Proliferação de caracol gigante pode contribuir para avanço do 'Aedes'

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    Exemplar do caracol-gigante-africano (Achatina fulica)

    Exemplar do caracol-gigante-africano (Achatina fulica)

A proliferação do caracol-gigante-africano em cidades do interior de São Paulo pode estar contribuindo para espalhar doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, chikungunya e zika vírus.

Em Tatuí, região de Sorocaba, moradores encontraram larvas do mosquito na água acumulada no interior das conchas. O molusco prolifera na região do Ribeirão Manduca.

Com o calor e as chuvas, a quantidade aumentou. A prefeitura informou que faz a limpeza regularmente na região e fará a roçagem do mato onde a espécie se abriga atualmente. Os moradores são orientados a recolher os caramujos com luvas e proceder a destruição das conchas.

Em Itirapina, região central do Estado, moradores também encontraram água parada e larvas em conchas do caracol gigante, na primeira semana deste ano. Outras cidades do interior, como São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí, registraram infestações recentes. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

 

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