Se puder ajudar a unir o partido, vou avaliar, diz Alckmin sobre presidir o PSDB

Eduardo Laguna e Francisco Carlos de Assis

São Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deixou aberta a possibilidade de disputar a presidência nacional de seu partido na convenção dos tucanos marcada para o dia 9 de dezembro.

Durante participação em fórum realizado pela revista Veja, Alckmin disse que, embora nunca tenha passado por sua cabeça ser presidente do partido, o momento exige união. "Nunca me coloquei como pré-candidato, mas se for para ajudar a unir o partido, vamos avaliar", disse o governador.

Ele lembrou a campanha do senador Aécio Neves à Presidência da República em 2014, quando o mineiro já era presidente da sigla, para dizer que não há incompatibilidade entre as funções.

Alckmin ressaltou que num momento em que todos os partidos mostram fragilidade, o mais importante é pensar em fortalecer o PSDB em torno de um projeto nacional.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que costura o nome de Alckmin para o posto, participará de reunião prevista para hoje com os envolvidos para bater o martelo e chegar à convenção nacional, no dia 9, com um nome de consenso para o comando do partido.

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