Limitação de conteúdos extremistas na internet ameaça liberdade de expressão, diz relatório

WASHINGTON (Reuters) - Governos que estão buscando limitar a disseminação de conteúdo extremista online arriscam prejudicar os direitos de liberdade de expressão e privacidade, disse um grupo composto por algumas das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos em um relatório nesta quarta-feira.

A Global Network Initiative disse que empresas não deveriam ser pressionadas por governos para mudar seus termos de serviço e que demandas para restringir conteúdos devido a preocupações com segurança pública precisam estar de acordo com as estruturas legais existentes.

Entre os membros do grupo, que começaram a desenvolver suas recomendações em julho de 2015, estão Microsoft, Alphabet, Facebook, LinkedIn e Yahoo!, além de ativistas da sociedade civil e acadêmicos.

O relatório foi divulgado em um momento em que os governos ao redor do mundo estão pressionando empresas a fazer mais para interromper o movimento de conversão realizado na internet por jihadistas islâmicos e outros grupos extremistas.

(Por Dustin Volz)

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