O Brasil na imprensa alemã

Vaga conquistada pela Seleção para a Copa do Mundo de 2018 e boa fase da equipe nacional é destacada pela imprensa alemã. "O Brasil é de novo o Brasil", afirma o "Süddeutsche Zeitung$escape.getQuote().Frankfurter Allgemeine Zeitung – Brasil encanta e se garante na Rússia, 29.03.2017 "Com um 3 a 0 de gala contra o Paraguai, a seleção brasileira carimbou o bilhete para a Copa de 2018. (...) O Brasil é a primeira seleção sul-americana a ter a classificação para a Copa de 2018 na Rússia garantida. Já a arquirrival Argentina, sem Lionel Messi, suspenso, precisa temer cada vez mais pela sua participação. (...) Para o Brasil, a boa fase sob o técnico Tite continua – o sucessor do desafortunado Dunga venceu oito partidas seguidas." Bild – Brasil carimba bilhete para a Copa, 29.03.2017 "Com uma vitória de 3 a 0 sobre o Paraguai, o Brasil é o primeiro time – depois da anfitriã Rússia, que tem vaga garantida – a se classificar para a Copa do Mundo de 2018. Em São Paulo, a Seleção obteve uma vitória soberana na 14ª rodada das eliminatórias sul-americanas, com gols de Coutinho, Neymar e Marcelo. O capitão Neymar ainda desperdiçou um pênalti." Sportschau.de – O Brasil luta contra seu trauma, 28.03.2017 "A Seleção está de volta (...) Mas ainda falta um teste intercontinental para valer. O trauma calou fundo e por muito tempo. Ao longo de dois anos, a seleção brasileira foi alvo de piadas, principalmente no próprio país, depois da derrota de 7 a 1. A euforia só retornou depois da vitória olímpica, com uma equipe jovem e desconhecida. (...) O sensato Tite garante que a Seleção, apesar dos bons resultados, mantenha os pés no chão. Ele ordenou à equipe que se mantenha próxima do povo. Dezenas de milhares de torcedores assistem aos treinos da Seleção, e o técnico, com seu estilo positivo, toma a dianteira, tirando selfies com os torcedores." Süddeutsche Zeitung – Voltou a sonhar, 28.03.2017 "O Brasil voltou a sonhar. Sob o comando do técnico Tite, a Seleção retornou a suas origens – e a vaga na Copa está praticamente assegurada. Em Belo Horizonte mora um sábio do futebol, há muito já grisalho, que tem uma teoria bem particular. Seu nome: Tostão. A cada 12 anos, segundo o campeão mundial de 1970, o futebol brasileiro alcança sua maturidade, e isso pode ser reconhecido nas grandes gerações de jogadores que seu país produziu. À primeira equipe campeã mundial, em 1958, com Pelé e Garrincha, seguiu-se a lendária equipe que, em 1970, ofereceu futebol em technicolor e trouxe o terceiro título para o Brasil, depois de 1962. Em 1982, poetas como Sócrates, Cerezo e Alemão encantaram o mundo sem conquistar o título, que teve de esperar até 1994. E se lembrarmos de Ronaldo, Ronaldinho, Cafú e Roberto Carlos, é necessário incluir o time de 2006 entre os melhores que o Brasil já levou para uma Copa, mesmo que ele tenha sido eliminado pela França nas quartas de final, diz Tostão. Essa periodicidade, por si só, já coloca o Brasil entre os favoritos ao título na Copa de 2018, na Rússia, acredita ele. E há mais um motivo para contar o Brasil entre os favoritos: o Brasil é de novo o Brasil." AS/ots

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