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Opinião: O Irã está tomando a Síria. Alguém pode detê-lo?

David W. Lesch*

  • AFP

Do final da Guerra Fria até 2010, a Síria, primeiro liderada pelo presidente Hafez Assad e depois por seu filho, Bashar, se encontrava em uma posição geopolítica singularmente flexível no mundo árabe: a Síria era uma inimiga jurada de Israel, mas negociava indiretamente com ele. A Síria alegava ser o coração pulsante do nacionalismo árabe, mas se juntou à coalizão das Nações Unidas que expulsou o Iraque do Kuait em 1991. O governo Assad foi rotulado pelos Estados Unidos como um Estado patrocinador do terrorismo, mas as agências de inteligência sírias cooperaram com seus pares americanos na luta contra a Al Qaeda.

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