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Diplomacia, contenção militar e paciência são as únicas soluções para a Líbia

Combatentes da Fajr Libya, aliança de milícias islâmicas, entram em ação durante confrontos com um grupo de oposição em Bir al-Ghanam (a 50 km da capital, Trípoli) - Mahmud Turkia/AP
Combatentes da Fajr Libya, aliança de milícias islâmicas, entram em ação durante confrontos com um grupo de oposição em Bir al-Ghanam (a 50 km da capital, Trípoli) Imagem: Mahmud Turkia/AP

Jean-Marie Guéhenno e Issandr El Amrani

01/04/2015 00h03

O Estado Islâmico (EI) midiatiza com muita habilidade as atrocidades que vem cometendo, levando os países a reagirem de forma emocional. Depois do Iraque e da Síria, agora é a Líbia a ser afetada.

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