China concorda em investigar colisão de petroleiro em conjunto com Panamá, Irã e Hong Kong

PEQUIM (Reuters) - Autoridades marítimas da China, Panamá, Irã e Hong Kong assinaram, nesta quinta-feira, um acordo para investigar em conjunto uma colisão no Mar do Leste da China que causou o pior desastre envolvendo um navio de petróleo em décadas, de acordo com o Ministério de Transporte da China.

O trabalho de investigação será organizado por uma equipe conjunta composta por representantes de todos os quatro signatários do acordo, segundo comunicado do ministério.

O petroleiro Sanchi, registrado no Panamá e administrado pela maior operadora de transporte de petróleo do Irã, colidiu no dia 6 de janeiro com o CF Crystal a cerca de 295 quilômetros da costa chinesa, perto de Xangai.

O petroleiro, que seguia do Irã para a Coreia do Sul, levando mais de 136 mil toneladas de condensado, um tipo de petróleo ultraleve, naufragou no dia 14 de janeiro após pegar fogo por mais de uma semana. Acredita-se que a tripulação composta por 30 iranianos e dois bengalis tenha morrido.

As caixas-pretas do Sanchi e do CF Crystal foram abertas, relatou na quarta-feira a Agência de Notícias Estudantil Iraniana (Isna). 

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