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    • Comissão da Verdade [54574]; Política [28132]; Ditadura militar brasileira [28025];
Fotos

Em 2012, a pedido da Comissão Nacional da Verdade, a Justiça de SP determinou a retificação do atestado de óbito do jornalista Vladimir Herzog, o que derrubou a tese militar de que ele teria se suicidado no dia 25 de outubro de 1975, nas dependências do 2º Exército, em São Paulo. O novo documento faz constar que Herzog foi vítima de lesões e maus-tratos. A família recebeu o novo documento no dia 15 de março de 2013 Reprodução Mais

A chamada Casa da Morte de Petrópolis (RJ), em foto de novembro de 1973, quando estava em atividade. O local é considerado pela Comissão Nacional da Verdade um dos principais centros clandestinos de tortura criados pelo regime militar. Os detalhes sobre o funcionamento da Casa da Morte de Petrópolis foram revelados a partir do depoimento do coronel Paulo Malhães, assassinado em abril desse ano, e das memórias da única sobrevivente, Inês Etienne Romeu Reprodução/CNV Mais

Investigações da Comissão Nacional da Verdade e do MPF (Ministério Público Federal) revelaram que o ex-deputado federal Rubens Paiva foi, de fato, morto nas dependências do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna) do Rio de Janeiro, em janeiro de 1971. Cinco militares foram denunciados no âmbito da Justiça Federal, em maio desse ano, mas o processo está parado. O depoimento do coronel Paulo Malhães também contribuiu para as investigações. Segundo Malhães, o corpo de Paiva teria sido jogado em um rio Arquivo Pessoal Mais

A Justiça Federal do Rio aceitou denúncia oferecida pelo MPF (Ministério Público Federal) e abriu ação penal contra seis ex-agentes da ditadura militar (1964-1985) acusados de participar do atentado do Riocentro, em 1981. A lista de réus inclui os generais Newton Cruz e Nilton Cerqueira e o coronel Wilson Machado, que estava no Puma em que uma bomba explodiu, matando o sargento Guilherme do Rosário. A Comissão Nacional da Verdade colaborou com a investigação e constatou, em relatório divulgado em abril desse ano, que o atentado foi planejado e executado pelos militares com o intuito de "retardar a abertura política" Aníbal Philot/Agência O Globo Mais

A pedido da Comissão Nacional da Verdade, o corpo de João Goulart foi exumado no dia 14 de novembro de 2013, em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, onde o ex-presidente estava enterrado. De acordo com os laudos, não é possível afirmar se a causa da morte do ex-presidente da República foi natural ou violenta. Goulart morreu em 1976 na Argentina e sua família suspeitava que ele tivesse sido assassinado por agentes do regime militar Tadeu Vilani/Agência RBS/Estadão Conteúdo Mais

O advogado José Bezerra da Silva, que serviu na Base Aérea do Galeão entre 1971 e 1979, contou à Comissão Nacional da Verdade que foi torturado por um tenente, um cabo e outro soldado por ter dito que a tortura do militante de esquerda Stuart Edgard Angel tinha sido uma covardia. A CNV revelou que até militares foram vítimas do regime Tânia Rego/Agência Brasil Mais

O militante de esquerda Stuart Angel Jones foi visto pela última vez na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, em 1975. Nesta terça-feira (9), véspera da divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, a CNV revelou ter encontrado indícios de uma ossada que pode pertencer à vítima. Comparações feitas por peritos brasileiros e ingleses com base em fotos de Stuart e do crânio de uma ossada encontrada no Rio, em 1976, apontam "clara correspondência" entre os dois. Integrantes da comissão disseram, no entanto, que ainda é preciso encontrar a ossada para exames mais precisos Comitê Brasileiro de Anistia Mais

O primeiro desaparecido político que pôde ser identificado a partir dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade foi Epaminondas Gomes de Oliveira, morto em um hospital do Exército, em 1971. Os restos mortais da vítima estavam enterrados em Brasília, mas sua família nunca teve acesso Reprodução/ Facebook Comissão Nacional da Verdade Mais

Revelações feitas pelo ex-delegado do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) Cláudio Guerra à Comissão Nacional da Verdade mostram que houve "financiamento em nível nacional do aparelho de repressão", segundo o relatório-final da CNV. O Banco Mercantil de SP e o Sudameris destacaram-se como os maiores provedores de recursos para os militares, pois viabilizaram o pagamento de uma espécie de bolsa mensal aos agentes da repressão. Os depósitos eram feitos em contas em nome de laranjas (ou mesmo em nomes falsos), além do pagamento de quantias em dinheiro em decorrência da captura e do assassinato de opositores do regime Reprodução Mais

Um relatório enviado pelo Consulado dos Estados Unidos para a Casa Branca, no começo da década de 70, prova que o governo americano sabia das práticas de tortura que ocorriam nos porões da ditadura militar no Brasil. Com o título "Detenções generalizados e interrogatórios psicofísicos de suspeitos de subversão", a mensagem assinada pelo cônsul-geral dos EUA no Rio de Janeiro, Clarence A. Boonstra, tentava explicar o endurecimento da repressão contra a oposição ao regime imposta pelo Exército Architect of the Capitol Mais

Veja 10 fatos revelados pela Comissão da Verdade sobre a ditadura no Brasil

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