Saúde pública

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  • link: http://noticias.uol.com.br/saude/album/2014/02/13/exame-pelo-sus-demora-quatro-anos-para-ser-marcado-na-bahia.htm
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    • SUS [15212]; Vitória da Conquista [10826]; Bahia [5093]; Nordeste [11966]; Médicos [12829];
Fotos

O aposentado Flávio Borges de Brito, 77, mostra os documentos que mostram um exame marcado pelo SUS há quatro anos em Vitória da Conquista (BA) Mário Bittencourt/UOL Mais

Documentos mostram que o exame do aposentado, pedido em 2010, foi marcado para este ano. O aposentado apresentava dores na bexiga e incômodo na hora de urinar, então optou por pagar pelas despesas Mário Bittencourt/UOL Mais

Pacientes aguardam atendimento no Cemae (Centro Municipal de Atendimento Especializado), em Vitória da Conquista (BA). Por sua grande oferta de serviços na área de saúde, a cidade atrai pessoas de toda a região sudoeste da Bahia, composta por cerca de 40 cidades, de do norte de Minas Gerais Mário Bittencourt/UOL Mais

Devido à falta de leitos, pacientes internados ficam em macas nos corredores do Hospital de Base de Vitória da Conquista, o maior do sudoeste da Bahia Mário Bittencourt/UOL Mais

Por sua grande oferta de serviços na área de saúde, Vitória da Conquista (BA) atrai pessoas de toda a região sudoeste da Bahia, o que acaba gerando superlotação e demora em agendar exames e consultas. Na foto, pacientes aguardam atendimento no Cemae (Centro Municipal de Atendimento Especializado) Mário Bittencourt/UOL Mais

Devido à falta de leitos, pacientes internados ficam em macas nos corredores do Hospital de Base de Vitória da Conquista, o maior do sudoeste da Bahia. A oferta de serviços na cidade atrai pessoas de cerca de 40 cidades da região, além de gente do norte de Minas Gerais Mário Bittencourt/UOL Mais

Pacientes aguardam atendimento no Cemae (Centro Municipal de Atendimento Especializado), em Vitória da Conquista (BA) Mário Bittencourt/UOL Mais

O aposentado Flávio Borges de Brito, 77, que teve exame agendado no SUS para quatro anos depois, acabou arcando com as despesas médicas, o que lhe custou um total de R$ 2.000. O aposentado informou que não pretende procurar o Ministério Público para reaver o que gastou, pois diz que gosta de "viver sem atrito" Mário Bittencourt/UOL Mais

Exame pelo SUS demora quatro anos para ser marcado na Bahia

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