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Opinião: Síria, a vergonha dos EUA

Roger Cohen

Em Washington (EUA)

  • Abdalrhman Ismail/Reuters

    Homem vendendo pão passa por destroços de bombardeios em Aleppo, na Síria

    Homem vendendo pão passa por destroços de bombardeios em Aleppo, na Síria

A política de Putin na Síria é bastante clara enquanto prossegue o cerco a Aleppo, nas mãos de rebeldes, e mais dezenas de milhares de sírios fogem em direção à fronteira turca. é entrincheirar o brutal governo de Bashar al-Assad, controlando a parte útil do território sírio, bombardear a oposição moderada até a submissão, bloquear qualquer possibilidade de mudança de regime instigada pelo Ocidente, usar o blablablá diplomático em Genebra para encobrir a mudança de fatos no local e, talvez em quinto ou sexto lugar na lista, reforçar o Exército sírio ao ponto de que um dia possa enfrentar o bastião jihadista assassino do Estado Islâmico.

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