Caixa Cultural abre mostra de filmes de diretoras negras em Brasília
O filme Kbela, de 2015, dirigido por Yasmin Thayna faz parte da mostrasite da Caixa Cultural e na página da mostra no Facebook.. A entrada é gratuita, limitada à lotação do teatro.
De hoje (4) até 11 de julho, a Caixa Cultural apresenta a mostra Diretoras Negras no Cinema Brasileiro. As sessões ocorrem no Teatro da Caixa, em Brasília. Serão exibidos 45 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, fazendo uma retrospectiva da produção cinematográfica feita por cineastas negras brasileiras. O dia de Jerusa, filme de 2014, direção de Viviane Ferreira A mostra quer destacar a resistência dessas mulheres no mercado, já que não existe nenhum movimento de cineastas negras e cada uma trabalha suas próprias questões. Dentre elas, se destacam Elen Linth e Keyla Serruya (Amazonas), Larissa Fulana de Tal (Rio de Janeiro), Eliciane Nascimento (Brasília) e Renata Martins (São Paulo). A boneca e o silêncio, de 2015, direcão de Carol Rodrigues Entre outros temas, os filmes de ficção e documentários que serão exibidos na mostra retratam aspectos do cinema negro brasileiro, o lugar da mulher negra na sociedade, a cura e o fortalecimento feminino, a luta das empregadas domésticas, a representação racial no universo infantil e a luta por moradia da América Latina. A programação ainda traz dois debates abertos ao público, um sobre as perspectivas e transformações da mulher negra no cinema nacional, e outro sobre o percurso das diretoras negras no cinema brasileiro. A mostra também terá uma sessão com audiodescrição e closed captions para portadores de necessidades especiais. O filme Leva será exibido no domingo (9), às 17h30. O filme Amor Maldito, da pioneira Adélia Sampaio, será exibido em duas sessões. A cineasta começou no cinema, em 1969, aprendendo tudo na prática, como diretora de produção de diversos longas-metragens. Dirigiu vários curtas e, em 1984, tornou-se a primeira diretora afrodescendente a dirigir um longa-metragem no Brasil, o Amor Maldito. "A ousadia do filme forçou Adélia Sampaio e sua equipe a trabalharem em regime de cooperativa. As salas de cinema [outras] não aceitaram exibir o filme, que foi proposto ser divulgado como filme pornô", informou a Caixa Cultural. A programação da mostra está disponível no
ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}
Ocorreu um erro ao carregar os comentários.
Por favor, tente novamente mais tarde.
{{comments.total}} Comentário
{{comments.total}} Comentários
Seja o primeiro a comentar
Essa discussão está encerrada
Não é possivel enviar novos comentários.
Essa área é exclusiva para você, assinante, ler e comentar.
Só assinantes do UOL podem comentar
Ainda não é assinante? Assine já.
Se você já é assinante do UOL, faça seu login.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Reserve um tempo para ler as Regras de Uso para comentários.