UOL Notícias e Home-Page: Capitão condenado por crime de tortura não ficou preso por 13 anos

Diferentemente do que foi informado na matéria Tenente condenado por tortura há 12 anos volta à PM como capitão, o capitão Vitor Maximino de Melo, condenado em primeira instância em 2005 pelo crime de tortura, não ficou preso durante 13 anos. Ele ficou detido entre 2004 e 2005 e retornou à prisão em maio de 2017, permanecendo na cadeia por mais um mês. A matéria também informou incorretamente que o secretário de Segurança de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, publicou decreto no Diário Oficial informando o retorno do PM à ativa. Na verdade, foi uma portaria da Diretoria de Pessoal da PM. Todas as informações foram corrigidas.

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