Estupro, agressão e 6ª prisão: as 8 ações com Brennand como réu no TJ-SP
Thiago Brennand teve a sexta ordem de prisão preventiva decretada ontem. O pedido do Ministério Público de São Paulo foi acolhido pelo juiz Carlos Eduardo Oliveira de Alencar, da Vara do Foro Central da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, a partir do depoimento de uma mulher que procurou a Justiça no final de 2022 para acusá-lo pelos crimes de violência física e sexual.
Ao todo, o empresário é réu em oito ações no TJ-SP
Brennand tem contra ele oito processos no Tribunal de Justiça de São Paulo até o momento. O primeiro é pelo suposto crime de sequestro e cárcere privado — teve início no dia 10 de março de 2022 e tramita na 1ª Vara de Porto Feliz.
O segundo processo é pela acusação de lesão corporal e corrupção de menores. A ação tramita pela 6ª Vara Criminal da Capital e começou no dia 6 de setembro do ano passado.
O caso se refere à agressão contra a empresária e modelo Helena Gomes. Como as agressões, registradas por câmeras de segurança do local, ocorreram na presença do filho do empresário e o menino teria ofendido a mulher, a promotoria considerou a prática de corrupção de menores.
Brennand se tornou réu em outros dois processos de ameaça e lesão corporal também pela 2ª Vara de Porto Feliz. O primeiro teve início em 9 de novembro, e o segundo no dia 11 do mesmo mês.
Na 30ª Vara Criminal de São Paulo tramita uma ação por estupro. Neste caso, o processo se iniciou no dia 14 de dezembro.
Brennand se tornou réu em outros dois processos em 2023. Um deles é por acusação de estupro e teve início no dia 9 de fevereiro, e o segundo por crimes de calúnia, injúria e difamação, que começou dia 31 de março. Os dois tramitam também pela 2ª Vara de Porto Feliz.
Os mandados de prisão
No total, são seis mandados de prisão preventiva, e um deles foi cumprido. Thiago Brennand está preso desde abril na capital paulista, no CDP (Centro de Detenção Provisória) 1 de Pinheiros por crimes sexuais e violência física contra várias mulheres.
O primeiro foi decretado no dia 27 de setembro de 2022, após o empresário não cumprir a determinação de retornar ao Brasil até 23 de setembro. Ele saiu do país no dia 4 de setembro, horas antes da denúncia do MP, e passou a ser considerado foragido.
Depois, a Justiça decretou a segunda prisão contra o empresário. Dessa vez, pela acusação de tatuar uma mulher à força com as iniciais do nome dele e mantê-la em cárcere privado. O caso ocorreu em Porto Feliz (SP).
Em 7 de novembro, foi decretada a terceira ordem de prisão preventiva. Os promotores Evelyn Moura Virginio Martins e Josmar Tassignon Júnior apresentaram denúncia contra ele por suspeita de estupro que teria ocorrido também em Porto Feliz. Este é o caso pelo qual Brennand começou a ser julgado nessa semana.
No dia 6 de março deste ano, a quarta ordem de prisão preventiva foi decretada após a denúncia da miss e estudante de medicina Stefanie Cohen. Ela afirma que foi estuprada por Brennand em 2021.
A quinta prisão preventiva se refere a um caso de estupro também ocorrido em Porto Feliz. O TJ- SP, porém, não deu mais detalhes sobre o caso. Por fim, a sexta foi decretada ontem.
*Com reportagem de Fabíola Perez, publicada em 30/05/2023
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