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    • Camboja [5699];
    • Ciência e Saúde [76752]; Tuberculose [14528]; Animais [17229];
Fotos

Ratos africanos gigantes são treinados para detectar minas no Centro de Ação de Minas do Camboja. Os animais vieram da Gâmbia com o auxilio da ONG (Organização Não-Governamental) Apopo, que é contra o uso de humanos na busca por bombas e divulga o uso de ratos como algo simples e barato para a prática. Após décadas de guerra civil, o Camboja é um país com bastante minas enterradas. No campo de treinamento, as minas estão desativadas Samrang Pring/Reuters Mais

Vigiados por homens e mulheres segurando bananas como forma de recompensa, cerca de 60 ratos tentam detectar o cheiro de dinamite nas mais de 1.500 minas desativadas do local. A ideia de utilizá-los foi do fundador da ONG, Bart Weetjens, que havia lido há 20 anos um artigo sobre pequenos roedores serem ensinados a reconhecer explosivos Samrang Pring/Reuters Mais

Treinar os ratos é mais rápido e barato do que treinar humanos. Segundo a ONG Apopo, os animais podem vasculhar cerca de 200 metros quadrados de terra em apenas 20 minutos. Humanos com detectores de metal levariam cinco dias para fazer o mesmo trabalho Samrang Pring/Reuters Mais

Segundo o criador da ONG, os ratos africanos gigantes não são apenas animais inteligentes e abençoados com um faro aguçado que pode rivalizar até com o dos cães, mas também têm o peso ideal para detectar minas terrestres sem detoná-las. Além do Camboja, os ratinhos estão presentes em outros países onde a ONG Apopo atua, como Angola, Moçambique e Tanzânia Carl de Souza/AFP Photo Mais

A única desvantagem dos bichinhos é que eles têm hábitos noturnos e são muito suscetíveis a queimaduras solares. Por isso, suas delicadas orelhas e caudas precisam ser protegidas com protetor solar para evitar câncer de pele enquanto trabalham duro debaixo do sol Carl de Souza/AFP Photo Mais

Mas não é só para farejar minas terrestres que os animais são utilizados. Eles ajudam ainda a detectar a tuberculose, uma das mais fatais doenças infecciosas pelo mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Assim como na busca por minas, os roedores são extremamente ágeis, podendo farejar cerca de cem amostras para detectar a bactéria em apenas 20 minutos. A análise microscópica levaria até quatro dias Carl de Souza/AFP Photo Mais

Os ratos ajudam a fazer uma espécie de triagem. São apresentadas a eles amostras de saliva humana, algumas das quais com traços de tuberculose e outras, não. Os animais, então, indicam aquelas em que acreditam haver a doença. A amostra então é marcada para mais testes de confirmação Carl de Souza/AFP Photo Mais

Se dois ratos identificarem tuberculose na amostra, ela é levada para um re-exame em laboratório. Após a confirmação, o hospital entra em contato com o paciente para começar o tratamento e evitar mais contágio. Segundo a ONG Apopo, os ratos de lá já detectaram tuberculose em mais de 7 mil pacientes Carl de Souza/AFP Photo Mais

No Camboja, ratos ajudam a detectar minas terrestres e até tuberculose

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