Robôs voadores 'grudentos' podem ajudar em cirurgias e em áreas de desastres

Cientistas da Universidade de Harvard criaram um robô do tamanho de um inseto que pode voar e, em alguns casos, até salvar vidas.

Equipados com sensores, enxames desses robôs poderiam ajudar socorristas nas áreas de incêndios florestais ou outros desastres naturais.

Essa reinvenção abre novas fronteiras para dispositivos muito pequenos, com o potencial de serem usados na fabricação de produtos ou em microcirurgias, por exemplo.

Os robôs usam algo chamado adesão eletroestática, o mesmo processo pelo qual balões estaticamente carregados se grudam às paredes.

Segundo os pesquisadores, os robôs carregam suas energias quando se "empoleiram", o que os tornaria capazes de voar durante muito mais tempo que o normal.

Isso porque eles têm um pequeno "adesivo de pouso", com uma carga eletrostática, que pode ser ligado e desligado.

Quando ligado, o adesivo adquire uma carga e, ao ser tocado pelos robôs, é recarregado a partir da aderência das superfícies.

As descobertas, reportadas no periódico científico "Science", contribuem para uma pesquisa que vem sendo desenvolvida há mais de uma década nos laboratórios de microrrobótica de Harvard, num projeto chamado RoboBee, algo como robô abelha.

Os robôs neste estudo são drones programados, e cada um tem tamanho semelhante ao de uma moeda.

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