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Opinião: Silêncio é o maior inimigo dos médicos que têm depressão

Aaron E. Carroll

  • Getty Images

No meu primeiro ano de residência em medicina, eu sabia que havia algo de errado comigo. Eu tinha problemas para dormir. Não conseguia sentir alegria. Eu tendia a chorar em momentos inoportunos. Pior ainda, eu tinha dificuldade de me relacionar com os pacientes. Eu sentia que não conseguia agradar a ninguém, e fiquei suscetível a sentimentos de desespero e pânico.

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