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Porta de brinquedo de parque em MG se abre e assusta visitantes

Marcellus Madureira

Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte

09/07/2019 18h40

Jovens que se aventuraram no brinquedo Kamikaze, em um parque de diversões em Sete Lagoas, região central de Minas Gerais, saíram assustados, na noite de domingo (7). Em determinado momento da atração, as portas se abrem e as pessoas ficam expostas à queda. Ninguém se feriu.

O brinquedo faz manobras radicais em que os visitantes são balançados e ficam de cabeça para baixo em uma espécie de jaula, que deveria ficar trancada. Internamente as pessoas também estão seguras pela estrutura do equipamento.

Logo após o problema, a Prefeitura de Sete Lagoas e o Corpo de Bombeiros interditaram o local. Em nota, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente disse que foi feita uma vistoria e o brinquedo foi liberado para funcionamento. "Todos os documentos foram emitidos, atestando a segurança de todos os brinquedos. Sendo assim, a Secretaria de Meio Ambiente procedeu com a autorização para o funcionamento do parque", diz a nota da secretaria.

"Ante as denúncias que foram encaminhadas por meio de vídeos e ligações, o corpo técnico dessa secretaria, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, se deslocou até o parque para realização da intervenção local", informou a pasta. "Mediante notificação emitida pela fiscalização dessa secretaria, foi requerida a emissão de novos laudos de segurança que atestem a qualidade de todos os brinquedos, bem como a garantia de sua segurança aos usuários", afirmou a prefeitura em nota.

Hoje, o parque funcionou normalmente. Segundo o Corpo de Bombeiros de Sete Lagoas, foi realizada vistoria no local e confirmado que a administração do parque tem os laudos de vistoria e de manutenção dos brinquedos, além de atender as exigências legais de segurança.

A corporação relatou que recebeu outra denúncia na segunda-feira sobre o brinquedo "Montanha Russa" e o interditou até que tivesse um novo laudo de segurança. Hoje, porém, os bombeiros fizeram testes nos brinquedos e eles foram liberados.

O UOL tentou contato com a administração do Star Park, mas as ligações não foram atendidas.

Cotidiano