Informações sobre o álbums
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    • Saúde [11180]; Câncer [11573];
Fotos

Por Larissa Meira - Por causa do tratamento intenso me mudei para São Paulo com a minha família, aqui conheci meu marido e em 2012 recebi o maior presente que poderia imaginar, Maria Rosa, minha filha. Foram anos de quimioterapia, radioterapia, cirurgias, U.T.I., transfusões, tratamentos alternativos e exames exaustivos. E eu tenho certeza que eu não conseguiria pela minha força e sozinha. Não acredito em coincidência, acaso ou sorte. Eu acredito que o mesmo Deus que me deu a vida um dia, soprou ela novamente em mim. Passei por várias situações onde as chances de sobreviver eram muito pequenas e de alguma forma me "acostumei" a viver apesar das incertezas. Eu não trocaria tudo o que aprendi com Deus e com os outros por uma vida saudável, onde tudo daria certo de acordo com os "meus planos", por que não existe prazer maior do que viver pela fé Arquivo pessoal Mais

Por Nátali Araújo - Uma das coisas que mais me abalaram durante meu tratamento foi o fato de ouvir por diversas vezes "infelizmente você não terá a oportunidade de ser Mãe novamente". Mas esses mesmos médicos que me disseram isso dois anos atrás olharam no fundo dos meu olhos e disseram: "Você acredita em milagres?" Sim, no dia 09/08/2013 em um exame de sangue para fazer a reconstrução da minha mama descobri que estava grávida. Meus médicos não estavam conseguindo entender como, pois eu ainda estava fazendo tratamento, mas, para nossa surpresa, eu estava, sim, grávida (...). Logo vou voltar ao meu tratamento, mas tenho certeza que nada é capaz de me abalar, pois acredito em mim e principalmente na missão que Deus me deu; hoje eu tenho a reposta do para quê eu estava vivendo toda essa luta. Vitório veio para consagrar a minha Vitória nessa Batalha. Arquivo pessoal Mais

Por Marina Maior - Fiz o tratamento (cirurgias, quimioterapia e hormonioterapia). Sofri, chorei, enjoei. Mas cresci muito enquanto pessoa. Não reclamo mais de coisas pequenas. Minha visão do que realmente importa na vida mudou substancialmente. Virei uma pessoa melhor. Me tornei uma médica mais completa. Agradeço por ter tido isso? Nunca. Mas, o que não tem jeito, remediado está. E o câncer, ainda bem, tem remédio. Se você está começando o tratamento, força! Não desista. E olhe como o céu azul é azul, o barulho de chuva é gostoso e como aquela bolsa daquela marca não faz a menor falta no seu armário. Vai dar tudo certo. Para mim está dando há três anos e "uns quebrados". Faltam quase dois anos de uma injeção e um comprimido, mas a força que descobri estar dentro de mim só aumenta a certeza de que vai ficar tudo bem. E com você também. Cabelo cresce, a vida volta ao normal e você vai curtir ainda mais tudo o que a vida oferece! Arquivo pessoal Mais

Por Deborah Aquino - Fiquei meses insistindo com os médicos até que me pediram uma biópsia, que foi confirmada após a operação de retirada do nódulo: Eu tinha câncer! Recebi a notícia por telefone, quando estava com minha filha Duda no consultório da minha dermatologista. Ela olhava pra mim e dizia: "Mamaezinha, não chola". Sabe a primeira coisa que me veio à cabeça? Quanto tempo eu deixei de passar com ela, quantas vezes ela me chamou pra brincar e eu falava "pera um pouquinho que a mamãe está respondendo uma coisa". Quantas vezes ela me pediu pra ir no parquinho, pra vir na janela ver uma estrela e eu queria ver um programa na TV. E agora estava ali, sem saber realmente o que eu tinha, se todos os outros nódulos eram malignos, se tinha quimio, se tinha metástase. Se eu ia vê-la crescer, se ia ver ela aprender a ler e escrever, se ia vê-la ficar mocinha, enfim? não é piegas, gente. É isso. Você vê a morte ali na tua frente Arquivo pessoal Mais

Por Ana Michelle de Amo - Se você está enfrentando essa doença então erga a cabeça e não seja vítima, não deixe de fazer nada e não deixe ninguém sugar suas forças com negatividade, mostre que você é muito mais forte do que essa doença xexelenta... Sério, até os médicos dizem que a forma como vc lida com o câncer é decisivo na sua melhora... Quer um bom exemplo? Meu cabelo não caiu todo para surpresa de todos os médicos... milagre? Não! É que o cabelo era minha última prioridade, eu só queria continuar vivendo minha vidinha feliz. Quando a gente para de dramatizar as coisas, parece que tudo dá certo! A foto que escolhi ? tinha um sonho de ir para a Disney e aí tive que adiar por causa do tratamento. Mas como tudo foi correndo bem decidimos comemorar a vitória realizando esse sonho. Viajamos no meio do tratamento. Foi incrível! Na volta, desembarquei em Guarulhos e fui direto pra clínica fazer medicação com as orelhas da Minnie e feliz da vida porque não deixei de fazer absolutamente nada por causa da doença! Arquivo pessoal Mais

Por Tania Mary Gomez - No dia em que sai do hospital Erasto Gaertner, local que me acolheu com tanto carinho e humanidade, me posicionei na frente deste e assumi o compromisso de entrar nesta luta de peito aberto. Disposta a enfrentar todas as adversidades que surgissem, assim fiz e faço até hoje, 13 anos depois. Procuro passar minha experiência para que o câncer deixe de ser uma sentença de morte para milhões de pessoas no mundo e para mostrar que viver é uma possibilidade mesmo depois do câncer (...) Sempre que lembro de minha história, sinto-me uma vencedora e sei que sou mais feliz agora do que há 13 anos, quando tudo começou. Arquivo pessoal Mais

Por Monique Vargas Cardoso - Descobri o meu câncer de mama em setembro de 2011, aos 26 anos, ao realizar o autoexame da mama. No momento do diagnóstico pareceu que a vida estaria acabando naquele momento. Mas, depois, surgiu uma força extrema que me ajudou a superar tudo isso. Realizei oito sessões de quimioterapia, cirurgia e mais 33 sessões de radioterapia Arquivo pessoal Mais

Por Luciane Schneider- Minha filha Julia nasceu em maio de 2005 e foi o dia mais feliz de toda minha existência. Seis meses depois descobri um tumor na artéria vertebral direita. Fui pra Porto Alegre e fiz a cirurgia que foi um sucesso. Por ter de usar colar cervical, não pude pegá-la no colo durante quatro meses, e só me sentia triste quando me dava conta de que não poderia ter meu bebê nos braços Arquivo pessoal Mais

Por Maria Claudia Lage - Há dois anos eu recebia a noticia de que tinha um tumor, que era maligno e que tinha que fazer uma mastectomia radical. Fiquei sem chão, sem visão, perdi a razão... Até meu coração parou por alguns minutos...Naquele momento podia cair um avião ou um milhão na minha frente que não tinha nenhuma diferença...Chorei, chorei muito, era uma dor que dilacerava minha alma... Começa ali uma jornada de penosa... Dolorosa... Mas o pior ainda estava por vir... Arquivo pessoal Mais

Por Márcia - Em agosto de 2012, poucos dias antes do meu aniversário de 34 anos, recebi o diagnóstico de câncer de mama. Estava no momento que eu avaliava ser o mais feliz da minha vida: fazia pouco tempo que eu estava trabalhando no setor que sempre sonhara estar na empresa; tinha feito um novo corte de cabelo; minha filha, Rafaela, estava com 2 anos e 2 meses, cheia de saúde e ganhara uma linda festa de aniversário; meu marido, Rodrigo, estava trabalhando a todo vapor. Tudo andando conforme o planejado e, de repente, essa notícia. Eu me lembro como se fosse ontem, eu e o Rodrigo estávamos sentados de frente para o mastologista e ele disse, olhando nos meus olhos: - O que você tem é um carcinoma ductal invasor na mama direita. Eu sabia que aquilo não poderia ser legal, um nome tão feio, rs, mas ainda não tinha entendido, e então ele ligou a tecla SAP: - Câncer de mama Arquivo pessoal Mais

Por Patricia Ananda - Em julho eu notei um nódulo no meu seio, corri e fiz um ultrassom. Fui pro posto e marquei uma prevenção no IPC e o mastologista em outro lugar. Fui pro mastologista, que foi super bruto e um péssimo profissional, e me passou uma biópsia. Voltei pro posto e fiquei em uma fila de espera; enquanto isso fui fazer a minha prevenção. Expliquei à medica Aline Carvalho, ginecologista e mastologista, que eu estava louca esperando uma biópsia, até que ela examinou meu seio e me deu uma guia pra fazer a biópsia com ela. Fiz a punção e o resultado deu benigno, mas que era preciso operar, pois estava crescendo. Operei, retirei o nódulo, foi para a segunda biópsia e recebi o resultado na segunda seguinte: um carcinoma ductal infiltrante (câncer). Então tirei um quadrante do seio, estou na quimio e depois farei a radio Arquivo pessoal Mais

Por Vivian Gurgel - No dia 31 de maio de 2013 fui diagnosticada com carcinoma invasivo nível 4, presente em todas as amostras enviadas. Eu estava com câncer de mama. No dia 17 de junho me mudei para São Paulo; as quimioterapias começaram no dia 1º de julho e, no dia 14 de fevereiro de 2014, fui operada: fiz a mastectomia radical da mama direita. Hoje, depois de passar por tudo isso, passei a ver a vida de outra forma, as prioridades passaram a ser outras. A minha família se tornou a coisa mais importante da minha vida Arquivo pessoal Mais

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