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Três amigos são presos por morte de garota de 18 anos após emboscada em GO

Enzo Jacomini, Jeferson Rodrigues e Raíssa Borges foram presos suspeitos de matar amiga em Goiânia - Reprodução/TV Anhanguera/Polícia Civil de Goiás
Enzo Jacomini, Jeferson Rodrigues e Raíssa Borges foram presos suspeitos de matar amiga em Goiânia Imagem: Reprodução/TV Anhanguera/Polícia Civil de Goiás

Do UOL, em São Paulo

15/09/2021 14h18Atualizada em 16/09/2021 13h39

Três pessoas foram presas pela polícia de Goiânia por suspeita de envolvimento no assassinato de uma garota de 18 anos. A vítima, Ariane Bárbara Laureano de Oliveira, desapareceu no dia 24 de agosto, depois de sair de casa para lanchar com amigas. O corpo dela foi encontrado em uma mata seis dias depois.

Segundo a Polícia Civil, a morte de Ariane foi motivada por uma das suspeitas, Raíssa Nunes Borges, de 19 anos, ter interesse em matar alguém para "saber se era ou não uma psicopata". Ainda de acordo com a corporação, dois dos denunciados se apresentaram como "satanistas" nos depoimentos.

Raíssa declarou que saberia se tinha o transtorno de personalidade após matar alguma pessoa, analisando sua reação após o fato. Segundo a polícia, ela não apresentou nenhum tipo de arrependimento após a morte da vítima.

Além da jovem, Jeferson Cavalcante Rodrigues, de 22 anos, e Enzo Jacomini Carneiro Matos, de 18 anos, foram presos. O trio foi denunciado por asfixiar, matar e ocultar o corpo de Ariane depois de uma emboscada.

O delegado Marcos Gomes relatou que a vítima foi vista em um veículo logo após mandar um áudio para a família, dizendo que algumas amigas a chamaram para lanchar. O carro foi identificado e, após investigação, constatou-se que foi o mesmo veículo usado para abandonar o corpo de Ariane em uma mata no Setor Jaó, na capital.

No local, dois dos autores ainda se ajoelharam ao lado do corpo por aproximadamente 10 minutos. Depois do crime, o trio foi a um shopping em Goiânia para lanchar.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi morta no mesmo dia em que desapareceu. Até o momento, a polícia acredita que a escolha da vítima foi aleatória.

O inquérito deve ser concluído nos próximos dias e o procedimento encaminhado ao Poder Judiciário. A reportagem tenta contato com a defesa dos suspeitos.

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