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Chinesas querem emplacar um movimento #MeToo, mas precisam enfrentar os censores

Billy H.C. Kwok/The New York Times
A chinesa Zhang Qiongwen, 22, foi abusada sexualmente pelo reitor de sua universidade no sul da China Imagem: Billy H.C. Kwok/The New York Times
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Javier C. Hernández e Zoe Mou

Em Pequim

29/01/2018 00h01

Elas se autodenominam “silence breakers” (denunciadoras), circulam abaixo-assinados exigindo investigações sobre casos de assédio sexual e compartilham memes de internet, com figuras de punhos em riste e unhas pintadas.Mas...