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Museu Itinerante do Coração ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares

Paula Laboissière

Da Agência Brasil

29/09/2014 18h10

Em linguagem simples, com o auxílio de diversas imagens e muita tecnologia, o Museu Itinerante do Coração ajuda a difundir medidas de prevenção a doenças cardiovasculares na capital federal. A iniciativa é da Sociedade Brasileira de Cardiologia e esteve à disposição do público de nesta segunda-feira (29), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

No local, o público tem acesso a dicas de alimentação saudável e pode, por exemplo, montar pratos virtuais, escolhendo alimentos e verificando, posteriormente, se a escolha foi correta ou não. Também é possível conhecer, em tamanho natural, o  menor coração e o maior coração de um vertebrado, o do beija-flor e o da baleia.

A dentista Soraya Moreti, 38 anos, levou as filhas Maria Fernanda e Maria Eduarda, de 5 anos e 3 anos, para conhecerem o museu. As meninas aprenderam, inclusive, a fazer massagem cardíaca. “Recebi um folder da escola, achei interessante e resolvi trazê-las. A mais velha já havia feito uma visita ao Corpo de Bombeiros e gostou bastante”, comentou.

Apesar de muito novas, as filhas de Soraya são capazes de ajudar uma pessoa inconsciente e sem respiração até a chegada de equipes de emergência, conforme explicou a educadora física e enfermeira Déborah Kabani. Ela é responsável por transmitir a técnica da massagem cardíaca no museu. “Se ninguém fizer nada, em cinco minutos o paciente tem danos cerebrais e, em dez minutos, a morte é quase certa”, afirmou.

Funcionária pública, Angélica Ponte, 53 anos, também decidiu levar o filho Luiz Guilherme, 8 anos, para conhecer o museu. “Queria que ele aprendesse, mas a gente acaba aprendendo também”. Questionado sobre a atração preferida, Luiz Guilherme não exitou: “Aprendi a montar um prato saudável. Gosto muito de comer fruta e verdura”.

Além de Brasília, o Museu Itinerante do Coração já passou por Curitiba, São Paulo e Salvador, sempre acompanhando o Congresso Brasileiro de Cardiologia. A ideia da entidade é que, futuramente, ele possa se tornar uma exposição fixa.

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