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O que restou de uma cidade líbia que foi dominada pelo Estado Islâmico

Louis Imbert

  • Mahmud Turkia/ AFP

    Soldado das forças líbias passa ao lado de um tanque em Sirte

    Soldado das forças líbias passa ao lado de um tanque em Sirte

Em frente à mesquita Ribat de Sirte, três combatentes salafistas das forças líbias que lutam contra a organização Estado Islâmico (EI) disputam uma partida de futebol. Só se ouvem eles ali, com suas vozes baixas e gargalhadas breves, o barulho de suas sandálias contra o cascalho, bem como alguns tiros esporádicos de armas automáticas. Por trás do muro branco da mesquita, a esplanada da praça Naga se estende, deserta. O front fica ali perto, e junto com ele os snipers do EI. Do minarete da mesquita Ribat, os combatentes da katiba (brigada) Jezira têm uma visão irrestrita sobre o último pedaço do centro da cidade onde as forças do EI estão acuadas: os prédios altos, brancos e apertados dos distritos 1 e 3.

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