Réplicas de Ferrari e Lamborghini são apreendidas durante exposição em BH

Carlos Eduardo Cherem

Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte

  • Divulgação/Polícia Civil de MG

    Réplica de Ferrari? Nada feito! Polícia cumpre mandado e apreende carro em BH

    Réplica de Ferrari? Nada feito! Polícia cumpre mandado e apreende carro em BH

Duas réplicas de carros de luxo --um modelo Lamborghini e uma Ferrari-- foram apreendidas durante uma exposição de veículos no Hotel Ouro Minas, região nordeste de Belo Horizonte, neste sábado (3).

Com ingresso a R$ 500, a exposição foi cancelada. Dois executivos da CR Line, empresa gaúcha especializada na produção de réplicas de veículos, prestaram esclarecimentos à Polícia Civil e foram liberados.

A polícia informou que a Justiça determinou um mandado de busca e apreensão dos veículos, após advogados dos fabricantes entrarem com uma ação contra a exposição. A corporação não divulgou os nomes das pessoas que prestaram esclarecimentos e informou que será aberto inquérito para apurar o caso.

"A suspeita é de que esses veículos sejam falsificados. Foram conduzidos à delegacia dois suspeitos, responsáveis pela venda dos automóveis. As investigações continuam com o objetivo de esclarecer os fatos", declarou a polícia.

Em seu site, a CR Line apresenta a exposição na capital mineira como um "mega evento". "Mais um grande acontecimento do mercado de réplicas de carros esportivos".

Ainda no site, a CR Line se apresenta como uma empresa que, desde 2010, "é referência no segmento de construção de réplicas de carros super esportivos, considerada a principal empresa do setor da América Latina".

Divulgação/Polícia Civil de MG
Réplica de Ferrari apreendida durante evento em BH

Outro lado

Neste domingo (4), o UOL ligou por duas vezes para a recepção do Hotel Ouro Minas, que confirmou o cancelamento do evento, e disse que não poderia comentar sobre a apreensão dos veículos. As ligações foram às 9h50 e 10h. O UOL também ligou para os telefones da assessoria de imprensa do Ouro Minas, mas as ligações não foram atendidas.

Também neste domingo (4), a reportagem não localizou advogados da CR Line para comentarem o assunto. Foram feitas três ligações para o telefone da sede da empresa, em São Borja (RS). As chamadas não foram atendidas.

A polícia informou que não daria mais detalhes do caso.

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