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    • Renan Calheiros [11888];
    • Senado Federal [8970]; Política [28132];
Fotos

Um dos principais aliados do governo no Congresso, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), protagoniza a política nacional desde 1990 -- ano desta foto, quando liderava a bancada do governo Fernando Collor na Câmara. Depois de ser deputado estadual e federal nas décadas de 1970 e 1980, o alagoano nunca deixou o centro da arena política nacional, ocupando postos-chave nos governos Collor, Fernando Henrique, Lula e Dilma. Relembre onde estava Renan em alguns dos principais momentos da história recente do Brasil Eugenio Novaes/Folhapress Mais

LÍDER DA BANCADA DO GOVERNO COLLOR: Após passar a primeira metade da década de 1980 em oposição a Fernando Collor em Alagoas -- chegou a chamá-lo de "príncipe herdeiro da corrupção" --, Renan Calheiros se conciliou com o rival a ponto de assessorá-lo na vitoriosa campanha à Presidência em 1989. Em seguida, Renan passou a comandar a bancada governista na Câmara. Mas, depois de sentir-se preterido na disputa pelo governo de Alagoas em 1990, o hoje senador rompeu com Collor e acabou sendo peça-chave em sua queda, ao depor em 1992 na Câmara dizendo que Collor sabia do esquema de PC Farias na Presidência da República. Os dois se reencontraram com a eleição de Collor ao Senado em 2006, quando se reconciliaram Lula Marques/Folhapress - 18.01.1990 Mais

MINISTRO DA JUSTIÇA NO GOVERNO FHC: Durante seu primeiro mandato como senador por Alagoas e já filiado ao PMDB, Renan Calheiros foi nomeado como ministro da Justiça pelo presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ocupou o cargo entre abril de 1998 a julho de 1999, em passagem marcada pelos atritos com o então governador paulista Mário Covas (1930-2001), do partido de FHC, com direito a troca de ofensas e acusações de corrupção por meio da imprensa Sérgio Lima/Folhapress Mais

PMDB VIRA A CASACA: Em 2002, o PMDB lançou Rita Camata como vice na chapa encabeçada por José Serra (PSDB), e a coligação teve total apoio de Renan Calheiros. Após a derrota nas urnas, no entanto, o PMDB passa a apoiar o governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva logo no começo de 2003 Ueslei Marcelino/Folhapress Mais

PRIMEIRA PRESIDÊNCIA DO SENADO: Em 2005, Renan Calheiros chegou ao comando do Senado em aparente céu de brigadeiro, como candidato único e o apoio de 73 dos 81 membros da Casa. Em 2007, foi reconduzido ao cargo, mas renunciou à Presidência poucos meses depois sob acusação de usar dinheiro do lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, para pagar pensão alimentícia à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha, e de apresentar documentos falsos para sua defesa. No segundo semestre de 2007, em várias cidades do país, manifestantes foram às ruas pedir sua saída. O caso tramita até hoje no Supremo Tribunal Federal sob segredo de Justiça, sem decisão Sérgio Lima/Folhapress Mais

RENAN CONTRA-ATACA: No começo de 2013, já denunciado pela Procuradoria-Geral da República por falsidade ideológica, uso de documentos falsos e peculato no caso Mônica Veloso, Renan Calheiros voltou à Presidência do Senado com o apoio de 56 colegas em votação secreta. "A ética (...) é meio e não fim. A ética é obrigação de todos nós", discursou no dia da eleição. Menos de um mês depois, uma petição organizada pela internet pedindo sua saída teve mais de 1,5 milhão de assinaturas. Em 2015, Renan foi reeleito com o apoio de 49 senadores também em votação fechada Sergio Lima/Folhapress Mais

FIEL DA BALANÇA: Com poderes renovados, Renan Calheiros passou a ser um dos mais importantes aliados de Dilma Rousseff em seu segundo mandato, marcando contraste com o também peemedebista Eduardo Cunha, este à frente da Câmara. O governo contou com Renan para aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016 e conta ainda mais no rito de impeachment deflagrado por Cunha, já que o STF deu ao Senado o poder para barrar o processo. Na foto, Dilma toma posse de seu segundo mandato ao lado de Renan Sergio Lima/Folhapress Mais

LAVA JATO E ATRITOS NO PMDB: Ao firmar posição junto ao governo Dilma em 2015, Renan Calheiros acabou comprando briga com Eduardo Cunha e o vice-presidente Michel Temer. O primeiro insinuou recentemente que Renan tem sido protegido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações da Operação Lava Jato -- o senador é suspeito de receber propina por contratos da Transpetro. Com o segundo, trocou farpas em público, acusando o vice de dividir o PMDB e estimular a crise política Pedro Ladeira/Folhapress Mais

AFASTAMENTO - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello decidiu afastar nesta segunda-feira (5) Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. O argumento é o de que Renan não poderia permanecer na linha de substituição do presidente da República sendo réu em processo criminal. Na semana passada, o STF decidiu abrir processo e transformar Renan em réu pelo crime de peculato (desvio de dinheiro público). Em nota, Renan disse que irá consultar seus advogados. "O senador Renan Calheiros lembra que o Senado nunca foi ouvido na Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental e o julgamento não se concluiu", diz a nota Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Mais

RENAN FICA NA PRESIDÊNCIA DO SENADO - Apenas dois dias após decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello ter determinado o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado, a maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu manter Renan na presidência do Senado, com a ressalva de que ele fique impedido de substituir Michel Temer como presidente da República. Votaram desta forma seis dos nove ministros que participaram do julgamento, contra três que preferiam a saída imediata do parlamentar Pedro Ladeira/Folhapress Mais

Saiba onde estava Renan Calheiros nos principais momentos da política recente

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