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Na histórica Weimar, refugiados refletem: quando quatro paredes se tornam um lar?

Kassie Bracken

  • Mauricio Lima/The New York Times

    Anas Alkarri e sua mulher, Aya Alnabulsi, ambos refugiados sírios, com seu filho Zaid, em casa em Weimar, na Alemanha

    Anas Alkarri e sua mulher, Aya Alnabulsi, ambos refugiados sírios, com seu filho Zaid, em casa em Weimar, na Alemanha

A histórica cidade de Weimar, Alemanha (população, 65 mil), absorveu 900 refugiados em um ano. Jornalistas do "New York Times" passaram meses ali examinando a integração por todos os lados.

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