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Mais de 5 mil pessoas foram mortas pelo Estado Islâmico na Síria, diz ONG

Imagem de drone mostra a destruição de Raqqa após a vitória das Forças Democráticas Sírias sobre o Estado Islâmico (10.out.2017) - AP Photo/ Gabriel Chaim
Imagem de drone mostra a destruição de Raqqa após a vitória das Forças Democráticas Sírias sobre o Estado Islâmico (10.out.2017) Imagem: AP Photo/ Gabriel Chaim

Da EFE, no Cairo

29/10/2017 18h57

O grupo terrorista EI (Estado Islâmico) matou 5.100 pessoas em 150 execuções sumárias na Síria ao longo de 40 meses, desde que anunciou seu "califado" em junho de 2014 até hoje, informou neste domingo o OSDH (Observatório Sírio de Direitos Humanos).

A ONG explicou que o EI matou civis, combatentes de facções rebeldes, das FSD (Forças da Síria Democrática)apoiadas pelos EUA e efetivos do regime de Bashar al Assad.

As execuções foram feitas pelas acusações de "espionagem" em favor da coalizão internacional e das FSD, por serem integrantes do regime de Assad e por lutarem nas fileiras da Organização de Libertação do Levante, o antigo braço sírio da Al Qaeda.

O número de vítimas nas regiões sírias controladas pelos jihadistas aumentou recentemente devido aos contra-ataques do EI frente ao avanço de seus rivais, e, neste mês e outubro, os assassinatos se concentraram na cidade de Al Qariatain, no sudeste da província central de Homs.

Entre os executados pelo EI, há 2.868 civis, entre eles 105 crianças e 150 mulheres, que foram fuzilados, degolados, decapitados, apedrejados, empurrados do alto de edifícios e queimados vivos em Damasco e seus arredores, e nas províncias de Deir ez Zor, Al Raqqa, Al Hasaka, Aleppo, Homs e Hama.