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Bolsonaro revoga portaria sobre rastreamento e identificação de armas

16.abr.2020 - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante anúncio de Nelson Teich como novo ministro da Saúde - Alan Santos/Presidência da República
16.abr.2020 - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante anúncio de Nelson Teich como novo ministro da Saúde Imagem: Alan Santos/Presidência da República

Do UOL, em São Paulo

17/04/2020 13h24Atualizada em 18/04/2020 10h58

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse hoje que revogou portarias do Comando Logístico (Colog), de março de 2020, que tornavam mais rígido o rastreamento, identificação e marcação de armas e munições. Segundo ele, a medida foi tomada por não seguir suas diretrizes em decretos.

As medidas determinavam maior controle sobre armas e munições, o oposto do que defende Bolsonaro e seu entorno.

O deputado Eduardo Bolsonaro apoiou a decisão do pai e comentou a decisão.

"Atiradores e CACs sempre apoiaram Bolsonaro para que tenhamos pela primeira vez um Presidente não desarmamentista. É inadmissível que a Colog faça portarias restringindo a importação. A quem isso interessa? Certamente não ao Presidente, que determinou a revogação destas portarias. Mais medidas virão", tuitou Eduardo.

Entre as portarias, estabelecia-se na nº 46 o "Sistema Nacional de Rastreamento de Produtos Controlados pelo Exército (SisNaR) que tem por finalidade acompanhar e rastrear os Produtos Controlados pelo Exército (PCE) em todo o território nacional."

Na nº 60, eram estabelecidos os "dispositivos de segurança, identificação e marcação das armas de fogo fabricadas no país, exportadas ou importadas. A 61, "dispõe sobre marcação de embalagens e cartuchos de munição".

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