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Mãe e padrasto são presos sob suspeita de matar rapaz de 26 anos em SP

O rapaz (à direita) tinha fotos com o padrasto nas redes sociais - Reprodução/Facebook
O rapaz (à direita) tinha fotos com o padrasto nas redes sociais Imagem: Reprodução/Facebook

Naian Lopes

Colaboração para o UOL, em Pereira Barreto (SP)

26/03/2021 11h36

Um homem de 26 anos morreu ontem, após levar dois tiros dentro de casa. O caso aconteceu na cidade de Mongaguá (SP), que fica a 99 km da capital, São Paulo. O padrasto e a mãe do rapaz foram presos em flagrante acusados do crime.

Segundo a Polícia Militar, vizinhos entraram em contato com o 190 solicitando apoio policial por conta de disparos de arma de fogo. Assim que uma equipe chegou à região, foi constatada a morte de Paulo Henrique Coelho com disparos de arma de fogo. Ele teria sido atingido pelo menos duas vezes.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, os policiais conversaram com vizinhos e com uma testemunha, que teria visto o crime, e eles afirmaram que o padrasto e a mãe são os responsáveis pela morte do jovem e que o casal fugiu em um automóvel. Em diligência, pouco depois, as autoridades encontraram os suspeitos.

Foram encontrados vestígios de sangue na roupa do motorista, um homem de 45 anos, e também na maçaneta do automóvel. No assoalho do veículo a polícia encontrou um suporte para arma e notou que o casal estava nervoso.

Em depoimento, a polícia afirma que o suspeito confessou informalmente o assassinato do enteado e indicou que a arma do crime estava escondida atrás do banco do carro. O padrasto e a mãe foram presos em flagrante por homicídio qualificado.

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e ouviu uma testemunha do caso. Na versão dela, a mãe de Paulo ficou dentro do carro esperando, enquanto o padrasto entrou no imóvel e disparou contra o enteado. Outros vizinhos também compareceram até a delegacia e afirmaram terem ouvido mais de uma vez da boca do casal que pretendiam matar o rapaz nesta semana.

A possível arma do crime foi apreendida e passou por exame residuográfico, assim como o carro e a roupa do padrasto, que passarão por perícia para verificar se o sangue encontrado é do jovem morto.

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