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Barbárie e tragédia familiar marcam crimes que comoveram o Brasil em 2013

Do UOL, em São Paulo

30/12/2013 06h00

A chacina da família Pesseghini foi cercado de mistério e versões oficiais e paralelas. O crime sofrido pela dentista Cinthya Moutinho, queimada viva por ladrões, se repetiu em uma outra ocasião. A morte do menino boliviano Brayan Capcha, 5, assassinado por ladrões porque chorava durante assalto na zona leste de São Paulo, revoltou a comunidade em São Paulo.

O UOL selecionou os crimes que chocaram o país em 2013 e fez edição que lembram as narrações de rádio e TV de programas policiais. Eles estão listado de forma cronológica neste vídeo.

A morte do funkeiro MC Daleste, assassinado a tiros no palco, foi vista por internautas pouco tempo depois do crime. Dezenas de câmeras e celulares gravaram o momento em que o cantor de 20 anos foi alvejado em show na periferia de Campinas.

Crimes passionais também comoveram o público e geraram polêmica. A catarinense Aline Kurlapski, 18, teria sido estuprada e morta pelo namorado de sua mãe, José Ademir Radol, que preso se enforcou em cela. Já a goiana Bianca Pazinatto, 18, foi esfaqueada por uma menor que queria reatar namoro na cidade de Jataí, Goiás.

Além do caso Pesseghini, uma outra tragédia familiar ocorreu em São Paulo em 2013: a morte em casa das irmãs Paola e Giovanna Victorazzo pela própria mãe, Mary.

Cotidiano