento em que o ex-presidente teria ficado sabendo do mensalão Carlos Humberto/STF

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10.ago.2012 - "Jacinto Lamas era um zero à esquerda em questões políticas", afirmou o advogado de Jacinto Lamas, Délio Lins e Silva Júnior, ao alegar que ele não sabia do esquema Roberto Jayme/UOL

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10.ago.2012 - "Gostaria que vossas excelências separassem mensageiros de mensaleiros", afirmou o advogado de Jacinto Lamas, Délio Lins e Silva Júnior Roberto Jayme/UOL

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10.ago.2012 - "Que quadrilha é essa que não se conhece? Que quadrilha é essa que pratica um único crime? Me parece extravagante", questionou o advogado de Valdemar Costa Neto, Marcelo Luiz Ávila de Bessa, sobre uma das acusações ao seu cliente Roberto Jayme/UOL

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10.ago.2012 - "É difícil se defender de notas de rodapé. Isso deveria estar estampado no meio do processo em letras garrafais", afirmou o defensor público de Carlos Alberto Quaglia, Haman Tabosa de Moraes e Córdova sobre a citação do réu nos autos Roberto Jayme/UOL

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10.ago.2012 - "É como ter de um lado um boxeur, preparado para o combate [a PGR], e, do lado de cá, um réu indefeso", disse o defensor público de Carlos Alberto Quaglia, Haman Tabosa de Moraes e Córdova Roberto Jayme/UOL

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10.ago.2012 - "A acusação sofre de uma fragmentação lógica", disse o advogado de Breno Fischberg, Guilherme Alfredo de Moraes Nostre Roberto Jayme/UOL

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9.ago.2012 - "O defendente não passa de um grão de sal", disse o advogado de João Cláudio Genú, Maurício Maranhão de Oliveira, ao comentar que seu cliente apenas cumpria ordens Roberto Jayme/UOL

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9.ago.2012 - "[Denúncia] é um ilusionismo jurídico", disse o advogado de Henrique Pizzolato, Marthius Sávio Cavalcante Lobato, ao criticar o procurador-geral, Roberto Gurgel Roberto Jayme/UOL

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9.ago.2012 - "O próprio Ministério Público não acredita na lista que funda sua acusação", disse o advogado de Pedro Corrêa, Marcelo Leal de Lima Oliveira Roberto Jayme/UOL

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9.ago.2012 - "O Ministério Público, utilizando-se de um espelho côncavo, mostrou um objeto distorcido. E, como estava distorcido, fez ver naquele objeto uma mácula", disse o advogado de Pedro Corrêa, Marcelo Leal de Lima Oliveira Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "Dizem que ele foi magnânimo, (...) mas foi mesquinho", disse o advogado do ex-ministro Luiz Gushiken, José Roberto Leal de Carvalho, referindo-se ao procurador-geral, Roberto Gurgel, que pediu a absolvição de seu cliente Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "A ideia de lavagem de dinheiro em relação a João Paulo Cunha é fantasmagórica", afirmou o advogado do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), Alberto Toron José Cruz/Agência Brasil

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8.ago.2012 - "Eu queria dizer mais coisas, mas o tempo me come", disse o advogado do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), Alberto Toron, ao ver que faltavam poucos minutos para terminar sua sustentação oral Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "É diferente de alguém que mandou o feirante, que mandou o pintor. Ele mandou a mulher", alegou o advogado do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), Alberto Toron, ao comentar que os R$ 50 mil sacados pela mulher do parlamentar na época do suposto mensalão não eram fruto de corrupção Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "É kafkiana a acusação contra ela", disse o advogado de Ayanna Tenório, Antonio Cláudio Mariz, ao defender sua cliente Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "Saber [das irregularidades] como? Por osmose? Por adivinhação??, afirmou o advogado de Ayanna Tenório, Antonio Cláudio Mariz Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "Como ela poderia saber que estaria se envolvendo numa trama diabólica (...) se documentos oficiais não a comunicavam de eventuais irregularidades?", alegou o advogado de Ayanna Tenório, Antonio Cláudio Mariz Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "Mensalão é marca de fantasia", alegou Márcio Thomaz Bastos, que defende José Roberto Salgado, ex-diretor e ex-vice presidente do Banco Rural Roberto Jayme/UOL

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8.ago.2012 - "É um julgamento de bala de prata, feito uma vez só", disse Márcio Thomaz Bastos, que defende José Roberto Salgado, ex-diretor e ex-vice presidente do Banco Rural Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "É preferível julgar um rio, mas não Cachoeira. Um rio pode ter caráter constitucional", afirmou o advogado de Geiza Dias, Paulo Sérgio Abreu e Silva (o mesmo que defendeu Rogério Tolentino), ao argumentar que o processo do mensalão, assim como o de Carlinhos Cachoeira, não deveria ser julgado no STF, que tem caráter constitucional André Borges/Folhapress

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7.ago.2012 - "Ela foi escorraçada pela família. Os familiares não admitiam a presença dela [em BH]", disse o advogado de Geiza Dias, Paulo Sérgio Abreu e Silva (o mesmo que defendeu Rogério Tolentino), ao comentar as consequência da acusação contra sua cliente André Borges/Folhapress

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7.ago.2012 - "Ela era uma funcionária mequetrefe. Geiza cumpria ordens, trabalhava no terceiro ou quatro escalão. Era uma batedeira de cheque", alegou o advogado de Geiza Dias, Paulo Sérgio Abreu e Silva (o mesmo que defendeu Rogério Tolentino); Geiza era gerente financeira da agência SMP&B, de Marcos Valério Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "Ela [Kátia Rabello] é bailarina, (...) é uma artista. O que acontece é que sua irmã, que havia sido preparada pelo pai para ser banqueira, faleceu em um desastre de helicóptero", disse o advogado de Kátia Rabello, José Carlos Dias, ao evocar o passado da cliente e negar envolvimento no mensalão Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "Uma moça séria (...) que hoje está com a sua liberdade em risco", disse o advogado de Kátia Rabello, José Carlos Dias, sobre a sua cliente, que era presidente do Banco Rural e é apontada pela Procuradoria como responsável por transferir recursos ilegalmente para as empresas de Marcos Valério Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012- "Até na novela das 8 a Carminha disse que ia processar a Rita por formação de quadrilha", brincou o advogado Leonardo Isaac Yarochewski, defensor de Simone Vasconcelos; para ele, a Procuradoria banalizou a acusação Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "As saidinhas de banco acontecem toda hora. (...) Não há nada de anormal nisso [uso de carro-forte para levar grandes quantias]", disse o advogado Leonardo Isaac Yarochewski, que defende Simone Vasconcelos, ex-gerente de uma das agências de Marcos Valério Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "A denúncia formou três quadrilhinhas pra formar o quadrilhão", disse o advogado do réu Rogério Tolentino, Paulo Sérgio Abreu e Silva , referindo-se aos três núcleos (político, operacional e financeiro) apontados pela Procuradoria José Cruz/Agência Brasil

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7.ago.2012 - "Algum auxiliar do eminente procurador, que sustentou essa denúncia, que eu tenho para mim como ruim e fraca, teve preguiça mental de ler os autos", afirmou o advogado do réu Rogério Tolentino, Paulo Sérgio Abreu e Silva Carlos Humberto/STF

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7.ago.2012 - "Essa denúncia é roteiro para novela das 8", disse o advogado do réu Rogério Tolentino, Paulo Sérgio Abreu e Silva, ao criticar a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "Nos autos, faltavam provas para embasar o seu pedido de condenação", afirmou o advogado do réu Cristiano Paz, Castellar Modesto Guimarães Filho Roberto Jayme/UOL

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7.ago.2012 - "Cristiano Paz só virou réu no processo do mensalão porque era sócio de Marcos Valério", alegou o advogado de Paz, Castellar Modesto Guimarães Filho Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "Marcos Valério não é troféu ou personagem para ser sacrificado em altar midiático", afirmou Marcelo Leonardo, advogado de Marcos Valério, ao concluir sua defesa no STF Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "Ele [Marcos Valério] foi ridicularizado por ter corte de cabelo zero", disse Marcelo Leonardo, advogado de Valério sobre o fato de seu cliente ter sido careca à época do mensalão; segundo ele, seu cliente cortou o cabelo em solidariedade ao filho, que passava por tratamento contra um câncer Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "É fruto de criação mental do acusador", disse Marcelo Leonardo, advogado de Marcos Valério, sobre a acusação de corrupção no contrato publicitário que Valério firmou com a Câmara dos Deputados Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "É o direito penal nazista. Se é judeu, mata. Foi presidente do PT, então tem que ir para a cadeia", afirmou o advogado de Genoino, Luiz Fernando Pacheco, negando que haja provas contra seu cliente STF

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6.ago.2012 - "Roberto Jefferson é um homem eloquente, um belo orador, que conseguiu fazer um bom teatro", o disse o advogado de José Dirceu, José Luís Mendes de Oliveira Lima, sobre o delator do suposto esquema do mensalão; Jefferson revelou o esquema em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo", em 2005 Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "Ele [José Dirceu] teve quebra de sigilo, fiscal e telefônico. Talvez tenha sido, nos últimos cinco anos, a pessoa mais investigada e nada, absolutamente nada, se provou ou se comprovou na relação dele com Marcos Valério", alegou o advogado de Dirceu, José Luís Mendes de Oliveira Lima Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "A prova é pífia, é esgarçada, é rala", disse o advogado de Delúbio Soares, Arnaldo Malheiros, ao negar que haja provas contra seu cliente no processo do mensalão Andre Borges/Folhapress

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6.ago.2012 - "O PT não podia fazer transferência bancária porque o dinheiro era ilícito mesmo", afirmou Arnaldo Malheiros, alegando que havia prática de caixa dois, mas não de compra de voto de parlamentares STF

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6.ago.2012 - "O mínimo de prova tem que haver", ressalta o advogado de Delúbio Soares, Arnaldo Malheiros, ao negar que haja provas contra seu cliente no processo do mensalão Lula Marques/Folhapress

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6.ago.2012 - "O mensalão nunca existiu. Há nos autos alguma prova do que dizia o Roberto Jefferson? Não há", afirmou o advogado de Genoino, Luiz Fernando Pacheco, ao negar a existência do mensalão Reprodução

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6.ago.2012 - "Os dois contratos em que Genoino foi avalista foram negociados e firmados com o conhecimento de toda a diretoria do PT. São absolutamente legítimos, não são falsos (...), não têm nada a ver com o fantasioso e inventado mensalão", disse o advogado de Genoino, Luiz Fernando Pacheco, ao negar a existência do mensalão Andre Borges/Folhapress

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6.ago.2012 - "Foram tomados mais de 600 depoimentos e nenhum deles incrimina José Dirceu", disse o advogado de José Dirceu, José Luís Mendes de Oliveira Lima, ao citar que não há provas contra seu cliente Roberto Jayme/UOL

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6.ago.2012 - "Meu cliente não é quadrilheiro, não é chefe de uma organização criminosa, e quem diz isso são os autos", afirmou o advogado de José Dirceu, José Luís Mendes de Oliveira Lima, ao negar a tese da Procuradoria de que Dirceu era o líder do suposto esquema do mensalão Roberto Jayme/UOL

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3.ago.2012 - "Jamais um delírio foi tão solidamente, tão concretamente, tão materialmente documentado e provado", disse o procurador-geral, Roberto Gurgel, ao concluir sua acusação e pedir a condenação de 36 réus do mensalão Felipe Sampaio/STF

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3.ago.2012 - "Alguns dos saques feitos pela quadrilha impuseram que carros-fortes fossem contratados tamanha era a magnitude dos valores", citou o procurador-geral, Roberto Gurgel, ao mencionar como funcionava o suposto esquema do mensalão Lula Marques/Folhapress

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3.ago.2012 - "Jamais enfrentei nada sequer comparável à onda de ataque a partir do momento que aleguei acusações finais", disse o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na conclusão de seu discurso de acusação, que encerrou o segundo dia de julgamento do caso do mensalão Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

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3.ago.2012 - "Talvez não tenhamos fôlego fisiológico (...). Talvez mais 15 minutos sejam ruins para as necessidades fisiológicas dos ministros", afirmou o ministro Marco Aurélio ao comentar a pergunta do presidente do STF, Ayres Britto, direcionada ao procurador-geral. Britto sugeriu um intervalo na leitura da acusação de Gurgel, que já falava por mais de duas horas Roberto Jayme/UOL

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3.ago.2012 - "Pode-se dizer, sem risco de cometer injustiça, que José Dirceu foi a principal figura de tudo que apuraram. Nada, absolutamente nada, acontecia sem a prévia autorização de José Dirceu", disse o procurador-geral Roberto Gurgel ao se referir ao ex-ministro José Dirceu, apontado pela Procuradoria como o "chefe do grupo" Roberto Jayme/UOL

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3.ago.2012 - "O que interessa, e isso está provado nos autos, é que houve um acordo político em troca de apoio financeiro", resumiu o procurador-geral, Roberto Gurgel, ao ler a acusação contra os réus Lula Marques/Folhapress

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3.ago.2012 - "Era uma sofisticada organização criminosa com o objetivo espúrio de comprar votos de parlamentares", disse ainda o procurador-geral Roberto Gurgel ao ler a acusação contra os réus do mensalão Nelson Jr./STF

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3.ago.2012 - "Foi, sem dúvida, o mais atrevido e escandaloso caso de corrupção e desvio de dinheiro público registrado no Brasil", disse o procurador-geral da República ao ler a acusação contra os réus, no segundo dia do julgamento do mensalão no STF Nelson Jr./STF

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2.ago.2012 - "Senti os nervos à flor da pele", disse o advogado Thomaz Bastos, que defende o ex-diretor do Banco Rural José Roberto Salgado, ao comentar as discussões realizadas no primeiro dia do julgamento Roberto Jayme/UOL

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2.ago.2012 - "Se estivesse espalhado por aí, o destino [do processo] era a prescrição", disse o ministro Gilmar Mendes ao votar contra o desmembramento do processo do mensalão Sergio Lima/Folhapress

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2.ago.2012 - "Nós temos um longo caminho pela frente", disse o ministro Ayres Britto, presidente do STF, ao pedir que os colegas resumissem seus votos Lula Marques/Folhapress

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2.ago.2012 - "Não vamos fazer a discussão descambar para o lado pessoal", disse o ministro Marco Aurélio Mello durante discussão entre Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski Lula Marques/Folhapress

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2.ago.2012 - "Por que não trouxe a questão há dois anos?", questiona o relator do mensalão, Joaquim Barbosa, o questionar, mais uma vez, a defesa de Ricardo Lewandowski pelo desmembramento do processo Alan Marques/Folhapress

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02.ago.2012 - Após o primeiro bate-boca com Joaquim Barbosa, o ministro Ricardo Lewandowski diz que Barbosa dá indícios de que "julgamento será tumultuado" Alan Marques/Folhapress

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2.ago.2012 - "Isso é deslealdade", disse o ministro Joaquim Barbosa após Ricardo Lewandowski defender o desmembramento do julgamento por parte dos réus não terem foro privilegiado STF

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2.ago.2012 - "Nós temos que levar a sério e não podemos deixar de lado uma questão de ordem", disse o ministro do STF Ricardo Lewandowski ao responder ao colega Joaquim Barbosa sobre o desmembramento do processo do mensalão STF

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Frases do julgamento do mensalão

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