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Kanye West elogia Trump no Twitter e presidente devolve o carinho

25/04/2018 19h02

Los Angeles (EUA), 25 abr (EFE).- O rapper Kanye West aproveitou seu sucesso no Twitter para elogiar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um gesto que não passou despercebido para o governante, que não duvidou em agradecer e devolver o carinho.

"Você não tem que concordar com Trump, mas a horda não pode me fazer não amá-lo. Nós somos dragões da energia. Ele é meu irmão. Eu amo todo mundo. Eu não concordo com tudo que alguém faz. Isso é o que nos torna indivíduos. E nós temos o direito ao pensamento independente", escreveu hoje o músico.

"Se seu amigo pular da ponte, você não precisa fazer o mesmo (...). Para as pessoas na minha vida, a ideia de (apoiar) Trump é praticamente 50/50, mas eu não digo a um apoiador de Hillary para não apoiar Hillary. Eu também amo Hillary", completou.

Após essas frases de apoio, Trump respondeu três horas depois: "Obrigado Kanye, muito legal!".

Depois, o rapper, que retomou a atividade no seu Twitter após um longo tempo de silêncio, explicou que sua esposa, Kim Kardashian, tinha lhe ligado para estimulá-lo a esclarecer que nem sempre está de acordo com Trump.

"Não estou de acordo com tudo o que faz. Não estou 100% de acordo com ninguém, exceto comigo mesmo", indicou.

Kardashian afirmou, por sua parte, que West é "um pensador livre" e se mostrou crítica com os comentários que o comportamento do seu marido está suscitando nas redes sociais e que consideram que essa atitude lembra à que o artista mostrou em novembro de 2016, quando se viu obrigado a cancelar 21 shows após sofrer uma crise nervosa.

As declarações de West de hoje foram feitas depois de ter despedido seu empresário, Scooter Brown, que também representa artistas como Ariana Grande e Justin Beiber.

"Já não tenho manager. Ninguém me gerencia. Não sou cliente de ninguém", assegurou o artista também no Twitter.

Segundo a publicação "Page Six", West demitiu também outros cinco funcionários de seu "círculo íntimo", após anunciar que lançará até cinco discos novos - como artista e produtor - e um livro de filosofia.