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"Revolta" contra assédio sexual enfrenta resistência cultural na França

Alissa J. Rubin

Em Paris (França)

  • DMITRY KOSTYUKOV/NYT

    Mesmo depois de Karima Emtir (esq.), Dahmani (dir.) e outras duas outras funcionárias da limpeza processarem seu empregador, H. Reinier, por assédio sexual, ele manteve seu emprego enquanto uma das mulheres foi demitida

    Mesmo depois de Karima Emtir (esq.), Dahmani (dir.) e outras duas outras funcionárias da limpeza processarem seu empregador, H. Reinier, por assédio sexual, ele manteve seu emprego enquanto uma das mulheres foi demitida

No inverno gelado de 1905, muitas mulheres que pintavam as famosas porcelanas de Limoges, na França, entraram em greve --não porque fossem mal remuneradas ou trabalhassem muitas horas, mas porque eram vítimas dos impulsos sexuais do supervisor da fábrica.

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