Melania Trump pede US$ 150 milhões a jornal por dizer que foi "acompanhante"

Em Londres

  • Mandel Ngan/ AFP

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, pediu US$ 150 milhões (R$ 470 milhões) ao tabloide britânico "The Daily Mail" por publicar acusações de que trabalhou como "escort" (acompanhante), informação pela qual o jornal se retratou, informou nesta terça-feira a rede "BBC".

A esposa do presidente americano, Donald Trump, de 46 anos, deu entrada no processo em setembro no estado de Maryland (EUA), onde foi rejeitado porque a editora do jornal (Mail Media) tem sede em Nova York, onde ela ingressou com uma nova ação judicial.

Melania Trump, nascida na Eslovênia, argumenta que o artigo do tabloide fez com que sua "marca perdesse um valor significativo".

A primeira-dama chegou aos Estados Unidos na década de 1990 para trabalhar como modelo e em 2005 se casou com o magnata imobiliário em Palm Beach (Flórida).

Dias após publicar o polêmico artigo, em agosto do ano passado, o "The Daily Mail" divulgou uma nota de esclarecimento na qual garantiu que não tinha intenção de dar a entender que as "acusações" eram corretas.

O texto "não tentava afirmar ou sugerir que a senhora Trump trabalhou como 'escort' nem na indústria do sexo", especificou o tabloide.

Os advogados de Melania Trump calculam que a primeira-dama perdeu "milhões de dólares" em oportunidades de negócio devido ao prejuízo que o jornal causou à sua imagem.
 

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