França anuncia fim de missão militar na República Centro-Africana
Paris, 30 mar (EFE).- O ministro de Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, anunciou nesta quarta-feira que encerrará a missão militar na República Centro-Africana, iniciada em 2013, ao longo deste ano, por considerar que a situação no país já é estável.
Em discurso em Bangui, onde compareceu à posse do presidente da República Centro-Africana, Faustin-Archange Touadéra, eleito em fevereiro, Le Drian lembrou que o país estava "em plena guerra civil motivada por tensões religiosas", quando a missão foi lançada.
O ministro afirmou que os soldados franceses conseguiram "recuperar a calma" e "impedir o inaceitável" nesses dois anos, por isso confirmou o fim da missão, sem dar uma data específica.
A França, que chegou a ter 2.500 soldados no país, atualmente mantém 900 homens na República Centro-Africana, número que será gradativamente reduzido ao longo de 2016. Alguns deles, porém, seguirão no país para treinar as tropas centro-africanas.
A missão de segurança será assumida pelos boinas azuis da ONU destacados na Minusca, que deve enviar ao país 12 mil soldados.
Alguns soldados franceses que atuaram na República Centro-Africana foram acusados de abuso sexual contra menores no país, denúncias que ainda estão sendo investigadas.
Em discurso em Bangui, onde compareceu à posse do presidente da República Centro-Africana, Faustin-Archange Touadéra, eleito em fevereiro, Le Drian lembrou que o país estava "em plena guerra civil motivada por tensões religiosas", quando a missão foi lançada.
O ministro afirmou que os soldados franceses conseguiram "recuperar a calma" e "impedir o inaceitável" nesses dois anos, por isso confirmou o fim da missão, sem dar uma data específica.
A França, que chegou a ter 2.500 soldados no país, atualmente mantém 900 homens na República Centro-Africana, número que será gradativamente reduzido ao longo de 2016. Alguns deles, porém, seguirão no país para treinar as tropas centro-africanas.
A missão de segurança será assumida pelos boinas azuis da ONU destacados na Minusca, que deve enviar ao país 12 mil soldados.
Alguns soldados franceses que atuaram na República Centro-Africana foram acusados de abuso sexual contra menores no país, denúncias que ainda estão sendo investigadas.
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