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Família de Marcelo Pesseghini tem acesso a laudos do inquérito

Do UOL, em São Paulo

05/09/2013 12h50Atualizada em 05/09/2013 18h01

Parentes do estudante Marcelo Pesseghini, apontado pela Polícia Civil como principal e único suspeito de matar pai, mãe, avó e tia-avó na Brasilândia (zona norte de São Paulo), no início do mês, compareceram nesta quinta-feira (5) ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), órgão responsável pelas investigações do caso. O crime completa hoje um mês.

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Eles pediram acesso aos laudos que foram entregues esta semana pelo IC (Instituto de Criminalística) à direção do DHPP e cujos resultados ainda não oficiais têm sido comentados pelas autoridades policiais ao longo da semana, em entrevistas, no sentido de reforçar que os documentos comprovariam a principal tese das investigações: a de que Marcelo cometeu suicídio depois de assassinar o pai, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, a mãe, a cabo Andreia Bovo Pesseghini, a avó, Benedita Oliveira, 65, e a tia-avó, Bernadete Oliveira, 55.

“A imprensa está sabendo [dos resultados dos laudos] primeiro que a família”, criticou o tio de Marcelo, Sebastião de Oliveira Costa, tio-avô do garoto. “Eles têm que mostrar para a gente”, disse.

Chacina da Brasilândia é esclarecida, diz polícia

Costa foi ao DHPP acompanhado de cinco parentes. A assessoria de imprensa do órgão informou que Sebastião de Oliveira teve acesso a todos os laudos.

"A equipe de investigação prestou todos os esclarecimentos solicitados pela família, acrescentando que o conjunto de laudos está coerente com a linha de investigação, que aponta para o quádruplo homicídio seguido de suicídio pelo adolescente", diz nota divulgada pela secretaria.

A Polícia Civil aguarda os resultados das quebras de sigilo telefônico para concluir as investigações. 

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