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  • galeria: Peixe gigante e bandeiras de Carajás e Tapajós estão entre curiosidades do Pará
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    • Divisão do Pará [53218];
Fotos
A estrela branca com fundo azul que irradia raios verdes e amarelos é o desenho sugerido e popularizado para o Estado de Carajás Reprodução Mais
Belém é conhecida como "a cidade da mangueira". Então, o estádio local ficou com o nome de Mangueirão Reprodução Mais
"Pai D'Égua" é uma expressão típica do paraense e serve como um adjetivo positivo para quase qualquer coisa Reprodução Mais
A bandeira acima é uma das propostas para ser o emblema oficial do Estado de Tapajós Reprodução Mais
A castanha-do-pará ganhou popularidade quando descobriram que a noz é rica em selênio, substância que reduz o risco de câncer de pulmão e de próstata, e combate os radicais livres, agindo contra o envelhecimento. A castanha fica dentro de um ouriço que cai das castanheiras, árvores gigantes da mata amazônica Reprodução Mais
Antes de instalar suas montadoras em São Paulo, a multinacional norte-americana Ford teve fazendas de seringueiras às margens do rio Tapajós no início do século 20. Uma delas foi batizada de Fordlândia, a outra ficou conhecida como Belterra. O negócio da borracha para os pneus de carros teve baixa com a concorrência asiática e as pragas nas plantações amazônicas Reprodução Mais
O pirarucu chega a 3 metros de comprimento (o da foto é até pequeno), é o maior peixe de água doce do mundo entre as espécies com escama e chega a pesar até 200 quilos Reprodução Mais
O boto é o maior predador natural de peixes da região amazônica e é perseguido por ribeirinhos que o consideram um adversário nas pescarias. Ele come até cinco quilos peixe por dia. O mamífero subaquático deve sua fama internacional ao documentário feito pelo aventureiro francês Jacques Cousteau Reprodução Mais
A Ilha de Marajó na verdade é um arquipélago de mais de 200 ilhas e forma um dos redutos de pobreza na região do Pará. Aproveitando as regiões alagadas, a região tem fazendas de criação de búfalos Reprodução Mais
O tacacá e as tacacazeiras são duas coisas típicas do Pará. Em Belém, elas são a fonte de comida no final de tarde. O tacacá é uma sopa feita a partir de mandioca, camarão e jambu, um vegetal que deixa os lábios formigando Reprodução Mais
As essências e poções são uma constante nas feiras de Belém e cidades do interior do Pará. Os perfumes podem ser de priprioca (planta local) ou de patchouli (raiz de origem asiática) Reprodução Mais
Capital do Pará, Belém ficou conhecida como a "Paris Brasileira" por conta dos prédios da época do ciclo da borracha (início do século 20), que seguiam o estilo que reinava na capital francesa Reprodução Mais
Açaí com banana e granola? Não, os belenenses preferem comer a polpa do fruto local com peixe frito e farinha de mandioca, como na foto Reprodução Mais
O maior feito do futebol paraense foi a participação do Paysandu na Copa Libertadores de 2003. O "Papão da Curuzu" chegou às oitavas-de-final, com direito a vencer os argentinos do Boca Juniors por 1 a 0 em pleno estádio portenho da Bombonera. O gol foi marcado por Iarley, que depois jogou no Corinthians Reprodução Mais
A hidrelétrica de Tucuruí levou dez anos para ser construída durante o último regime militar. E levou energia para muitas cidades do Pará --se bem que há vilas no entorno do lago sem luz. Tucuruí ficaria no Estado de Carajás Reprodução Mais
A praia de Alter do Chão (região de Tapajós) foi eleita pelo jornal britânico 'The Guardian' entre as dez mais bonitas praias de rio do mundo. O único problema é que ela fica submersa durante meses na época de cheia do rio Tapajós Reprodução Mais
Confira o bairro localizado à direita do estádio do Mangueirão, em Belém. É Jaderlândia, uma invasão que recebeu nome em referência ao político Jader Barbalho. Em Santarém (região de Tapajós), também há um bairro chamado Jaderlândia Reprodução Mais
Morto no último dia 4 de dezembro, o meio-campista Sócrates nasceu em Belém no dia 19 de fevereiro de 1954 Reprodução Mais
Os barcos de alumínio com motor são conhecidos como "voadeiras" no Pará e são o principal meio de locomoção de ribeirinhos e indígenas nas verdadeiras avenidas amazônicas que são os rios Reprodução Mais
Hoje é um grande lago, mas na década de 80 o cenário era esse da foto. O garimpo de Serra Pelada chegou a contar com 80 mil homens que circulavam como formigas pelo morro da região de Carajás. Está no município de Curionópolis, batizada em referência ao militar Sebastião de Moura, conhecido como major Curió, que foi à área para organizar a corrida do ouro Reprodução Mais
O Rio de Janeiro tem o sambódromo. E a vila de Alter do Chão (Tapajós) tem o sairódromo, palco das disputas entre as agremiações do boto cinza contra o cor-de-rosa todo o mês de setembro durante a festa do Sairé Reprodução Mais
Principal cidade da região de Tapajós, Santarém inaugurou durante a Ditadura Militar (1964-1985) uma praça com o nome de "Três Poderes", com direito a um monumento com soldado, marinheiro e aviador. O local acabou rebatizado popularmente como Praça dos "Três Patetas", e assim é conhecida até hoje Reprodução Mais
Ônibus e caminhões atolados na lama da rodovia BR 163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (que ficaria na região de Tapajós), são uma cena típica da época chuvosa no trecho de quase 1.000 quilômetros de terra. Tem situações em que só um trator tira os veículos da lama Reprodução Mais
O município de Jacareacanga, que ficaria no Estado de Tapajós, é dominado politicamente por indígenas. Além do vice-prefeito, cinco vereadores são da etnia munduruku, onde são maioria na Câmara municipal Reprodução Mais
Este é o cartório da cidade de Altamira, onde foi registrada a maior área grilada do país. A fazenda Curuá, do grupo do empresário Cecílio do Rego Almeida. A fazenda tem um terreno que equivale a 34 vezes o tamanho do município de São Paulo. A Justiça determinou a desocupação da área Rodrigo Bertolotto/UOL Mais
O time Gavião Kyikatejê é o primeiro formado só por indígenas do Brasil. A equipe disputa a segunda divisão do Campeonato Paraense, conhecido como Parazão. A aldeia fica nas proximidades de Marabá, na região de Carajás Diego Mattera/UOL Mais
A flamenguista acima é Odileida Sampaio, a prefeita de Altamira, o segundo maior município do mundo. Sua extensão é maior que Portugal e ficaria no Estado de Tapajós Rodrigo Bertolotto/UOL Mais

Peixe gigante e bandeiras de Carajás e Tapajós estão entre curiosidades do Pará

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