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    • Mexico [5864];
    • Prisão [34914]; Arte [27221]; Internacional - Notícias [35978];
Fotos

A "vida fácil" seduziu David Guzmán. Desde muito jovem, começou a consumir drogas e roubar. Mas após cinco anos atrás das grades, este mexicano parece em paz e trabalha, concentrado, uma peça de couro que logo será uma bolsa de luxo. "Nós já estamos pagando uma pena, mas não deixamos de existir, se não deixamos de existir, temos toda a liberdade de fazer isso (participar do projeto)", diz Pedro Pardo/AFP Mais

A fundação "Prison Art" oferece aulas de desenho e pintura em couro para presidiários. Jorge Cueto, presidente da fundação, decidiu criar o projeto após ter ele mesmo passado pela experiência da prisão. Ele passou 11 meses preso, acusado de fraude, mas foi considerado inocente Pedro Pardo/AFP Mais

Jorge Cueto, presidente da fundação "Prison Art", conta que foi na cadeia que viu como é difícil para os reclusos se reintegrarem a uma sociedade que os rejeita e, assim, teve a ideia de criar o projeto Pedro Pardo/AFP Mais

Jorge Cueto afirma que paga aos presos o valor correspondente por todas as peças produzidas, mesmo aquelas que não são vendidas. Mas, as bolsas, os quadros e os painéis são um sucesso de vendas Pedro Pardo/AFP Mais

Os artigos de luxo produzidos na oficina, que funciona na biblioteca do presídio de Tulacingo, Estado de Hidalgo, no México, são comercializados em cinco lojas na cidade próxima à cadeia Pedro Pardo/AFP Mais

Só na biblioteca do presídio de Tulacingo, Estado de Hidalgo, no México, onde funciona a oficina do "Prison Art" trabalham dez presos. Eles podem ganhar até US$ 400 (cerca de R$ 1.200) pelo trabalho Pedro Pardo/AFP Mais

O projeto já passou por seis prisões mexicanas e, atualmente, dá emprego a 240 presos e ex-detentos, já que muitos continuam trabalhando para a fundação mesmo depois de cumprir a pena Pedro Pardo/AFP Mais

A fundação "Prison Art" quer vender as bolsas, quadros e painés fabricados pelos reclusos também para os EUA, Inglaterra e Espanha Pedro Pardo/AFP Mais

Há requisitos para participar do projeto. O detento não pode consumir drogas, tem que participar das terapias em grupo oferecidas na cadeia e dar metade dos seus rendimentos para a família Pedro Pardo/AFP Mais

As lindas bolsas de luxo produzidas pelas mãos dos reclusos, são vendidas por centenas de dólares em cinco lojas espalhadas pelo México Pedro Pardo/AFP Mais

"Ao fazer esse tipo de trabalho, a mente fica ocupada. Você tem um horário, você começa a ter bons hábitos", diz Mariela Soriano, uma das presas envolvidas no projeto Pedro Pardo/AFP Mais

"Prison Art": bolsas de luxo feitas por presos mexicanos são sucesso de venda

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