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    • Golpe de 1964 [74193];
Fotos
Um recorte com a figura do Tio Patinhas, personagem da Disney, passava de mão em mão no Palácio do Planalto em 1974. Era uma referência clara à vaga de ministro da Fazenda do governo do recém-empossado presidente Ernesto Geisel. O mais cotado para ocupar o cargo era o economista e empresário Mario Henrique Simonsen. Na foto, o futuro secretário de Geisel Heitor Ferreira fez piada e escreveu: "Sugestão para ministro da Fazenda". O recorte foi parar nas mãos de Geisel, que entrou na brincadeira e deu um visto para a sugestão de Ferreira. Simonsen não pareceu se ressentir com a piada. No dia 23 de fevereiro de 1974, já como ministro da Fazenda, escreveu: "Bem melhor do que o escolhido". O documento integra o acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
A visita feita pelo líder das Ligas Camponesas, Francisco Julião, e pelo dirigente do Partido Comunista, Luiz Carlos Prestes, à Cuba em março de 1963, um ano antes do golpe que derrubou o presidente João Goulart, foi monitorada pela embaixada do Brasil em Havana. O telegrama enviado pelo encarregado de negócios da embaixada, José Maria Diniz Ruiz de Gamboa, registra ideologias divergentes entre os dois líderes, apesar de ambos serem considerados "comunistas". De acordo com o documento, Julião teria afirmado que no Brasil haveria "condições necessárias para a revolução", já Prestes apontou que seguir esse caminho seria um ato "criminoso". O documento integra o acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
O atual ministro da Defesa do governo Dilma, Celso Amorim, foi nomeado em 1979 presidente da Embrafilme, empresa estatal que financiava a produção cinematográfica brasileira. A ação foi uma clara demonstração da abertura "lenta, gradual e segura" do regime, já que Amorim havia trabalhado com diretores considerados "subversivos" pelo governo. Mas, ele não ficaria durante muito tempo no cargo. Em 1982, com a chegada aos cinemas do filme "Pra Frente Brasil", que tem cenas de prisões, torturas e um personagem parecido com o delegado Sérgio Fleury, o próprio Figueiredo levou o caso para reunião de ministros. O encontro gerou este documento, que ainda lista nomes de cineastas que não poderiam ser cotados como candidatos por envolvimento com a "esquerda". Ele integra o acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Em visita feita ao Brasil em 1978, o ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger se encontrou com o presidente Ernesto Geisel. A conversa foi registrada pelo Itamaraty e hoje o documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari. Durante o encontro, Kissinger teria demonstrado preocupação com o ritmo da abertura política iniciada no governo de Geisel, sendo tranquilizado pelo presidente. Os escritos foram enviados por Geisel para o general Golbery do Couto e Silva, considerado mentor da ditadura. Os grifos no documento são dele Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
O Jornal do Brasil foi alvo de uma pacote de medidas proposto pelo general Hugo de Abreu, chefe do Gabinete Militar do governo de Ernesto Geisel, para acabar com "sua ação contestadora e subversiva permanentes". As medidas incluíam restrições financeiras, censura e apreensão de exemplares já impressos, antes da distribuição, entre outras. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
O poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, autor do clássico "Morte e Vida Severina" era diplomata em 1964. Seu nome chegou a figurar entre os 11 diplomatas que deveriam ser cassados pelo regime por ligações com a esquerda, mas ele foi poupado. Em 1976, o diplomata estava prestes a ser promovido, mas a sua demissão do Itamaraty por "questões de segurança" e o seu retorno por "vias judiciais" intrigaram o governo. A ficha de João Cabral no SNI (Serviço Nacional de Informações) foi parar na mesa do presidente Ernesto Geisel para avaliação. No documento, o órgão não o caracterizava como militante, mas afirmava que seus trabalhos literários levavam a classificá-lo como "elemento simpatizante, ou no mínimo, de tendência esquerdista". Ele faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Documento do Centro de Informações da Aeronáutica que data de 1975 admite emprego e necessidade de "repressão violenta" contra ações subversivas. Na página sete, o parecer do órgão chega a afirmar que "se o governo não puder utilizar os instrumentos adequados à neutralização dessas organizações [subversivas] é possível que (...) repressão violenta seja empregada". Na outra página, o documento menciona que determinado grupo de militares não estaria empregando "na dosagem (..) necessária" as medidas repressivas contra a subversão, afirmando que o governo Geisel se tornava, por isso, responsável pelo perigo do retorno da situação encontrada no início da década de 1960 no Brasil. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
No dia 31 de outubro de 1975, mais de 8.000 pessoas se reuniram na Catedral da Sé, em São Paulo, para um culto ecumênico em homenagem ao jornalista Vladimir Herzog, morto numa cela do DOI/Codi. Algo contraditório, pois de acordo com a versão oficial da época, o jornalista havia se suicidado, ato repudiado pela igreja. A ação foi acompanhada e documentada pelo SNI (Serviço Nacional de Inteligência). Neste documento, o órgão atesta que o culto não teve apenas um cunho religioso, mas foi, antes de tudo, um ato político. "Igreja, imprensa e a classe estudantil --só para mencionar as áreas atualmente mais agitadas --comprovaram a possibilidade de se aliarem, sem desordem, numa posição comum de contestação ao governo". O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
A ficha do sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no SNI (Serviço Nacional de Inteligência) tem quatro páginas. Nelas, o sociólogo é chamado de "reconhecidamente comunista", acusado de fazer a "doutrinação comunista de massificação", de pregar o marxismo e recomendar o emprego "da violência contra a violência". No documento, o SNI também analisa trechos dos livros escritos por Fernando Henrique Cardoso. As páginas são disponibilizadas no acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Presos políticos do instituto penal Cândido Mendes, em Ilha Grande, no Rio de Janeiro, escreveram, em 1975, um abaixo-assinado reivindicando melhores condições dentro do confinamento. O documento (à esq.) foi entregue na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e era endereçado a parlamentares. À direita, está a resposta do chefe do SNI (Serviço Nacional de Inteligência), dada em sete pontos, escritos de próprio punho. No primeiro deles, ele questiona "porque presos políticos?". No segundo, afirma que "o duro aprendizado não se coaduna com o aprendizado fácil e rápido para sequestrar, roubar e matar!". Destaque para o sétimo ponto: "riscos para as nossas vidas? Mas não se preocupavam com esses riscos quando praticavam ações (...)". Os documentos fazem parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Relatório do CIE (Centro de Informações do Exército) sobre a segunda operação de desarticulação da Guerrilha do Araguaia, iniciada em abril de 1973. Dado o fracasso da primeira investida, a chamada Operação Papagaio, a Operação Sucuri foi antes de tudo uma operação de inteligência, em que militares se infiltraram, disfarçados, na região para obter informações sobre os integrantes do movimento. Dentre eles, estava o capitão Sebastião Rodrigues de Moura, que assina o documento, que se estabeleceu em Xambioá (TO) como um falso agrônomo no Incra, com nome de dr. Luchini. Na foto, a primeira e última página do documento, que faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Trinta e dois dias antes de o general Ernesto Geisel tomar posse como presidente do Brasil, sua equipe de transição formulou esta lista com os nomes dos dezenove ministros que começariam o quarto e penúltimo governo militar. O documento foi redigido por Heitor Ferreira, que seria o secretário particular de Geisel no Palácio do Planalto. Ao lado dos nomes dos futuros ministros, estavam as idades deles e seus estados natal. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Nesta carta, escrita em julho de 1970, Arildo Valadão, que era um militante do PCdoB, conta a mãe as dificuldades em viver na clandestinidade e afirma acreditar em um futuro de esperança --"apesar dos tombos passageiros, seremos vitoriosos". Arildo e a sua mulher Áurea Elisa Pereira moravam em um apartamento no Rio de Janeiro quando tiveram a casa invadida por oficiais dos órgãos de segurança. Eles foram viver no Araguaia, no segundo semestre de 1970, integrando-se ao Destacamento C da Guerrilha. Os dois estão desaparecidos até os dias de hoje. A carta faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Em conversa registrada entre o presidente Ernesto Geisel e o seu chefe de gabinete Hugo Abreu, o mandatário defende a existência de uma "linha dura" dentre os militares e aponta os nomes de alguns deles (Sebastião Chaves, Ruy Castro, Helio Lemos, Hélio Mendes, Luis de Alencar Araripe, Francisco Boaventura e Natalino de Brito), chamando-os de "zurrapas". O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Documento do Exército lista, em ordem alfabética, os codinomes dos integrantes das organizações clandestinas Colina, VPR e VAR-Palmares, que defendiam a luta armada contra o regime militar. Dentre eles está Wanda, como era conhecida a atual presidente do Brasil, Dilma Rousseff. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Documento mostra o resultado na necropsia de Chael Charles Schreier, estudante e um dos dirigentes, ao lado de Dilma Rousseff, da organização VAR-Palmares, que defendia a luta armada contra a ditadura militar no Brasil. Chael, que tinha como codinome Joaquim, entrou na clandestinidade em 1968. No ano seguinte, foi morar em um "aparelho" com um casal, em Lins de Vasconcelos, bairro do Rio de Janeiro. O local foi cercado pela polícia e, depois de um intenso tiroteio, Joaquim foi levado para o quartel da Polícia do Exército. Lá, morreu após ser torturado. Os exames foram feitos no Hospital Central do Exército, para onde Joaquim foi levado. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Quando o presidente Costa e Silva sofreu uma isquemia cerebral, em 1969, que o impossibilitou de continuar o seu mandato, os ministros militares foram contrário a posse do seu vice-presidente, Pedro Aleixo, e por isso, convocaram uma junta militar para governar o país, enquanto outro presidente militar não era escolhido --um episódio que ficou conhecido com "um golpe dentro do golpe" e colocou no poder militares chamados "linha dura". As atas de reunião do Alto Comando Militar foram registradas e agora fazem parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
O dono da editora Civilização Brasileira, Ênio Silveira, uma das maiores do país na década de 1960, foi preso em março de 1965, junto com as suas duas empregadas e o porteiro do seu prédio. A editora de Silveira era monitorada pelos militares por editar livros de autores considerados de "esquerda". O empresário, inclusive, já havia oferecido uma feijoada para o ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, um dos primeiros alvos dos militares quando a ditadura foi instaurada no Brasil. O IPM (Inquérito Policial Militar) do caso de Ênio Silveira ficou conhecido como o IPM da Feijoada. O então presidente Castello Branco perguntou ao general Ernesto Geisel, seu chefe de gabinete, o porquê da prisão do empresário em um manuscrito de quatro páginas, afirmando que repercussão era contrária ao governo recém-instaurado. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra esse e outros documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Em 1967, o ex-governador do antigo Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, um dos principais adversários do presidente deposto João Goulart, deu entrevista no programa de TV norte-americano Firing Line, apresentado pelo jornalista William F. Buckley Jr. Em determinado momento da entrevista, um homem que estava sentado na plateia pergunta se houve interferência do governo norte-americano na "revolução" de 1964. O espectador conta no vídeo que estava em um contratorpedeiro americano nos dias do levante militar que seguia em direção ao Brasil, mas retornou quando o êxito do golpe foi anunciado. Lacerda negou a participação dos Estados Unidos, citando um estudo feito por um professor dos Estados Unidos sobre o assunto. O caso seria desmentido nove anos depois da entrevista, quando os detalhes da Operação Brother Sam foram divulgados em reportagem feita por Marcos Sá Correa para o Jornal do Brasil. O vídeo está disponível no Youtube e consta no acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Reprodução/Youtube Mais
Um telegrama enviado em 30 de março de 1964 pelo consulado norte-americano em São Paulo a Washington, sede do governo dos EUA, previa a derrubada do presidente João Goulart pelos militares em até 48 horas, fato que veio a se confirmar. "Duas fontes ativas do movimento contra Goulart dizem que o golpe contra o governo do Brasil deverá vir nas próximas 48 horas", informava o texto. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
O embaixador dos Estados Unidos no Brasil Lincoln Gordon enviou um telegrama em agosto de 1963 ao secretário de Estado norte-americano alertando o governo sobre a radicalização das medidas de João Goulart. "Se Deus realmente é brasileiro, Goulart terá uma recaída do problema cardíaco que sofreu em 1962", diz o texto. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Documento confidencial mostra monitoramento das manchetes na primeira página dos principais jornais do país tidas como "veículo de ação psicológica". O texto de cinco páginas faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Relatório intitulado "Ação subversiva do Brasil", de maio de 1972, traz detalhes sobre partidos e movimentos de esquerda, a influência de de Cuba nos militantes, os cursos oferecidos em Cuba e os brasileiros que já participaram deles. Na foto, a capa do relatório e uma página com retratos de militantes. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Algumas publicações estrangeiras, frutos de mobilização internacional, abordavam os casos de torturas e outras atrocidades cometidas durante a ditadura militar no Brasil. Na foto, exemplares produzidos no Chile, nos Estados Unidos e na Itália. Eles fazem parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Documento detalha o fracasso da Operação Registro, desencadeada entre abril e maio de 1970, com o objetivo de desbaratar um foco guerrilheiro da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) em Jacupiranga, no interior de São Paulo, composto por Carlos Lamarca e outros líderes. O documento é parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
Documento escrito a punho mostra rascunho do discurso de posse do presidente Ernesto Geisel, o quarto e penúltimo do regime militar. Geisel governou o Brasil de 1974 a 1979, iniciando a lenta, gradual e segura abertura política. O texto de quatro páginas faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais
O jornalista e ex-deputado federal, Marcio Moreira Alves --cujo discurso em plenário da Câmara é considerado o estopim da outorga do AI-5 --, escreveu relato para o Correio da Manhã detalhando casos de tortura sofridos por estudantes nas universidades públicas nos primeiros meses após o golpe de 1964, em uma das primeiras tentativas de denunciar os atos. O relato virou livro. "Torturas e Torturados" foi lançado em 1966, mas não chegou a ir para as livrarias. O governo mandou recolher todos os exemplares. Na foto, a capa do livro e páginas com anotações de Ernesto Geisel. O documento faz parte do acervo "Arquivos da Ditadura", que concentra documentos do período da ditadura militar reunidos pelo jornalista Elio Gaspari Arquivos da Ditadura/Reprodução Mais

Documentos reunidos por Elio Gaspari mostram bastidores e curiosidades da ditadura

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