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Polícia faz buscas em igreja e casa de pastor morto a tiros no Rio

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) e pastor Anderson do Carmo - Reprodução
A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) e pastor Anderson do Carmo Imagem: Reprodução

Marina Lang

Colaboração para o UOL, no Rio

18/06/2019 19h09

A Polícia Civil cumpriu hoje mandados de busca e apreensão na igreja evangélica Ministério Flordelis - Cidade do Fogo em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, no contexto do assassinato do pastor Anderson do Carmo, que presidia a congregação e era marido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ). Carmo foi assassinado a tiros na garagem de sua residência em Niterói, também na Grande Rio.

Outro alvo de busca e apreensão é a residência do casal e dos 55 filhos (51 adotivos e quatro biológicos) em Niterói.

Ontem, Flávio dos Santos Rodrigues, 38, e Lucas dos Santos, 18, foram presos devido a mandados de prisão anteriores que estavam em aberto. O filho mais velho, que é biológico da deputada e foi registrado como filho de Carmo, era procurado por um caso de violência doméstica. O mais novo, que é adotivo, foi detido em decorrência de uma acusação análoga a tráfico de drogas, que teria ocorrido quando ele ainda era menor de idade.

Procurada pela reportagem do UOL, a assessoria da deputada federal Flordelis disse que "ela não concederá entrevistas sobre a lamentável ocorrência com o esposo, pastor Anderson, nesta terça-feira (18)".

A assessoria acrescentou, no entanto, que "não houve e não há confissão do filho Lucas, fato confirmado pela delegacia de polícia que conduz as investigações". Hoje, a Polícia Civil não se pronunciou oficialmente sobre uma suposta confissão.

A nota da deputada segue dizendo que "lamenta as especulações que a cada momento a imprensa faz sobre o caso e pede que se aguarde o fim das investigações para se saber exato que ocorreu e os culpados pelo crime bárbaro que vitimou um homem de bem".

A delegada que chefia a investigação, Bárbara Lomba, conduziu as diligências e saiu da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo sem falar com a imprensa sobre o caso. Ao menos seis pessoas foram ouvidas desde domingo (16) no âmbito da investigação.

Um promotor do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) do Ministério Público do Rio esteve na sede da DH na manhã de hoje, mas não se manifestou sobre o andamento do caso.

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