Conteúdo publicado há 22 dias

Passadeiras são levadas por enxurrada 8 dias após a construção no RS

Duas passadeiras flutuantes, que ligavam Arroio do Meio a Lajeado, no Rio Grande do Sul, foram levadas por nova enxurrada provocada por fortes temporais nesta quinta-feira (23). Ninguém ficou ferido.

O que aconteceu

A informação foi confirmada pelo Exército, que ajudou a construir os equipamentos. O Comando Conjunto da Operação Taquari disse, em nota, que uma das passarelas (localizada no rio Forqueta) se rompeu e levou a segunda, com a correnteza.

Vídeos nas redes sociais mostram o momento em que elas são destruídas. Ninguém ficou ferido no incidente.

As passadeiras já haviam sido interditadas. A decisão aconteceu por precaução, em decorrência do aumento do volume de água e da correnteza no rio Forqueta. O Exército informou que outra ponte deve ser construída, assim que as condições climáticas e a situação do rio permitirem.

Passadeiras foram destruídas oito dias após inauguração. Elas foram construídas para restabelecer a ligação das duas cidades, que estavam isoladas devido à queda das pontes principais após as enchentes do início do mês.

A estrutura tinha 80 metros de extensão e permitia a passagem de 45 pessoas por minuto. Antes da construção das passadeiras, os municípios viviam em situação crítica, e a travessia era feita com barcos de voluntários ou botes do Exército.

Leia a nota do Exército na íntegra

Na tarde do dia 23 de maio de 2024, em decorrência das fortes chuvas e aumento expressivo da correnteza, uma das passadeiras, localizada no Rio Forqueta, entre Lajeado e Arroio do Meio, se rompeu e levou a segunda passadeira que estava a sua jusante. Não houve feridos.

As passadeiras já haviam sido interditadas em decorrência do aumento do volume de água e da correnteza no Rio Forqueta.

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O Comando Conjunto da Operação Taquari já está providenciando outra equipagem para o local, a fim de atender a população.

Outra passadeira será lançada para restabelecer a passagem entre essas duas cidades, assim que as condições climáticas e a situação do rio permitirem.

Os municípios, que ficam no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, estavam isolados após a queda das pontes principais

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