Operação Lava Jato

Assessoria diz que Cunha aguarda teor do pedido de prisão para se pronunciar

Em Brasília

  • Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

    O presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

    O presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

A assessoria do deputado e presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), informou na manhã desta terça-feira (7) que o peemedebista não vai se posicionar sobre o pedido de prisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo a assessoria, Cunha quer conhecer primeiro o teor do pedido para depois se pronunciar.

Além de Cunha, Janot pediu a prisão do presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador e ex-ministro Romero Jucá (PMDB-RR) e o uso de tornozeleira eletrônica para o ex-presidente da República e ex-senador José Sarney (PMDB-AP). Os pedidos estão na mesa do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), para serem analisados.

O Conselho de Ética discute neste momento o relatório que pede a cassação do mandato de Cunha. Parlamentares que defendem a perda do mandato dizem que a prisão reforça a cassação. A defesa de Cunha admite que o pedido de prisão, no dia da votação no colegiado, pode atrapalhar a estratégia da defesa.

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